sábado, 5 de novembro de 2011
Jaime, a Super Máquina:
Impressionante seu vasto conhecimento sobre... “a vida das celebridades” (?!?)... Chegou nas dependências do Beer Ball Stadium falando da vida de vários famosos...
Em campo, parecia influenciado pela vida das Estrelas, foi dando dois dribles de cinema em Phiranha, e depois... mais nada. Quase que implorou pra alguém ceder um lugar na partida derradeira e quando enfim conseguiu, saiu alegando cansaço. Perguntar não ofende: Porque, diabos, pediu pra entrar?
Em campo, parecia influenciado pela vida das Estrelas, foi dando dois dribles de cinema em Phiranha, e depois... mais nada. Quase que implorou pra alguém ceder um lugar na partida derradeira e quando enfim conseguiu, saiu alegando cansaço. Perguntar não ofende: Porque, diabos, pediu pra entrar?
Viníciua Meia Lilás:
Seus melhores momentos ocorreram enquanto permaneceu na defesa, quando partia para o campo de ataque, não apresentava a dinâmica necessária a este setor.
Diego:
Peça fundamental no esquema de jogo de seu Time, pois tal qual um ser andrógeno, desenvolvia funções ativas e passivas, digo, ofensivas e defensivas. Antes de cansar, era evidente que tinha melhor performance no ataque, pois na defesa, quase complica sua Equipe numa partida em que venciam por três a um e os adversários chegaram ao empate depois de erros seus. Sorte que sua equipe desempatou no finalzinho.Claudinho:
Disciplinado taticamente, completou (com eficiência) o setor defensivo de sua equipe (com Charles Guerreiro e Meia Lilás). Fez um gol decisivo de longa distância, mas sua forma física não permitiu que permenecesse até o desenrolar finais dos fatos: saiu esgotado antes disso.
Marcelo TTS:
Dá sinais que não tem sido muito freqüente as aulas de SPINNING. Chegou muito depois do início dos trabalhos no Beer Ball Stadium, e bem antes do fim tirou, literalmente, seu time de campo. Jogou como nós aqui da redação gostamos de vê-lo, referência do ataque, mais não foi eficiente a ponto de conquistar os triunfos.
Velho Hélio:
Foi um dos poucos súditos do Reino de Nossa Belinha Amizade que manteve regularidade (em bom nível) do início ao fim, talvez querendo garantir o bicampeonato no Troféu Estatuto do Idoso (que aliás, é o favorito aqui da redação...rs...).Organizou sua Equipe com lucidez, principalmente, na parte inicial, onde todos os nobres do Reino ainda estavam em off.
Wilson Camaleão:
Passa por uma fase tenebrosa. Até nós aqui da Edição que somos, digamos, “complacentes” com esta personagem do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade, cedemos as contestações! No último episódio, Camaleão travou uma briga generalizada com a “pobre” da bola que de tanto apanhar, passou a agredi-lo também.Filipe MAC Gyver:
Não foi o diferenciado que costuma ser. Coletivamente, foi começar a funcionar no apagar das luzes (partida derradeira para ser mais preciso), individualmente ficou para próxima semana, pois em jogadas pessoais, até conseguiu lances eloqüentes mas as finalizações, preferimos não comentar.
Tássio, o Poder:
Colocava nos companheiros a responsabilidade por seu fracasso. Não esteve bem, e a cada lance errado, reclamava horrores (injustamente), com o Super-herói da Liga Nossa Belinha Amizade que não desse sequência aos lances em que estava envolvido.
Magic Coceira:
Assim como os outros Nobres do Reino de Nossa Belinha Amizade, pouco fez nos momentos iniciais, mas foi o primeiro a dar sinais de recuperação. Já na emocionante partida que terminou quatro a três, foi quem acreditou na reação e foi atrás do placar, só não contava com o golpe de misericórdia nos momentos finais. Depois (quando montaram o mega time com Canhão, o Poder, MAC Gyver, Bibinho e próprio Magic), deu prioridade ao setor defensivo e ali foi incontestável.
Beto Canhão:
Levou perigo constantemente as metas alheias, mas apenas com seus traiçoeiros chutes de longa distância, possui técnica para ser mais decisivo, mas a ausência de ritmo de jogo foi mais evidente.
Fabiano:
Começou “devagar, devagarinho” mas foi progredindo e evoluiu. Esteve a ponto de se tornar Artilheiro Musical, mas não consseguiu, ao menos foi competitivo até o momento final deste capítulo do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade.
Maranhão:
Com uma participação discreta, ao menos não se omitia e buscava participar das tramas, de maneira inofensiva (quase um café com leite), mas participava.
Gilbert Bibinho:
Mesmo com os resultados desfavoráveis, parecia disposto a revertê-los. Sempre com seriedade não baixou a guarda em nenhum momento, e sempre partiu em busca do gol.
Fernandão:
Foi um zagueiro esforçado. Dedicou-se a seu setor sem inventar muito. Cometeu falhas individuais banais, mas não teve volume de jogo suficiente para persuadir seus companheiros e conseguir acumular as vitórias.
Paulo:
Agradável a estreia desta criatura no Planeta Nossa Belinha Amizade.
Participou efetivamente dos lances mais agudos de sua Equipe, movimentando-se por todos os lados do campo com comprometimento.
Mas sua melhor façanha, foi divulgar o carinhoso apelido de seu amigo Vinícius. (que inclusive batalhou muito para incluí-lo no plantel do Nossa Amizade Futebol Soçaite). Fora do imponente Beer Ball Stadium, ele é terrivelmente conhecido como “Bebê”... Fofo não?
Duelo de Goleiros: RODRIGO versus GABRIEL
Rodrigo (arqueiro) foi o principal arqueiro do Ecossistema Nossa Belinha Amizade. Não foi grande responsável pelos resultados, mas a matemática é simples, foi o goleiro da Equipe que acumulou mais vitórias. Simples assim.
Gabriel, (vulnerável) não esteve em uma manhã muito inspirada. Fez o que pode, mas nada de extraordinário. Teve a vantagem de não encarar as bombas de Beto Canhão em nenhuma das disputas. Mas ainda assim, esteve vulnerável.
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