sábado, 16 de outubro de 2010

Magic Coceira:


Infelizmente, o efeito do seu remédio acabou no meio de nosso espetáculo dominical.
Fazia mais uma partida mágica na equipe mais regular do fim de semana (aliás, o que foi aquela caneta no Philipe?), mas do nada, desandou. Começou a exigir de Wilson, uma responsabilidade que não o competia (ele não tem condições físicas para tal), reclamando horrores (isso, depois de três partidas invictas). Mudou de time. Não satisfeito, o rebelde também se desentendeu com Hallan e daí pra frente não se achou mais em Time algum.

Cléber:


Era mais um que sucumbia diante ao sexteto que triunfava com exuberância no Beer Ball Stadium. Mas seguiu a risca o ditado que brada “Se não pode com eles, junte-se a eles”. Substituiu o Coceira, de forma que nenhum de seus companheiros (em especial Wilson) se quer sentiram saudades.

Ulisses:


Apesar de “enchapelar” Philipe e Fabiano, não tem usufruído cem porcento de sua técnica. Mas querem saber de uma coisa? Acho que está ótimo assim. Passou a jogar em prol de seu time tocando muito mais a bola, e raramente escutamos o outrora tradicional “TOCA A BOLA, ULISSES!”

Jaime:


Com um dinamismo que não está habituado a exibir, Jaime fez uma atuação fantástica!
Mesmo sendo o principal finalizador e artilheiro de seu Selecionado, recuava ao meio e algumas vezes até a defesa, contribuindo de forma positiva com os companheiros desses setores.
Protagonizou um dos lances mais plásticos do Domingo ao tentar surpreender Rodrigo, fora do gol, que se recuperou a tempo esticando-se todo e salvando com um tapinha.

Wilson:


Sempre caindo pela ponta direita, incomodava e muito seus adversários, não pelo vigor físico, mas pela leitura diferenciada que fazia do lances. Em sua maioria, encontrava Jaime pronto para arrematar ou concluir com perigo. E foi por ali que sua equipe achou o caminho das pedras para a vitória. Até agora não sabemos o que Coceira queria mais deste atleta...

Fábio Síndico:


Também como ponta-direita, mas com o diferencial de estar sempre vigiado de muito perto, deu trabalho aos marcadores. Bons dribles e passes por esse setor, mas nem sempre eram finalizados com aproveitamento satisfatório.

Fabiano:


Tinha tudo para ser muito feliz neste fim de semana. Mas não foi. A marcação estava bem, mas lhe davam bastante espaço, que este atleta não soube aproveitar, errando “ene” jogadas fáceis. Para completar a infeliz atuação, cansou de atrapalhar Marcelo, ora antecipando o chute, ora não lhe passando a bola, quando melhor posicionado.

Marcelo TTS:


Muito bem tecnicamente: passava bem a bola, corria, servia como opção, dava assistências... Só uma coisa faltou ao “Edmundo”: uma boa seqüência invicta. Ah! Faltou mais uma coisa apurar seu “faro de gol”, pô ele ficou atrás do Marcão na artilharia ...(!!!)

Marcão:


Sem espaço para demonstrar seu talento no gol, voltou a encarnar o papel de “Artilheiro das Partidas Alternadas”. E tirando os momentos em que tropeçou na bola ou nas próprias pernas, pode-se dizer que foi muito bem ao deixar sua marca duas vezes em cima do Rodrigo.

Hélio:


Sem um pingo de criatividade para criar bons lances, Hélio parecia uma foca ao receber a bola, enrolava, enrolava, enrolava e... tocava de lado... Se fosse pra tocar de lado, porque não o fazer antes? Ao menos acelerava o lance e talvez confundisse os adversários...

Edílson:


Ausente dos últimos espetáculos, esta personagem não voltou com mesma “pegada” dos últimos embates em que participou, quer dizer, a sina de “CG” continua, mas não repetiu as atuações em que mantinha-se quase intransponível.

