sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Cléber:


Diferente de suas primeiras apresentações, demonstrou insegurança tanto no posicionamento, quanto nas saídas de bola, funções fundamentais para classificarmos um bom zagueiro, dessa forma não conseguiu impor-se em qualquer uma das equipes que tenha participado.

Philipe:


Fica de madrugada assistindo homem-agarrando-homem nesses tal de MMA, UFC da vida, aí... e quando chega no Beer Ball Stadium acha que está no octógono... Fez Fabiano beijar o sintético duas vezes e na segunda o tirou do jogo, vai ver que tava querendo descontar a “caneta” que levou do Coceira em alguém... Mas fora isso, consolidou sua atuação a frente dos zagueiros principais, fortalecendo o setor, sem manter-se fixo por ali, era opção para a saída ao ataque e ocasionalmente, era visto nesse setor.

Magic Coceira:


Seus marcadores devem ter passado por uma consultoria com Mister M, por que Coceira em raras situações conseguiu iludí-los. Mas uma coisa deve ser enfatizada: a ênfase com que busca o resultado independe da posição que ocupe no placar.

Marcão:


O artilheiro das Partidas Alternadas jogava com inteligência sempre tentando a jogada de primeira, sem dominar a bola. O que é louvável. A lamentar, o fato de que seu corpo não acompanhava seu raciocínio.

Jaime:


Vem se tornando o maior fenômeno do Fabuloso Mundo de Nossa belinha Amizade. Todos desejam tê-lo em seus respectivos Times, afinal é uma peça decisiva em caso de empates, pois tornou-se um especialista em botar a mão no saco, de forma tal que sempre tira a numeração máxima na disputa da "pedra maior".

Peu:


Como o dia nublado estava, Peu que sofre da síndrome do Vampiro (só joga do ldo da sombra) estava soltinho, soltinho... e voltou depois de vááááááários domingos com aquela velha mania... velha mania de reclamar quando alguém não lhe passa a bola... Tanto que melindrou o convidado do Edílson, que desistiu até de jogar do lado dele. Do lado dele e detodos os demais súditos do Reino.

Bibinho:


Predominantemente no setor de criação, apesar de pouco criativo.Sua atuação foi mais ou menos como um publicitário sem boas idéias. Deveria usar mais os flancos, por onde costuma ser mais eficaz.

Edílson:


É fora de série quando os adversários atacam gradativamente. Mas quando acontecem de forma inopinada (através de contra-ataques) sua performance não se suatenta.

Edson (convidado):


Por falar no convidado do Edílson, vamos avaliá-lo. Aliás nem para isso dá, por que não quis prestigiar por muito tempo a Excelência do Futebol de Irajá. pois ficou magoado com as reclamações do Peu.

Marcelo TTS:


Deve ter feito um trabalho específico de movimentação na academia durante a semana, pois resolveu a questão da mobilidade, agora deve alinhar essa característica com apuro nas finalizações, por que quando a bola nele chegava para conclusão, parecia um zagueiro da equipe adversária, era só:"Bandeirante, o canal do esporte".

DUELO DE GOLEIROS: Rodrigo X Gabriel



Gabriel e Rodrigo iniciaram os trabalhos dispostos a ocuparem o título de pior goleiro. Logo no embate inicial, enquanto o primeiro engolia um frango clássico (por entre as pernas), o segundo se embananava com seu zagueiro, deixando Fabiano diante do gol vazio.
Com o tempo, ambos iam ganhando confiança, Rodrigo com suas "estabanadas" defesas em dois tempos, e Gabriel com boas sequências de vários chutes.
Ao passo que Rodrigo apenas aceitava bolas indefensáveis (inclusive algumas dessa ele conseguia intervir), Gabriel ia sendo vazado através de chutes nem tão difícieis assim. E para acabar de completar, Gabriel conseguiu "tomar" outro frango por entre as pernas.
Assim não dá, né Gabriel? Um franguinho tudo bem, vá lá, acontece, mas dois? No mesmo dia?!?

