sábado, 9 de outubro de 2010

Domingo, 03 de outubro de 2010.

Domingo, dezoito graus, chuva fina, sete horas da manhã, todas as condições favoráveis para o aconchego de um edredom, correto? Nã-na-ni-na-não! Domingo pela manhã qualquer que seja a condição climática, todos os caminhos conduzem Nobres e Plebeus do Reino de Nossa Belinha Amizade ao Beer Ball Stadium! E não foram apenas súditos ativos que foram corajosos a vencer as condições desfavoráveis, pois os freqüentadores do departamento médico também prestigiaram nosso espetáculo dominical, entre eles Migão, Oswaldo, Wilson e Buraco. Faltando apenas o chefe supremo dos enfermos que acumula a função de chefe geral de arbitragem: Macalé.

Nossa Belinha Amizade DENÚNCIA

Dizem as boas línguas que Buraco não volta atuar esse ano para não correr o risco de ser mal avaliado pelo corpo editorial deste informativo e assim encerrar 2010 com uma atuação de gala. Aguardemos o desenrolar dos fatos para confirmar a veracidade da informação.
Quanto a participação coletiva de nossas estrelas, esteve aquém de suas possibilidades devido a chuva intermitente que insistia em assolar os craques do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade. Com o campo molhado a bola parecia cheia de sabão, de forma que nossos atletas, claramente, não conseguiam seu pleno domínio. Assim, quem melhor adaptou-se a essa realidade, apresentou uma melhor desenvoltura e a maior série invicta. Esses guerreiros foram: Gabriel, Cleber, Philipe, Coceira, Ulisses e Geraldo que permaneceram sem derrotas por três partidas consecutivas sendo derrubados apenas na pedra maior ( 0 X 0, 2 X 0, 0 X 0).


Num segundo momento, depois de algumas misturas entre nossos guerreiros, Azuis e Amarelos enfrentaram-se no seguinte dispositivo:

Azul: Ulisses, Hallan, Fábio Síndico, Hélio, Tássio e Marcelo TTS.

Amarelo: Gabriel, Fernandão, Philipe, Magic Coceira, Fabiano e Geraldo.

Onde os primeiros triunfaram com o escore de 2 X 0. Porém contusões e condicionamento físico exterminaram com a equipe “de fora” sendo nossos craques obrigados a disputarem a partida derradeira. Nessa situação a chuva era menos intermitente e nossos heróis já estavam melhores adaptados a essa condição, o que deu um pouco mais de dinâmica e contribuiu para uma sensível melhora no quesito técnica. A ironia da situação, ficou por conta do placar pois a equipe com atletas de melhor qualidade (Azul), perdeu a partida por incríveis 20 a 5 (confesso que no décimo segundo gol, parei de contar, mas depois disso mais alguns tentos foram anotados), embora as condições do gramado favorecessem aos desprovidos de habilidade, a diferença foi abissal (!!!).

Três novas figurinhas chegaram ao Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade com intenção (segundo os próprios) de integrarem o elenco de nosso espetáculo: Geraldo, Cleber e Rodrigo. Embora Rodrigo tenha se machucado em um de seus primeiros lances e Cleber não conseguir jogar até o final devido a (ausência de) seu preparo físico, Desejamos boas vindas aos novos atletas e que pelo amor de Deus, acompanhem e interajam com o blog.

Seção Administrando Conflitos

O Lance:

Com as ausências de Rogério Contender, Fábio Trinômio e Migão, o Hallan ficou sem ter com quem discutir. Assim coube a Hélio e Tássio ficarem trocando acusações mútuas sobre erros de passe e perda de gols.

Análise:

Nada que uns cascudos e um mês sem mesada não resolva, Hélio.

Gabriel:


Um dos responsáveis pelo elástico placar do último embate, além de ótimas defesas, marcou o gol que fechou o caixão da tosca equipe Azul. Também foi o arqueiro da maior sequência invicta do fim-de-semana sem levar gols. Sendo batido apenas na partida intermediária, mas nada que macule sua ótima atuação.

Fernandão:


Quase invisível na primeira parte deste capítulo da História do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade, cresceu e apareceu na segunda etapa como a referência do setor defensivo, inutilizando as ações ofensivas de quaisquer que fossem seus oponentes.

Philipe:


Um Cobra! Compôs ambas as equipes vitoriosas e fora fundamental nas duas, sempre completando o setor defensivo em auxílio ao beque central (primeiro Cleber, depois Fernandão), na saída de bola, servia como opção no meio, e ao seu modo (aos trancos e barrancos), também conduzia sua equipe ao ataque. Não ficou só nisso, pois além de defender e conduzir seu time à frente, Philipe finalizou seis chutes (segundo suas próprias contas) com eficiência, calando seus críticos que o pareava com Edílson no “Troféu Charles Guerreiro 2010” e derrubou o tabu de não jogar bem diante do corpo editorial deste periódico.

Magic Coceira:


Outro que fez a diferença nas duas formações triunfantes. Sem grandes truques dessa vez, privilegiou-se de seu bom preparo físico e ótima leitura de jogo, tanto que ao lado de Ulisses ou de Fabiano conseguiu sobressair-se diante dos adversários na construção e desconstrução das jogadas.