Hallan:



Apesar de bons cruzamentos e passes em profundidade, esses fundamentos não foram suficientes para conduzi-lo na direção das vitórias (afinal o que ganha jogo são gols e isso ele não fez), mas faltou-lhe algum companheiro competente para aproveitar as situações que criava.

Philipe:


Mesmo antagonizando belos lances como a “caneta” de Coceira e o “chapéu” de Ulisses, este Guerreiro do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade, fez partidas muito competitivas. Aliás devo confessar que no jogo em que foi “enchapelado” travou ótima duelo com Ulisses e me atrevo a dizer que no final das contas saiu-se melhor. Só uma coisa me intriga em Philipe: porque ao dominar a bola na intermediária de ataque, ela sempre parece fugir de seu pé?

Geraldo:


Algumas entidades supremas do Planeta Nossa Belinha Amizade fazem uma leitura positiva deste atleta. Pois aparenta dominar bem alguns fundamentos, precisa melhorar a forma a física a adquirir ritmo de jogo para confirmarmos essa teoria.
Nesse domingo, assim como alguns Nobres do Reino não conseguiu destacar-se. Mas nada que o condene (ou absolva).

Fernandão:


O Pontual (já repararam que em todos os domingos é um dos primeiros a chegar?), desta vez não achou “o ponto” de seu futebol, assim não conseguiu encontrar o equilíbrio suficiente em sua defesa para que suas Equipes resistissem as ofensivas adversárias.
Por falar em pontual, Fernandão pede para lembrar a todos os membros do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade que sábado a noite adiantem seus relógios para não perderem a hora de nosso encontro dominical. Pois a 00:00 de domingo começa o horário de verão.

DUELO DE GOLEIROS: Rodrigo X Gabriel



Ambos atuaram na Equipe de maior sequência, e foram equivalentes tecnicamente. Gabriel talvez tenha saído-se um pouco melhor por também atuar por outro Time, acumulando dois jogos invictos e por parecer mais tranqüilo, uma vez que Rodrigo, teve um momento em que deu uma louca nela, digo, nele que queria sair jogando todas as bolas (como assim?), mesmo quando os componentes de criação de seu time estavam livre, leves e soltos...
Rodrigo no entanto, foi mais exigido em lances de reação, não só no lance de Jaime (citado em sua avaliação), mas em outras situações proporcionando defesas muito bonitas.

E o plantão Nossa Belinha Amizade informa:

Confraternização de fim de ano: 27 de Novembro.

Valor: R$ 70,00 por pessoa.

Hora: 10 às 17h.

Local: Jacarepaguá

Endereço: Assim que divulgarem postaremos

Vantagens: Comida liberada direto, Dj, piscina, campo.

E o plantão Nossa Belinha Amizade continua informando:

Domingo à meia-noite começa o horário de verão, fiquemos atentos para não perdermos o horário.

sábado, 9 de outubro de 2010

Domingo, 03 de outubro de 2010.

Domingo, dezoito graus, chuva fina, sete horas da manhã, todas as condições favoráveis para o aconchego de um edredom, correto? Nã-na-ni-na-não! Domingo pela manhã qualquer que seja a condição climática, todos os caminhos conduzem Nobres e Plebeus do Reino de Nossa Belinha Amizade ao Beer Ball Stadium! E não foram apenas súditos ativos que foram corajosos a vencer as condições desfavoráveis, pois os freqüentadores do departamento médico também prestigiaram nosso espetáculo dominical, entre eles Migão, Oswaldo, Wilson e Buraco. Faltando apenas o chefe supremo dos enfermos que acumula a função de chefe geral de arbitragem: Macalé.

Nossa Belinha Amizade DENÚNCIA

Dizem as boas línguas que Buraco não volta atuar esse ano para não correr o risco de ser mal avaliado pelo corpo editorial deste informativo e assim encerrar 2010 com uma atuação de gala. Aguardemos o desenrolar dos fatos para confirmar a veracidade da informação.
Quanto a participação coletiva de nossas estrelas, esteve aquém de suas possibilidades devido a chuva intermitente que insistia em assolar os craques do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade. Com o campo molhado a bola parecia cheia de sabão, de forma que nossos atletas, claramente, não conseguiam seu pleno domínio. Assim, quem melhor adaptou-se a essa realidade, apresentou uma melhor desenvoltura e a maior série invicta. Esses guerreiros foram: Gabriel, Cleber, Philipe, Coceira, Ulisses e Geraldo que permaneceram sem derrotas por três partidas consecutivas sendo derrubados apenas na pedra maior ( 0 X 0, 2 X 0, 0 X 0).