E o plantão Nossa Belinha Amizade informa:

Confraternização de fim de ano: 27 de Novembro.
Valor: R$ 70,00 por pessoa.
Crianças: 0 a 5 anos não pagam. 5 a 10 anos pagam meia. Acima de 10 inteira.
Hora: 10 às 17h.
Local: Jacarepaguá
Endereço: Estrada do Pau da Fome, número não divulgado
Vantagens: Comida liberada direto, Dj, piscina, campo.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Domingo, 17 de outubro de 2010.

Mesmo com os avisos deixados na última edição deste periódico, os súditos do Reino de Nossa Belinha Amizade ignoraram as recomendações e não se atentaram para o início do horário brasileiro de verão, resultado: poucos membros presentes no imponente Beer Ball Stadium no momento do pontapé inicial, aliás no momento inicial e em todos os momentos, porque contando com o filho do Marcelo, foram quinze as personagens do Fantástico Mundo presentes nesse domingo (alô diretoria!).

Quanto as disputas, com a exceção dos cinco à zero (impostos pelo quinteto formado por Edílson, Fábio Síndico, Coceira, Fabiano e Igor, mais Rodrigo no gol), foram partidas muito parelhas sendo definidas pela diferença mínima, até mesmo as que terminaram com diferença de dois gols foram bem difíceis.

Azul 3 X 2 Amarelo
Azul 2 X 0 Amarelo
Azul 1 X 2 Amarelo
Azul 5 X 0 Amarelo
Azul 2 X 0 Amarelo
Azul 2 X 3 Amarelo
Azul 3 X 2 Amarelo


Portanto, como houve muita paridade entre os confrontos, iniciaremos as avaliações pelos impiedosos goleadores. Claro, depois da Seção Administrando Conflitos, e quem será o agraciado dessa semana? Ponto para quem respondeu “Hélio”! Vai que é tua garoto!

Seção Administrando Conflitos

O lance:

Depois de perder pelo placar de 5 X 0, Hélio iniciou um enorme bafafá contestando a distribuição da primeira partida.

Análise:

Antes de começar a reclamar, Hélio deveria lembrar de alguns fatos.

Primeiro: A equipe que compunha naquele momento, tinha derrotado na partida anterior, pelo palcar de 2 X 1, e de virada, justamente uma das equipes que abriram os trabalhos no Beer Ball Stadium.

Segundo: O questionamento do Hélio, baseou-se na seguinte divisão:
Equipe Azul: Rodrigo; Fernandão e Fábio Síndico; Coceira e Jaime; Fabio Trinômio.
Equipe Amarela: Marcão (no gol); Hallan e Hélio; Fabiano e Tássio; Marcelo TTS.
Será que estes Times estavam tão desequilibrados assim para Hélio armar aquele barraco todo?

Nossa Belinha Amizade DENÚNCIA

Terça-feira na saída do trabalho Migão passa “voado” na minha frente, falando para um amigo do trabalho:
- Fulano, vamos correndo por ali, que a gente sai na frente dele...
Eu intervi:
- Migão! Tá indo aonde?
E ele:
- Vou passar um colega que tá lá na frente. Vai de “trezentos e cinqüenta”?
- “Não.”, respondi.
-“Então tchau!”, e foi embora correndo.
Vê se pode uma coisa dessas? Aqui no Beer Ball Stadium, fica fazendo um ... doce, dizendo que não pode jogar e que não pode fazer esforço. No trabalho o marmanjão fica brincando de apostar corrida... Eu hein!

Edílson:


Quase pediu música na primeira partida que disputou, porque praticamente fez dois gols ao errar bisonhamente (o que não é de seu feitio) nos dois que culminaram na derrota por dois à zero de sua Equipe. Se entrega mais um: pronto! Três entregas, artilheiro musical.
Em sua segunda partida, aí sim, se reencontrou, seu Selecionado aplicou logo cinco à zero. Quantos gols ele fez? Muito fácil essa pergunta, né? Nenhum, lógico! Mas passou a jogar bem, sendo único zagueiro fixo da equipe, uma vez que Coceira, Fabiano e Fábio Síndico revezavam-se como seus companheiros de defesa.

