sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Fabiano:


Sem criatividade e sem a pegada que lhe é peculiar, este atleta pouco ou nada produziu para as equipes que defendeu na primeira panorâmica. Porém na partida final, suas características encaixaram-se perfeitamente as de Coceira e Philipe, fazendo do trio os principais articuladores da peleja final.

Geraldo:


Mais do que qualquer coisa, comportou-se de forma inteligente. Como (visivelmente) não ostenta uma boa forma física, tratou de comandar o ataque das equipes que defendeu. Não foi lá grandes coisas, mas também não deixou a desejar. Enfim, ficou na média. Nota cinco.

Ulisses:


Começou no elenco invicto (com uma vitória e dois empates), e jogando bem, com ótima movimentação e chutes de alta periculosidade. Mas na partida definitiva sua forma de jogar não “deu liga” com seus companheiros. Até que esforçou-se para tal, mas não rolou. Nem no gol, onde também se impõe, conseguiu evitar a derrota acachapante.

Hallan:


Provavelmente foi o súdito do Reino que mais sentiu as condições adversas, uma vez que se quer foi visto além do meio campo como de costume. Na defesa foi um fiasco quase total, visto que não atuou no Time de maior seqüência, e também não defendeu os impiedosos goleadores, ao contrário, lhes facilitou a vida. Quando no gol, foi aclamado como um dos melhores goleiros de Futebol de Botão da temporada.

Fábio Síndico:


Participação desastrosa desta estrela da constelação do Planeta Nossa Belinha Amizade. Seu desempenho foi pífio, haja vista que esteve presente nos dois elencos de derrotados. Seu principal lance ofensivo foi um “peixinho” em que Gabriel já estava batido e tal qual um zagueiro cabeceou a bola para o lado contrário à meta. Como ele conseguiu fazer isso, não me perguntem.

Hélio:


Um dos poucos que conseguiu apresentar sua principal característica mesmo com a chuva: roubar no placar. Impressionante a facilidade que encontra para realizar essa função.
Com a bola rolando ele evoluía bem, mas aparentava estar sem ritmo de jogo, pois no toque final sempre dava um drible a mais ou chutava ao invés de passar para um companheiro em posição privilegiada. Com isso Tássio ficava louca, digo, louco.
Também sob os arcos foi aclamado, mas como único goleiro do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade atuar fazendo a Dança do Siri.

Tassio:


Completamente fora do ar. O campo molhado prejudicou seu principal fundamento que é o drible em velocidade. Também não arriscou chutes de média, recurso em que tem ótimo aproveitamento. Parecia mais preocupado em apontar os erros de Hélio que acertar seus lances. Seu melhor momento foi o chapéu em Fabiano, muito plástico, mas sem grandes objetivos uma vez que estava em seu campo de defesa.

Marcelo TTS:


Como sugere sua alcunha (não é possível que tenha alguém no Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade que não saiba o que significa TTS...), usou e abusou de sua forma física pois deslocava-se por todos os setores do Beer Ball Stadium. Tecnicamente foi razoável, pois como não recebia a bola redonda, por si mesmo recuava para tentar organizar as tramas das equipes que defendeu. Falho no posicionamento, porque nessa de recuar, excedia o limite do meio campo, e todos sabemos que o “Edmundo” é mais funcional perto da baliza alheia.
Porém seu lance mais emblemático foi o frango por debaixo da saia, em chutezinho despretencioso, na resaída de bola em que ela foi morrendo, morrendo, morrendo até que morreu de vez no fundo da rede...

Cléber:


Como dito anteriormente, encontra-se visivelmente fora de forma, mas entre as debutantes, digo, os debutantes, foi o que teve melhor desempenho. Enquanto teve fôlego, permaneceu a frente do goleiro sempre evitando ou atrapalhando seus adversários no arremate final. Saiu invicto, uma vez que não participou do embate final. Resta saber como será seu comportamento em dias quentes, uma vez que a dezoito graus desistiu na terceira partida...

Reinaldo & Rodrigo


Parece até dupla sertaneja, mas é dupla “machucadeja” mesmo. Esses dois não têm avaliação, pois no momento em que o futebol estava mais crítico, tecnicamente falando, eles se contundiram e foram obrigados a abandonar o sagrado gramado do Beer Ball Stadium, sem conseguir alcançar a execução mínima de fundamentos para passar pelo justo crivo das avaliações do javascript:void(0)corpo editorial.

E o plantão Nossa Belinha Amizade informa:

Confraternização de fim de ano: 27 de Novembro.

Valor: R$ 70,00 por pessoa.

Hora: 10 às 17h.

Local: Jacarepaguá

Endereço: Assim que divulgarem postaremos

Vantagens: Comida liberada direto, Dj, piscina, campo.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Domingo, 19 de Setembro de 2010.

Nem o frio de dezesseis graus (segundo o relógio/termômetro digital enfincado na Praça de Irajá) que assolava o Reino de Nossa Belinha Amizade foi suficiente para esfriar os ânimos exaltados dos súditos que marcaram presença na cinzenta manhã do último domingo no Beer Ball Stadium. O que se viu foram partidas muito disputadas tanto na bola, como nas discussões. De oito embates ocorridos, cinco terminaram empatados (confiram a planilha abaixo).
Como o Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade deixou de ser colorido e restringiu-se a apenas duas cores, as Equipes serão nomeadas por letras ao invés de cores. Lembrando que um ou outro atleta defendeu mais de uma equipe, mas a espinha dorsal das foi mantida.