Num segundo momento, depois de algumas misturas entre nossos guerreiros, Azuis e Amarelos enfrentaram-se no seguinte dispositivo:

Azul: Ulisses, Hallan, Fábio Síndico, Hélio, Tássio e Marcelo TTS.

Amarelo: Gabriel, Fernandão, Philipe, Magic Coceira, Fabiano e Geraldo.

Onde os primeiros triunfaram com o escore de 2 X 0. Porém contusões e condicionamento físico exterminaram com a equipe “de fora” sendo nossos craques obrigados a disputarem a partida derradeira. Nessa situação a chuva era menos intermitente e nossos heróis já estavam melhores adaptados a essa condição, o que deu um pouco mais de dinâmica e contribuiu para uma sensível melhora no quesito técnica. A ironia da situação, ficou por conta do placar pois a equipe com atletas de melhor qualidade (Azul), perdeu a partida por incríveis 20 a 5 (confesso que no décimo segundo gol, parei de contar, mas depois disso mais alguns tentos foram anotados), embora as condições do gramado favorecessem aos desprovidos de habilidade, a diferença foi abissal (!!!).

Três novas figurinhas chegaram ao Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade com intenção (segundo os próprios) de integrarem o elenco de nosso espetáculo: Geraldo, Cleber e Rodrigo. Embora Rodrigo tenha se machucado em um de seus primeiros lances e Cleber não conseguir jogar até o final devido a (ausência de) seu preparo físico, Desejamos boas vindas aos novos atletas e que pelo amor de Deus, acompanhem e interajam com o blog.

Seção Administrando Conflitos

O Lance:

Com as ausências de Rogério Contender, Fábio Trinômio e Migão, o Hallan ficou sem ter com quem discutir. Assim coube a Hélio e Tássio ficarem trocando acusações mútuas sobre erros de passe e perda de gols.

Análise:

Nada que uns cascudos e um mês sem mesada não resolva, Hélio.

Gabriel:


Um dos responsáveis pelo elástico placar do último embate, além de ótimas defesas, marcou o gol que fechou o caixão da tosca equipe Azul. Também foi o arqueiro da maior sequência invicta do fim-de-semana sem levar gols. Sendo batido apenas na partida intermediária, mas nada que macule sua ótima atuação.

Fernandão:


Quase invisível na primeira parte deste capítulo da História do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade, cresceu e apareceu na segunda etapa como a referência do setor defensivo, inutilizando as ações ofensivas de quaisquer que fossem seus oponentes.

Philipe:


Um Cobra! Compôs ambas as equipes vitoriosas e fora fundamental nas duas, sempre completando o setor defensivo em auxílio ao beque central (primeiro Cleber, depois Fernandão), na saída de bola, servia como opção no meio, e ao seu modo (aos trancos e barrancos), também conduzia sua equipe ao ataque. Não ficou só nisso, pois além de defender e conduzir seu time à frente, Philipe finalizou seis chutes (segundo suas próprias contas) com eficiência, calando seus críticos que o pareava com Edílson no “Troféu Charles Guerreiro 2010” e derrubou o tabu de não jogar bem diante do corpo editorial deste periódico.

Magic Coceira:


Outro que fez a diferença nas duas formações triunfantes. Sem grandes truques dessa vez, privilegiou-se de seu bom preparo físico e ótima leitura de jogo, tanto que ao lado de Ulisses ou de Fabiano conseguiu sobressair-se diante dos adversários na construção e desconstrução das jogadas.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Fabiano:


Sem criatividade e sem a pegada que lhe é peculiar, este atleta pouco ou nada produziu para as equipes que defendeu na primeira panorâmica. Porém na partida final, suas características encaixaram-se perfeitamente as de Coceira e Philipe, fazendo do trio os principais articuladores da peleja final.