Magic Coceira:


Curiosa a atuação de Coceira. Completamente desorientado no início de suas apresentações, talvez sob efeito da mudança de horário, talvez com teor alcoólico um pouco elevado... se o Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade fosse o Winning Eleven, sua “setinha” estaria completamente para baixo no início dos certames (!!!). A partir da goleada, entrou definitivamente no jogo, inclusive, fazendo uso de alguns de seus truques envolventes. Nos reportando mais uma vez ao game, ao final das disputas sua setinha estaria muito para cima !!! É mole uma coisa dessas? Vai antender...

Fabiano:


Flutuando entre o meio e ataque, confundia seus marcadores e mesmo não estando bem tecnicamente, compensava com bastante movimentação e assim aproveitava as oportunidades que lhe apareciam na linha de frente além de revezar com os companheiros no setor de criação.

Fábio Síndico:


Com uma atuação irretocável, o Síndico esteve onipresente no gramado do Beer Ball Stadium, passou por todas as posições, do “goleiro ao ponta esquerda (obs: no caso dele ponta direita)”, um verdadeiro coringa.
Na defesa, tanto ao lado de Fernandão como de Edílson soube impor-se de forma que somava suas características a de seu companheiro constituindo uma zaga respeitosa. No meio, alternava-se com os atletas de sua Equipe como boa opção para articulação das tramas. No ataque, dominou o lado direito com excelentes assistências, sem falar do gol de letra que foi coisa de cinema (apesar do goleiro ser o Marcão).

Igor:


Jogou anos-luz mais que Marcelo... rs... é sério!
Movimentava-se constantemente pelo setor de criação oferecendo-se como (uma boa) alternativa para chegar ao ataque, e em várias dessas chegadas definiu com eficiência.
Apesar de algumas entidades supremas do Reino achar que ele deveria ter uma participação mais intensa, o corpo editorial o defende, pois apesar de jovem, o rapaz não é de aço e também se cansa como todos os outros súditos do Reino, especialmente depois de três partidas consecutivas.

Fernandão:


Ao final dos embates declarou que poderia substituir Titi na defesa do Vascão, concordamos inteiramente com ele, uma vez que até um poste cumpriria essa função com excelência (obviamente que apenas nas partidas em que saiu vencedor).

Marcão:


Como “Goleiro das Defesas Arrojadas” conseguiu fazer algumas intervenções com grau de dificuldade mínimo, só que também aceitou outras bolas desse patamar, comprometendo sua atuação diante dos arcos.
Como “Artilheiro das Partidas Alternadas” não foi artilheiro, nem alternou partida alguma. Depois de disputar (e perder) seu único confronto na linha, encerrou sua participação neste episódio do Planeta Nossa Belinha Amizade. Todos agradeceram.

Hallan:


Contestado em várias partidas pelos companheiros de sua própria Equipe, Hallan passava a impressão que tinha esquecido como se joga bola. No desafio final, tomou uma chamada “daquele jeito” do Trinômio que rapidinho se lembrou como se joga. Pena que seu Time já perdia por três a zero e a responsabilidade de ao menos dois gols sofridos, já tinha sido creditada em sua conta.

Hélio:


Difícil analisar o futebol praticado por em atleta, cujo maior destaque foi um “showzinho”. Tentaremos ser mais imparcial possível.
Hélio tem passado por um período digamos que... “de pouca inspiração”, pois não consegue realizar atuações decisivas como em outrora. Talvez por estar jogando próximo demais de seu goleiro, portanto fora de suas características, uma vez que quando se destaca é jogando pelo setor de criação, mas sempre chegando (muito bem) à frente. Assim, neste domingo apresentou-se como um coadjuvante de Tássio e Ulisses no primeiro triunfo e na segunda (e última) vitória foi coadjuvante também de Fábio Trinômio, além dos outros dois.