A
Oswaldo
Buraco
Coceira
Ulisses
Marcelo
Rogério

B
Fernandão
Migão
Tássio
Fabiano
Fábio Síndico
Jaime

C
Hallan
Américo
Betão
Reinaldo
Philipe

G
Igor
Rodrigo

E em homenagem ao Ulisses, um dos maiores craques do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade, temos a honra de divulgar a campanha de todos os Times que digladiaram-se no Beer Ball Stadium nessa semana:

A: 10 PT; 6J; 2V; 4E; 0D
C: 6PT ; 5J; 1V; 3E; 1D
B: 3PT; 5J; 0V; 3E; 2D

A 1 X 1 B
A 5 X 1 C
A 3 X 0 B
A 1 X 1 C
A 1 X 1 B
B 2 X 2 C
C 1 X 1 A
C 1 X 0 B

Seção Administrando Conflitos

O Lance:

Muitos questionamentos por conta de erros de arbitragens. Bate-boca, exclusões, chororô... Teve de tudo.

Análise:

O súdito do Reino que colocar-se a disposição para administrar disciplinarmente a partida tem que ser imparcial e impor-se com convicção. Não tem que ficar de “nhé-nhé-nhé”, de “Ah! Eles já ganharam três, quatro, cinco”, de “já marcaram pênalti que não foi...”. Tem que apitar a partida em questão e não ficar de “vingancinha” pelo que ocorreu em outras disputas.
Por outro lado, a equipe que sentir-se prejudicada por manter uma seqüência de triunfos, já provou que tem méritos, então deve manter o ritmo para continuar atropelando quem vier pela frente e não ficar de: “Ah! Eles querem tirar a gente!”, “Ah! A gente perdeu por causa do juiz...”, manter uma seqüência de quatro, cinco partidas é muito difícil pelo desgaste físico, emocional...
Enfim, erros ocasionais sempre ocorrerão. A não ser que convoquem Jesus (O Cristo) para arbitrar. O que não pode haver é erro proposital e contestação descabida.

Oswaldo:


Se fosse candidato a algum cargo político, receberia muitos votos do corpo editorial deste blog porque Oswaldo promete e cumpre. Nos comentários das semanas anteriores, onde era constantemente criticado, registrou neste informativo que voltaria a atuar de forma relevante nesse domingo, e assim o fez. Portou-se como um dos principais defensores da semana com uma `pegada` firme e sem erros de posicionamento e passes, facilitando o trabalho do setor de criação, e por algumas vezes surgindo como elemento surpresa na frente.

Cláudio Buraco:


Se Oswaldo foi um dos melhores zagueiros, Buraco figura entre os maiores craques da semana. Tal qual uma Ratazana acuada atacava e defendia com supremacia Além de formar a invicta dupla de zaga com aquele, este contribuía para que seus companheiros sentissem segurança em toda a defesa. Não obstante era com frequência acionado pelo setor ofensivo para conclusão das jogadas com ótimo aproveitamento.

Coceira:


“Se o mágico faz mágica, o Coceira faz `feitiço´”. E foi assim, como no alucinante ritmo do funk a participação desse ícone do Planeta Nossa Belinha Amizade nessa domingueira futebolística. As tramas ofensivas de sua equipe obrigatoriamente recebiam seu toque de qualidade e sua constante movimentação facilitava sua chegada a frente para perigosas conclusões. O chute de média distância que saiu de seu pé e apareceu na gaveta do goleiro Igor, foi cinematográfico.

Ulisses:


Correndo atrás do tempo perdido, continua no caminho de volta a sua antiga forma física e técnica. E está cada vez mais perto. Coletivamente foi perfeito, pois apesar de seu potencial ofensivo, com freqüência recuava para auxiliar na contenção e recuperação da bola. Seu principal fundamento foi o passe em que esbanjou categoria. Individualmente ainda não exibiu todo seu potencial.

Marcelo TTS:


A margem de uma boa atuação, não esteve no mesmo patamar que seus companheiros (chegou a dar algumas caneladas na bola). Sempre com uma sombra próximo a ele, não conseguia encontrar os espaços necessários para conclusão.
Sabe-se Deus se intencionalmente ou ao acaso, TTS saía do miolo da área, sempre atraindo a atenção (e marcação) dos defensores, com isso seus companheiros deitavam e rolavam concluindo as articulações do setor de criação.

Rogério:


O maior representante das “aberrações” do Reino de Nossa Belinha Amizade não evoluiu de forma significativa nessa semana, para se ter uma idéia nem envolvido nas maiores desavenças O Contender estava. Então, por aí você já viu, né? Se discutir que é o que ele faz melhor ele não sobressaiu, imagina jogando...

Fernandão:


Encontrou muitas dificuldades para sobrepor suas qualidades diante dos finalizadores oponentes. Sem um companheiro cujas características se completassem com as suas, viu-se solitário, indefeso, inofensivo, desprotegido, quase uma donzela.