Geraldo:


Mais do que qualquer coisa, comportou-se de forma inteligente. Como (visivelmente) não ostenta uma boa forma física, tratou de comandar o ataque das equipes que defendeu. Não foi lá grandes coisas, mas também não deixou a desejar. Enfim, ficou na média. Nota cinco.

Ulisses:


Começou no elenco invicto (com uma vitória e dois empates), e jogando bem, com ótima movimentação e chutes de alta periculosidade. Mas na partida definitiva sua forma de jogar não “deu liga” com seus companheiros. Até que esforçou-se para tal, mas não rolou. Nem no gol, onde também se impõe, conseguiu evitar a derrota acachapante.

Hallan:


Provavelmente foi o súdito do Reino que mais sentiu as condições adversas, uma vez que se quer foi visto além do meio campo como de costume. Na defesa foi um fiasco quase total, visto que não atuou no Time de maior seqüência, e também não defendeu os impiedosos goleadores, ao contrário, lhes facilitou a vida. Quando no gol, foi aclamado como um dos melhores goleiros de Futebol de Botão da temporada.

Fábio Síndico:


Participação desastrosa desta estrela da constelação do Planeta Nossa Belinha Amizade. Seu desempenho foi pífio, haja vista que esteve presente nos dois elencos de derrotados. Seu principal lance ofensivo foi um “peixinho” em que Gabriel já estava batido e tal qual um zagueiro cabeceou a bola para o lado contrário à meta. Como ele conseguiu fazer isso, não me perguntem.

Hélio:


Um dos poucos que conseguiu apresentar sua principal característica mesmo com a chuva: roubar no placar. Impressionante a facilidade que encontra para realizar essa função.
Com a bola rolando ele evoluía bem, mas aparentava estar sem ritmo de jogo, pois no toque final sempre dava um drible a mais ou chutava ao invés de passar para um companheiro em posição privilegiada. Com isso Tássio ficava louca, digo, louco.
Também sob os arcos foi aclamado, mas como único goleiro do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade atuar fazendo a Dança do Siri.

Tassio:


Completamente fora do ar. O campo molhado prejudicou seu principal fundamento que é o drible em velocidade. Também não arriscou chutes de média, recurso em que tem ótimo aproveitamento. Parecia mais preocupado em apontar os erros de Hélio que acertar seus lances. Seu melhor momento foi o chapéu em Fabiano, muito plástico, mas sem grandes objetivos uma vez que estava em seu campo de defesa.

Marcelo TTS:


Como sugere sua alcunha (não é possível que tenha alguém no Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade que não saiba o que significa TTS...), usou e abusou de sua forma física pois deslocava-se por todos os setores do Beer Ball Stadium. Tecnicamente foi razoável, pois como não recebia a bola redonda, por si mesmo recuava para tentar organizar as tramas das equipes que defendeu. Falho no posicionamento, porque nessa de recuar, excedia o limite do meio campo, e todos sabemos que o “Edmundo” é mais funcional perto da baliza alheia.
Porém seu lance mais emblemático foi o frango por debaixo da saia, em chutezinho despretencioso, na resaída de bola em que ela foi morrendo, morrendo, morrendo até que morreu de vez no fundo da rede...

Cléber:


Como dito anteriormente, encontra-se visivelmente fora de forma, mas entre as debutantes, digo, os debutantes, foi o que teve melhor desempenho. Enquanto teve fôlego, permaneceu a frente do goleiro sempre evitando ou atrapalhando seus adversários no arremate final. Saiu invicto, uma vez que não participou do embate final. Resta saber como será seu comportamento em dias quentes, uma vez que a dezoito graus desistiu na terceira partida...

Reinaldo & Rodrigo


Parece até dupla sertaneja, mas é dupla “machucadeja” mesmo. Esses dois não têm avaliação, pois no momento em que o futebol estava mais crítico, tecnicamente falando, eles se contundiram e foram obrigados a abandonar o sagrado gramado do Beer Ball Stadium, sem conseguir alcançar a execução mínima de fundamentos para passar pelo justo crivo das avaliações do javascript:void(0)corpo editorial.