Fabinho Trinômio:


Habilidade, força e precisão. As três vertentes do trinômio se fizeram presente em sua atuação, sempre com muita entrega em função dos triunfos. Quando lhe davam espaços, deitava e rolava e dificilmente a bola não cruzava a linha fatal. Quando a marcação estava em cima, na maior parte da vezes, fazia brilhantemente o pivô, de forma tal que a bola cortava a defesa sem dar oportunidades aos marcadores de seus companheiros alcançá-la

Ulisses:


Decisivo em algumas situações e acanhado noutras, foi dessa forma sua atuação nessa semana. Com lances que lembrava o “velho” Ulisses (no lance que recebeu o lançamento de Fábio Trinômio e com um toque de peito iludiu seu marcador ficando livre pra bater de fora da área e marcar um belo gol) e outros o “novo” (quando Fabiano cruza sua frente como um raio e ele, que o marcava se quer toma conhecimento da conclusão certeira para o gol), ele não sabia para qual lado da balança pendia

Tássio:


Excelente aproveitamento nas conclusões, em especial nos chutes de média distância em que venceu Rodrigo uma meia dúzia de vezes. Não deve ter gostado muito da performance dos seus colegas de time que atuavam na defesa, pois na maioria das partidas tiveram aproveitamento muito deficiente de forma que levavam mais gols de que Tássio fazia. Ou seja na maioria das partidas fez gols à toa.

Marcelo TTS:


Muito criticado pela atuação excessivamente tímida, TTS justificava que a bola não chegava até a ele. Por outro lado os componentes de sua Equipe alegavam que faltava por sua parte uma maior movimentação a fim de desvincular-se da rigorosa marcação.

Jaime:


Com uma participação quase que predominante pelo setor de meio campo, não sustentou o brilho apresentado na semana que passou, ficando sempre na sombra de seus companheiros.

Rodrigo:


Vamos a seus números: sete partidas, cinco vitórias, duas derrotas, nove gols sofridos.
Atuação positiva, embora o número de gols sofridos tenha sido exagerado e ao menos dois desses, Rodrigo poderia evitá-lo.
Na partida derradeira teve importante participação (mesmo vestido com o macacão do Senninha) ao fazer o terceiro gol de sua equipe, determinante para a vitória final.

E o plantão Nossa Belinha Amizade informa:

Confraternização de fim de ano: 27 de Novembro.
Valor: R$ 70,00 por pessoa.
Crianças: 0 a 5 anos não pagam. 5 a 10 anos pagam meia. Acima de 10 inteira.
Hora: 10 às 17h.
Local: Jacarepaguá
Endereço: Estrada do Pau da Fome, número não divulgado
Vantagens: Comida liberada direto, Dj, piscina, campo.

sábado, 16 de outubro de 2010

Domingo, 10 de outubro de 2010.

Gabriel (Rodrigo), Buraco e Oswaldo; Coceira (Cléber) e Ulisses; Wilson e Jaime. Foi esse a formação (com as variações entre parênteses) que melhor apresentou-se no gramado sagrado do Beer Ball Stadium. Na primeira sequência foram três partidas invictos, voltando depois para mais duas ou três. Impuseram-se inclusive diante de uma equipe muito forte que contava com Rodrigo, Edilson, Cléber e Philipe; Fabiano e Hélio; Marcelo. Quando perderam trocaram duas peças (Gabriel por Rodrigo e Coceira por Cléber) mas mantiveram o mesmo ritmo e caminho dos triunfos.

Seção Administrando Conflitos

O Lance:

Em um dos bons lançamentos de Hallan em busca de Fábio Síndico, Jaime que levava “bola nas costas” em seu sentido literal, antecipa-se e impede que a pelota chegue a seu destino. Só que com a mão. Hallan “bufa” horrores, quando o juiz aplica cartão amarelo, alegando que o infrator deveria ser expulso por ser o último zagueiro do lance.

Análise:

Arbitragem não interpretou assim a jogada, pois o posicionamento do atleta que receberia a bola não estava em direção ao gol, mas a linha de fundo pelo fato do lançamento ter ocorrido em uma linha diagonal, portanto do meio para a ponta. Vejo a advertência como correta.

Cláudio Buraco:


Apesar do buraco está em baixa no cenário mundial (finalmente tiraram os mineiros lá de dentro), aqui no Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade ele está por cima, pois além de calar a boca do editor-chefe deste informativo ao voltar a jogar antes do final do ano, foi além, jogou bem pela segunda semana consecutiva, fato pessoal inédito desde que os capítulos do Reino de Nossa Belinha Amizade passaram a ser registrados nesse blog.
Passou muita segurança a seus companheiros comandando o setor defensivo, jogando muito duro, mas sem violência. De forma que os demais componentes de sua Equipe sentiam confiança para avançar e organizar tramas ofensivas de sua Equipe.

