quinta-feira, 1 de julho de 2010

Domingo, 26 de Junho de 2010.

Podem parar de ficar lendo esses sites sem graça sobre Copa do Mundo! Pois o site que narra o melhor futebol de Irajá e adjacências voltou, aliás ele nunca foi, simplesmente esteve sem atualização. Mas isso não é mais problema. Isso é solução! E vamos falar de futebol que essa conversa já te enchendo a paciência!

Três equipes foram formadas neste domingo no Beer Ball Stadium, com características muito diferentes umas das outras. A Verde tinha uma defesa muito difícil de ser vazada, sendo Fábio Síndico e Hallan os principais responsáveis. A equipe Laranja, contava com Tássio (na verdade um exército de um homem só, pois era a única vida inteligente no seu time) e o time branco com o melhor quarteto ofensivo da semana (com Coceira, Hélio, Peu e Rogério), não individualmente, mas coletivamente (com exceção para Rogério, que individualmente destacou-se também).

V 2 X 2 L
L 0 X 1 B
V 1 X 0 B
V 4 X 1 L
V 0 X 1 B
B 0 X 0 L
L 1 X 0 V
B 1 X 0 L
V 1 X 2 B

B: 4V, 1E, 1D
V: 2V, 1E, 3D
L: 1V, 2E, 3D

Seção Administrando Conflitos

Somente algumas reclamações isoladas com a arbitragem. E nenhuma perda de tempo com discussões inúteis. Estamos virando gente...rs...

E o plantão Nossa Belinha Amizade informa:

Segundo o Diretor Buraco, os membros poderão retirar no próximo domingo diretamente com ele o Manto Sagrado de nosso grupo. Trata-se de um colete com face-dupla, podendo ser usado dos dois lados, mais prático e higiênico, uma vez que não mais será preciso revezar coletes encharcado de transpiração com o coleguinha. Ah! Mais uma coisa a higiene sairá pela bagatela de R$ 26,00,

A partir do próximo domingo o acesso ao blog se dará através do endereço WWW.nossaamizadefutebolsocaite.blog.spot.com adcionem a seus favoritos.

Branca:

Edilson:

Jogou bem, jogou bem.
Mas o mais importante foi que na semana passada, na ausência dos editores do blog, ele conseguiu fazer não um, mas dois gols! È verdade! Podem acreditar! E mais incrível ainda, recuperamos as imagens desses momentos raros, confiram abaixo.


Bibinho:


Usou bem seu condicionamento físico, aproveitando a versatilidade dos atletas de sua equipe. Junto de Edilson bloqueava jogadas ofensivas e ainda tinha fôlego para participar da linha de frente, isso tudo sem comprometer e dentro de suas limitações técnicas, lógico.

Leon:


Merece todo reconhecimento dos personagens do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade, pois mesmo no dia do falecimento de sua avó não deixou de se fazer presente neste fim de semana. Como só ficamos sabendo ao fim desse encontro dominical, aqui no blog prestaremos uma homenagem de uma linha de silêncio em memória da avó do Leon:............................................................................................................................................. Bom, quanto a seu futebol é melhor deixarmos a avaliação para próxima semana porque ele devia estar abalado com a perda.

Hélio:


Malandro viu que a equipe Verde não ia conseguir muita coisa, cambou pra Branca. Lá, perdeu o primeiro confronto entre eles, mas em compensação ganhou outros dois e saiu do gramado do Beer Ball Stadium com a equipe que mais acumulou triunfos.

Coceira:


Era o principal articulador da Equipe Branca, sem posição fixa, corria de uma extremidade a outra lateral e longitudinalmente organizando as jogadas brancas mais letais.

Peu:


Longe de seus melhores dias e do posicionamento idem. Não criou pelos cantos e se enrolou um pouco pelo meio, mas quando passava a bola de primeira, surgiam idéias criativas.

Rogério:


Escolhido por Coceira para ser a referência do ataque Branco. E não é que deu muito certo? Rogério comeu a bola (no bom sentido). Fez N gols, atuava como pivô e acreditem... Fez um gol olímpico! Coisa que nem Tássio, nem Ulisses, nem Fábio Trinômio, ou seja, nenhum dos nossos craques e nenhum dos nossos perebas igualaram. Parabéns Rogério, você acaba de registrar sua passagem para o todo o sempre na história do Reino de Nossa Belinha Amizade.

Verde:

Hallan:


Firme na defesa, e ótimos lançamentos. Para se ter uma noção da perfeição desse fundamento, ele conseguiu que Jaime acertasse um gol depois de a bola percorrer por via aérea toda a extensão do campo adversário. Inacreditável Futebol Clube.

Marcelo:


Percebeu que seu time não tinha bons armadores e saiu da área para servir como mais uma opção na criação. Para quem não é do setor de criação até que saiu-se relativamente bem, mas sua maior virtude foi conseguir manter o mesmo nível físico até o fim.

Bruno:


Idêntico ao Marcelo só que o primeiro atuou pelo lado direito e esse pelo lado esquerdo. E ele agüenta melhor o desgaste físico por ser faixa preta de Muay Thai (significa boxe tailandês, mas se fala com biquinho).

Jaime:


Fez um difícil gol de primeira depois de milimétrico lançamento de Hallan. Sem a bola até que era participativo correndo e combatendo o problema está em quando tem espaço e tempo para produzir algo...

Fabiano:



Muito combativo no meio, mas pecava absurdamente na saída de bola, cansou de passar a bola para o adversário, fazendo com que Fábio e Hallan se virassem para desfazer a mer..., digo, besteira que havia feito. E isso, quando dava para evitar , pois nem sempre dava.

Fábio Síndico:


Poucos foram os lances perdidos por ele em disputas (lembrava o Phelipe de outrora) E não ficou só nisso, corria, orientava e articulava sua equipe era o único organizado na desorganizada equipe Verde.

Gabriel:


Não foi determinante nem positiva nem negativamente pelos resultados. Resumindo poderia ter sido substituído por um cone. Aliás, acho que um cone não aceitaria aquele gol olímpico...

Laranja:

Buraco:


Cansado das reclamações dos companheiros, teve uma um hora que abriu mão da marcação e deixou o adversário passar por ele (como se fosse difícil) sem esboçar nenhuma reação, dizendo que os outros erravam e ele não reclamava de ninguém... Se a moda pega, acabou o futebol né...

Migão:


Tentava orientar seus companheiros dentro de campo, mas pelo que jogou, era preferível que ficasse do lado de fora com uma pranchetinha.

Phelipe:


Antes de começar o espetáculo semanal disse que tinha duas possibilidades: ou ia jogar muito e arrebentar a boca do balão ou não ia jogar absolutamente nada. Ele optou pela segunda.

Fernandão:


Foi quem mais aproximou-se do nível de Tássio no time Laranja. Inteligente, suas saídas da defesa sempre buscavam seu talento.

Tássio:


A força motriz que fazia andar a equipe Laranja. Todas as jogadas giravam em torno dele. Inclusive, se não estou enganado, fez todos os gols de seu time.

Osvaldo:


Apático demais. Com a defesa povoada por Fernandão e Ninguém (Phelipe, foi simplesmente inexistente), teve que puxar para o meio, neste posicionamento esteve abaixo das expectativas.