E o plantão Nossa Belinha Amizade informa:

Confraternização de fim de ano: 27 de Novembro.

Valor: R$ 70,00 por pessoa.

Hora: 10 às 17h.

Local: Jacarepaguá

Endereço: Assim que divulgarem postaremos

Vantagens: Comida liberada direto, Dj, piscina, campo.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Domingo, 19 de Setembro de 2010.

Nem o frio de dezesseis graus (segundo o relógio/termômetro digital enfincado na Praça de Irajá) que assolava o Reino de Nossa Belinha Amizade foi suficiente para esfriar os ânimos exaltados dos súditos que marcaram presença na cinzenta manhã do último domingo no Beer Ball Stadium. O que se viu foram partidas muito disputadas tanto na bola, como nas discussões. De oito embates ocorridos, cinco terminaram empatados (confiram a planilha abaixo).
Como o Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade deixou de ser colorido e restringiu-se a apenas duas cores, as Equipes serão nomeadas por letras ao invés de cores. Lembrando que um ou outro atleta defendeu mais de uma equipe, mas a espinha dorsal das foi mantida.

A
Oswaldo
Buraco
Coceira
Ulisses
Marcelo
Rogério

B
Fernandão
Migão
Tássio
Fabiano
Fábio Síndico
Jaime

C
Hallan
Américo
Betão
Reinaldo
Philipe

G
Igor
Rodrigo

E em homenagem ao Ulisses, um dos maiores craques do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade, temos a honra de divulgar a campanha de todos os Times que digladiaram-se no Beer Ball Stadium nessa semana:

A: 10 PT; 6J; 2V; 4E; 0D
C: 6PT ; 5J; 1V; 3E; 1D
B: 3PT; 5J; 0V; 3E; 2D

A 1 X 1 B
A 5 X 1 C
A 3 X 0 B
A 1 X 1 C
A 1 X 1 B
B 2 X 2 C
C 1 X 1 A
C 1 X 0 B

Seção Administrando Conflitos

O Lance:

Muitos questionamentos por conta de erros de arbitragens. Bate-boca, exclusões, chororô... Teve de tudo.

Análise:

O súdito do Reino que colocar-se a disposição para administrar disciplinarmente a partida tem que ser imparcial e impor-se com convicção. Não tem que ficar de “nhé-nhé-nhé”, de “Ah! Eles já ganharam três, quatro, cinco”, de “já marcaram pênalti que não foi...”. Tem que apitar a partida em questão e não ficar de “vingancinha” pelo que ocorreu em outras disputas.
Por outro lado, a equipe que sentir-se prejudicada por manter uma seqüência de triunfos, já provou que tem méritos, então deve manter o ritmo para continuar atropelando quem vier pela frente e não ficar de: “Ah! Eles querem tirar a gente!”, “Ah! A gente perdeu por causa do juiz...”, manter uma seqüência de quatro, cinco partidas é muito difícil pelo desgaste físico, emocional...
Enfim, erros ocasionais sempre ocorrerão. A não ser que convoquem Jesus (O Cristo) para arbitrar. O que não pode haver é erro proposital e contestação descabida.

Oswaldo:


Se fosse candidato a algum cargo político, receberia muitos votos do corpo editorial deste blog porque Oswaldo promete e cumpre. Nos comentários das semanas anteriores, onde era constantemente criticado, registrou neste informativo que voltaria a atuar de forma relevante nesse domingo, e assim o fez. Portou-se como um dos principais defensores da semana com uma `pegada` firme e sem erros de posicionamento e passes, facilitando o trabalho do setor de criação, e por algumas vezes surgindo como elemento surpresa na frente.

Cláudio Buraco:


Se Oswaldo foi um dos melhores zagueiros, Buraco figura entre os maiores craques da semana. Tal qual uma Ratazana acuada atacava e defendia com supremacia Além de formar a invicta dupla de zaga com aquele, este contribuía para que seus companheiros sentissem segurança em toda a defesa. Não obstante era com frequência acionado pelo setor ofensivo para conclusão das jogadas com ótimo aproveitamento.