Oswaldo:


Tal qual um líbero, Oswaldo além de formar a (forte) dupla de zaga com Buraco, encontrava espaços para (eficientes) avanços ao setor de criação, num desses, acertou um chute violento contra a meta do Rodrigo, que deu até pena do bichinho. Golaço.

Magic Coceira:


Infelizmente, o efeito do seu remédio acabou no meio de nosso espetáculo dominical.
Fazia mais uma partida mágica na equipe mais regular do fim de semana (aliás, o que foi aquela caneta no Philipe?), mas do nada, desandou. Começou a exigir de Wilson, uma responsabilidade que não o competia (ele não tem condições físicas para tal), reclamando horrores (isso, depois de três partidas invictas). Mudou de time. Não satisfeito, o rebelde também se desentendeu com Hallan e daí pra frente não se achou mais em Time algum.

Cléber:


Era mais um que sucumbia diante ao sexteto que triunfava com exuberância no Beer Ball Stadium. Mas seguiu a risca o ditado que brada “Se não pode com eles, junte-se a eles”. Substituiu o Coceira, de forma que nenhum de seus companheiros (em especial Wilson) se quer sentiram saudades.

Ulisses:


Apesar de “enchapelar” Philipe e Fabiano, não tem usufruído cem porcento de sua técnica. Mas querem saber de uma coisa? Acho que está ótimo assim. Passou a jogar em prol de seu time tocando muito mais a bola, e raramente escutamos o outrora tradicional “TOCA A BOLA, ULISSES!”

Jaime:


Com um dinamismo que não está habituado a exibir, Jaime fez uma atuação fantástica!
Mesmo sendo o principal finalizador e artilheiro de seu Selecionado, recuava ao meio e algumas vezes até a defesa, contribuindo de forma positiva com os companheiros desses setores.
Protagonizou um dos lances mais plásticos do Domingo ao tentar surpreender Rodrigo, fora do gol, que se recuperou a tempo esticando-se todo e salvando com um tapinha.

Wilson:


Sempre caindo pela ponta direita, incomodava e muito seus adversários, não pelo vigor físico, mas pela leitura diferenciada que fazia do lances. Em sua maioria, encontrava Jaime pronto para arrematar ou concluir com perigo. E foi por ali que sua equipe achou o caminho das pedras para a vitória. Até agora não sabemos o que Coceira queria mais deste atleta...

Fábio Síndico:


Também como ponta-direita, mas com o diferencial de estar sempre vigiado de muito perto, deu trabalho aos marcadores. Bons dribles e passes por esse setor, mas nem sempre eram finalizados com aproveitamento satisfatório.

Fabiano:


Tinha tudo para ser muito feliz neste fim de semana. Mas não foi. A marcação estava bem, mas lhe davam bastante espaço, que este atleta não soube aproveitar, errando “ene” jogadas fáceis. Para completar a infeliz atuação, cansou de atrapalhar Marcelo, ora antecipando o chute, ora não lhe passando a bola, quando melhor posicionado.

Marcelo TTS:


Muito bem tecnicamente: passava bem a bola, corria, servia como opção, dava assistências... Só uma coisa faltou ao “Edmundo”: uma boa seqüência invicta. Ah! Faltou mais uma coisa apurar seu “faro de gol”, pô ele ficou atrás do Marcão na artilharia ...(!!!)

Marcão:


Sem espaço para demonstrar seu talento no gol, voltou a encarnar o papel de “Artilheiro das Partidas Alternadas”. E tirando os momentos em que tropeçou na bola ou nas próprias pernas, pode-se dizer que foi muito bem ao deixar sua marca duas vezes em cima do Rodrigo.

Hélio:


Sem um pingo de criatividade para criar bons lances, Hélio parecia uma foca ao receber a bola, enrolava, enrolava, enrolava e... tocava de lado... Se fosse pra tocar de lado, porque não o fazer antes? Ao menos acelerava o lance e talvez confundisse os adversários...