Coceira:


“Se o mágico faz mágica, o Coceira faz `feitiço´”. E foi assim, como no alucinante ritmo do funk a participação desse ícone do Planeta Nossa Belinha Amizade nessa domingueira futebolística. As tramas ofensivas de sua equipe obrigatoriamente recebiam seu toque de qualidade e sua constante movimentação facilitava sua chegada a frente para perigosas conclusões. O chute de média distância que saiu de seu pé e apareceu na gaveta do goleiro Igor, foi cinematográfico.

Ulisses:


Correndo atrás do tempo perdido, continua no caminho de volta a sua antiga forma física e técnica. E está cada vez mais perto. Coletivamente foi perfeito, pois apesar de seu potencial ofensivo, com freqüência recuava para auxiliar na contenção e recuperação da bola. Seu principal fundamento foi o passe em que esbanjou categoria. Individualmente ainda não exibiu todo seu potencial.

Marcelo TTS:


A margem de uma boa atuação, não esteve no mesmo patamar que seus companheiros (chegou a dar algumas caneladas na bola). Sempre com uma sombra próximo a ele, não conseguia encontrar os espaços necessários para conclusão.
Sabe-se Deus se intencionalmente ou ao acaso, TTS saía do miolo da área, sempre atraindo a atenção (e marcação) dos defensores, com isso seus companheiros deitavam e rolavam concluindo as articulações do setor de criação.

Rogério:


O maior representante das “aberrações” do Reino de Nossa Belinha Amizade não evoluiu de forma significativa nessa semana, para se ter uma idéia nem envolvido nas maiores desavenças O Contender estava. Então, por aí você já viu, né? Se discutir que é o que ele faz melhor ele não sobressaiu, imagina jogando...

Fernandão:


Encontrou muitas dificuldades para sobrepor suas qualidades diante dos finalizadores oponentes. Sem um companheiro cujas características se completassem com as suas, viu-se solitário, indefeso, inofensivo, desprotegido, quase uma donzela.

Migão:


Com exceção do Hélio que faz corpo mole quando é sorteado para defender uma equipe que não lhe interessa (segundo denúncia de outros súditos divulgadas aqui na semana anterior), pensamos que todos fazem seu melhor para alcançar os triunfos. Mas Migão pensa completamente diferente, porque ele acha que o melhor sempre é ele mesmo (???) e reclama horrores quando seu time organiza uma trama que não passa por seus pés, se acha o Rei da Cocada Branca. E nesse episódio do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade, não foi diferente, e olha que errava muitos passes na saída de bola, ou seja no começo das articulações ofensivas.
Ao menos em um fundamento ele saiu-se bem, pois em uma das Equipes (a B, para ser mais exato) que defendeu, seu time não conseguia aproximar-se da meta, e ele de onde recebia batia sem dó nem piedade, a maioria inofensivamente, mas é melhor errar lá na frente que na cara do seu próprio goleiro.

Tássio:


Em sua volta depois das travessuras com garrafas de cerveja (Ta vendo Hélio? Não pode deixar esses meninos brincarem com bebidas alcoólicas), teve uma apresentação razoável, boa para quem estava um longo período inativo, mas abaixo de sua capacidade técnica. Faltou-lhe aquele “timming” na hora de passar a bola para companheiros melhores colocados. Uma coisa não desaprende: o caminho das redes.

Fabiano:


Boa partida tecnicamente com bons passes, e muita movimentação por todos os lados do setor de criação mesmo quando a desvantagem era irreversível. Só não contava com o paredão formado pelo setor defensivo da equipe A em que não conseguiu vencer.