Edílson:


Ausente dos últimos espetáculos, esta personagem não voltou com mesma “pegada” dos últimos embates em que participou, quer dizer, a sina de “CG” continua, mas não repetiu as atuações em que mantinha-se quase intransponível.

Hallan:



Apesar de bons cruzamentos e passes em profundidade, esses fundamentos não foram suficientes para conduzi-lo na direção das vitórias (afinal o que ganha jogo são gols e isso ele não fez), mas faltou-lhe algum companheiro competente para aproveitar as situações que criava.

Philipe:


Mesmo antagonizando belos lances como a “caneta” de Coceira e o “chapéu” de Ulisses, este Guerreiro do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade, fez partidas muito competitivas. Aliás devo confessar que no jogo em que foi “enchapelado” travou ótima duelo com Ulisses e me atrevo a dizer que no final das contas saiu-se melhor. Só uma coisa me intriga em Philipe: porque ao dominar a bola na intermediária de ataque, ela sempre parece fugir de seu pé?

Geraldo:


Algumas entidades supremas do Planeta Nossa Belinha Amizade fazem uma leitura positiva deste atleta. Pois aparenta dominar bem alguns fundamentos, precisa melhorar a forma a física a adquirir ritmo de jogo para confirmarmos essa teoria.
Nesse domingo, assim como alguns Nobres do Reino não conseguiu destacar-se. Mas nada que o condene (ou absolva).

Fernandão:


O Pontual (já repararam que em todos os domingos é um dos primeiros a chegar?), desta vez não achou “o ponto” de seu futebol, assim não conseguiu encontrar o equilíbrio suficiente em sua defesa para que suas Equipes resistissem as ofensivas adversárias.
Por falar em pontual, Fernandão pede para lembrar a todos os membros do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade que sábado a noite adiantem seus relógios para não perderem a hora de nosso encontro dominical. Pois a 00:00 de domingo começa o horário de verão.

DUELO DE GOLEIROS: Rodrigo X Gabriel



Ambos atuaram na Equipe de maior sequência, e foram equivalentes tecnicamente. Gabriel talvez tenha saído-se um pouco melhor por também atuar por outro Time, acumulando dois jogos invictos e por parecer mais tranqüilo, uma vez que Rodrigo, teve um momento em que deu uma louca nela, digo, nele que queria sair jogando todas as bolas (como assim?), mesmo quando os componentes de criação de seu time estavam livre, leves e soltos...
Rodrigo no entanto, foi mais exigido em lances de reação, não só no lance de Jaime (citado em sua avaliação), mas em outras situações proporcionando defesas muito bonitas.

E o plantão Nossa Belinha Amizade informa:

Confraternização de fim de ano: 27 de Novembro.

Valor: R$ 70,00 por pessoa.

Hora: 10 às 17h.

Local: Jacarepaguá

Endereço: Assim que divulgarem postaremos

Vantagens: Comida liberada direto, Dj, piscina, campo.

E o plantão Nossa Belinha Amizade continua informando:

Domingo à meia-noite começa o horário de verão, fiquemos atentos para não perdermos o horário.

sábado, 9 de outubro de 2010

Domingo, 03 de outubro de 2010.

Domingo, dezoito graus, chuva fina, sete horas da manhã, todas as condições favoráveis para o aconchego de um edredom, correto? Nã-na-ni-na-não! Domingo pela manhã qualquer que seja a condição climática, todos os caminhos conduzem Nobres e Plebeus do Reino de Nossa Belinha Amizade ao Beer Ball Stadium! E não foram apenas súditos ativos que foram corajosos a vencer as condições desfavoráveis, pois os freqüentadores do departamento médico também prestigiaram nosso espetáculo dominical, entre eles Migão, Oswaldo, Wilson e Buraco. Faltando apenas o chefe supremo dos enfermos que acumula a função de chefe geral de arbitragem: Macalé.

Nossa Belinha Amizade DENÚNCIA

Dizem as boas línguas que Buraco não volta atuar esse ano para não correr o risco de ser mal avaliado pelo corpo editorial deste informativo e assim encerrar 2010 com uma atuação de gala. Aguardemos o desenrolar dos fatos para confirmar a veracidade da informação.
Quanto a participação coletiva de nossas estrelas, esteve aquém de suas possibilidades devido a chuva intermitente que insistia em assolar os craques do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade. Com o campo molhado a bola parecia cheia de sabão, de forma que nossos atletas, claramente, não conseguiam seu pleno domínio. Assim, quem melhor adaptou-se a essa realidade, apresentou uma melhor desenvoltura e a maior série invicta. Esses guerreiros foram: Gabriel, Cleber, Philipe, Coceira, Ulisses e Geraldo que permaneceram sem derrotas por três partidas consecutivas sendo derrubados apenas na pedra maior ( 0 X 0, 2 X 0, 0 X 0).


Num segundo momento, depois de algumas misturas entre nossos guerreiros, Azuis e Amarelos enfrentaram-se no seguinte dispositivo:

Azul: Ulisses, Hallan, Fábio Síndico, Hélio, Tássio e Marcelo TTS.

Amarelo: Gabriel, Fernandão, Philipe, Magic Coceira, Fabiano e Geraldo.

Onde os primeiros triunfaram com o escore de 2 X 0. Porém contusões e condicionamento físico exterminaram com a equipe “de fora” sendo nossos craques obrigados a disputarem a partida derradeira. Nessa situação a chuva era menos intermitente e nossos heróis já estavam melhores adaptados a essa condição, o que deu um pouco mais de dinâmica e contribuiu para uma sensível melhora no quesito técnica. A ironia da situação, ficou por conta do placar pois a equipe com atletas de melhor qualidade (Azul), perdeu a partida por incríveis 20 a 5 (confesso que no décimo segundo gol, parei de contar, mas depois disso mais alguns tentos foram anotados), embora as condições do gramado favorecessem aos desprovidos de habilidade, a diferença foi abissal (!!!).

Três novas figurinhas chegaram ao Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade com intenção (segundo os próprios) de integrarem o elenco de nosso espetáculo: Geraldo, Cleber e Rodrigo. Embora Rodrigo tenha se machucado em um de seus primeiros lances e Cleber não conseguir jogar até o final devido a (ausência de) seu preparo físico, Desejamos boas vindas aos novos atletas e que pelo amor de Deus, acompanhem e interajam com o blog.

Seção Administrando Conflitos

O Lance:

Com as ausências de Rogério Contender, Fábio Trinômio e Migão, o Hallan ficou sem ter com quem discutir. Assim coube a Hélio e Tássio ficarem trocando acusações mútuas sobre erros de passe e perda de gols.

Análise:

Nada que uns cascudos e um mês sem mesada não resolva, Hélio.

Gabriel:


Um dos responsáveis pelo elástico placar do último embate, além de ótimas defesas, marcou o gol que fechou o caixão da tosca equipe Azul. Também foi o arqueiro da maior sequência invicta do fim-de-semana sem levar gols. Sendo batido apenas na partida intermediária, mas nada que macule sua ótima atuação.

Fernandão:


Quase invisível na primeira parte deste capítulo da História do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade, cresceu e apareceu na segunda etapa como a referência do setor defensivo, inutilizando as ações ofensivas de quaisquer que fossem seus oponentes.

Philipe:


Um Cobra! Compôs ambas as equipes vitoriosas e fora fundamental nas duas, sempre completando o setor defensivo em auxílio ao beque central (primeiro Cleber, depois Fernandão), na saída de bola, servia como opção no meio, e ao seu modo (aos trancos e barrancos), também conduzia sua equipe ao ataque. Não ficou só nisso, pois além de defender e conduzir seu time à frente, Philipe finalizou seis chutes (segundo suas próprias contas) com eficiência, calando seus críticos que o pareava com Edílson no “Troféu Charles Guerreiro 2010” e derrubou o tabu de não jogar bem diante do corpo editorial deste periódico.

Magic Coceira:


Outro que fez a diferença nas duas formações triunfantes. Sem grandes truques dessa vez, privilegiou-se de seu bom preparo físico e ótima leitura de jogo, tanto que ao lado de Ulisses ou de Fabiano conseguiu sobressair-se diante dos adversários na construção e desconstrução das jogadas.