Fábio Síndico:


Queria porque queria, que Tássio se mantivesse na frente, talvez para receber seus lançamentos (fundamento que obtém ótimo aproveitamento), sendo que esse atleta não tem essa característica, o que impedia a execução dessa estratégia. Também não conseguiu encaixar outra característica sua muito letal, que é a arrancada, onde ás vezes recebe uma bola no meio e só vai parar no arremate ou assistência que tangeiam a perfeição (vale lembrar que depois dessa jogada ele vai pro balão de oxigênio).
Sendo assim, teve uma atuação uma atuação básica.

Jaime:


Segundo sua própria análise correu feito louca, digo, louco durante suas apresentações no Beer Ball Stadium. Só que inexplicavelmente, ninguém confirma sua tese, o que acaba nos levando a crer que não produz nada vezes nada.
Para acabar de completar, foi apontado como culpado num lance em que foi combater Coceira (estupidamente orientado por Fabiano), quando Fernandão já o fazia, ficando então um adversário livre, leve e solto para arrematar.

Hallan:


Iniciou na equipe B e logo passou para a C. E viu-se perdido no bololô de zagueiros. Deveria ter avançado e composto a ala, onde normalmente se sai bem. Apesar de ter se omitido, não foi um mau zagueiro, excluindo (obviamente) o impiedoso cinco a um.

Américo:


Assumiu uma responsabilidade que não lhe cabia ao avançar para o setor de criação. Pois não está com condições físicas e técnicas para executar essa função. Dessa forma expôs a si e sua Equipe. Como “a experiência é uma professora cruel que primeiro dá o teste e depois a lição”, teve humildade para recompor a “cozinha” do time C ao lado do Hallan (que era para ter feito essa função), sendo recompensado mais tarde com o gol que selou o empate e posteriormente a vitória na “pedra maior” diante da patética Equipe B.

Betão:


Defendendo um time em que oitenta por cento dos atletas eram zagueiros, teve de se reinventar para fazer uma partida competitiva. Avançou ao setor de criação, mas de forma lógica e não apenas soltando suas “patadas atômicas” como estamos acostumados.

Reinaldo:


Até Betão se revelar comia o pão que o diabo amassou, por que os quatro defensores não falavam a mesma língua habilidosa de seu futebol. Depois que Beto se assumiu, tudo mudou, com um homem responsável pela distribuição, Reinaldo cumpria apenas funções ofensivas (e ousadas), sem intimidar-se com marcadores ou equívocos na construção das jogada, como no (belo) gol da reação em cima da equipe A.

Philipe:


Sem vocação ofensiva e com o miolo ocupado pelos demais defensores de sua equipe, coube a ele a função de cabeça de bagre, digo, cabeça de área. Não é sua posição de origem, logo, demorou a adaptar-se na função. Mas quando seu Time ajustou-se, ele acompanhou o padrão e não chegou a decepcionar, só que volantes ofensivos são fundamentais para uma equipe diferenciada, talvez por isso seu Escrete não tenha decolado.

Duelo de Goleiros

Igor:


Depois de quase congelar em missões pelo Rio Grande do Sul, parece que o rigoroso inverno gaúcho congelou seu cérebro, pois seu reflexo não estava apurado e sua principal saída de bola era um irritante lançamento em que a bola cruzava todo o gramado do Beer Ball Stadium sem qualquer objetivo. Raramente a bola chegava ao atacante (a maioria tocava na rede superior) e quando chegava, não havia como dominar devido a força com que era lançada. Parecia estar jogando “Queimado”.

Rodrigo:


Em sua segunda participação no Sagrado Gramado do Beer Ball Stadium, mostrou-se mais adaptado que na estréia. Ainda soltou algumas bolas, só que mais esperto, rebatia bem curtinho, a tempo de recuperar-se. Olha que fato interessante: disputou todos os jogos e não perdeu um se quer! Então em homenagem ao Ulisses podemos fazer uma nova classificação:

Rodrigo: 14 PT; 8J; 3V; 5E; 0D
A: 10 PT; 6J; 2V; 4E; 0D
C: 6PT; 5J; 1V; 3E; 1D
B: 3PT; 5J; 0V; 3E; 2D

E o plantão Nossa Belinha Amizade informa:

Não estranhem se o corpo editorial não comparecer domingo Beer Ball Stadium.