Nem o frio de dezesseis graus (segundo o relógio/termômetro digital enfincado na Praça de Irajá) que assolava o Reino de Nossa Belinha Amizade foi suficiente para esfriar os ânimos exaltados dos súditos que marcaram presença na cinzenta manhã do último domingo no Beer Ball Stadium. O que se viu foram partidas muito disputadas tanto na bola, como nas discussões. De oito embates ocorridos, cinco terminaram empatados (confiram a planilha abaixo).
Como o Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade deixou de ser colorido e restringiu-se a apenas duas cores, as Equipes serão nomeadas por letras ao invés de cores. Lembrando que um ou outro atleta defendeu mais de uma equipe, mas a espinha dorsal das foi mantida.
A
Oswaldo
Buraco
Coceira
Ulisses
Marcelo
Rogério
B
Fernandão
Migão
Tássio
Fabiano
Fábio Síndico
Jaime
C
Hallan
Américo
Betão
Reinaldo
Philipe
G
Igor
Rodrigo
E em homenagem ao Ulisses, um dos maiores craques do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade, temos a honra de divulgar a campanha de todos os Times que digladiaram-se no Beer Ball Stadium nessa semana:
A: 10 PT; 6J; 2V; 4E; 0D
C: 6PT ; 5J; 1V; 3E; 1D
B: 3PT; 5J; 0V; 3E; 2D
A 1 X 1 B
A 5 X 1 C
A 3 X 0 B
A 1 X 1 C
A 1 X 1 B
B 2 X 2 C
C 1 X 1 A
C 1 X 0 B
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Seção Administrando Conflitos
O Lance:
Muitos questionamentos por conta de erros de arbitragens. Bate-boca, exclusões, chororô... Teve de tudo.
Análise:
O súdito do Reino que colocar-se a disposição para administrar disciplinarmente a partida tem que ser imparcial e impor-se com convicção. Não tem que ficar de “nhé-nhé-nhé”, de “Ah! Eles já ganharam três, quatro, cinco”, de “já marcaram pênalti que não foi...”. Tem que apitar a partida em questão e não ficar de “vingancinha” pelo que ocorreu em outras disputas.
Por outro lado, a equipe que sentir-se prejudicada por manter uma seqüência de triunfos, já provou que tem méritos, então deve manter o ritmo para continuar atropelando quem vier pela frente e não ficar de: “Ah! Eles querem tirar a gente!”, “Ah! A gente perdeu por causa do juiz...”, manter uma seqüência de quatro, cinco partidas é muito difícil pelo desgaste físico, emocional...
Enfim, erros ocasionais sempre ocorrerão. A não ser que convoquem Jesus (O Cristo) para arbitrar. O que não pode haver é erro proposital e contestação descabida.
Muitos questionamentos por conta de erros de arbitragens. Bate-boca, exclusões, chororô... Teve de tudo.
Análise:
O súdito do Reino que colocar-se a disposição para administrar disciplinarmente a partida tem que ser imparcial e impor-se com convicção. Não tem que ficar de “nhé-nhé-nhé”, de “Ah! Eles já ganharam três, quatro, cinco”, de “já marcaram pênalti que não foi...”. Tem que apitar a partida em questão e não ficar de “vingancinha” pelo que ocorreu em outras disputas.
Por outro lado, a equipe que sentir-se prejudicada por manter uma seqüência de triunfos, já provou que tem méritos, então deve manter o ritmo para continuar atropelando quem vier pela frente e não ficar de: “Ah! Eles querem tirar a gente!”, “Ah! A gente perdeu por causa do juiz...”, manter uma seqüência de quatro, cinco partidas é muito difícil pelo desgaste físico, emocional...
Enfim, erros ocasionais sempre ocorrerão. A não ser que convoquem Jesus (O Cristo) para arbitrar. O que não pode haver é erro proposital e contestação descabida.
Oswaldo:

Se fosse candidato a algum cargo político, receberia muitos votos do corpo editorial deste blog porque Oswaldo promete e cumpre. Nos comentários das semanas anteriores, onde era constantemente criticado, registrou neste informativo que voltaria a atuar de forma relevante nesse domingo, e assim o fez. Portou-se como um dos principais defensores da semana com uma `pegada` firme e sem erros de posicionamento e passes, facilitando o trabalho do setor de criação, e por algumas vezes surgindo como elemento surpresa na frente.
Cláudio Buraco:

Se Oswaldo foi um dos melhores zagueiros, Buraco figura entre os maiores craques da semana. Tal qual uma Ratazana acuada atacava e defendia com supremacia Além de formar a invicta dupla de zaga com aquele, este contribuía para que seus companheiros sentissem segurança em toda a defesa. Não obstante era com frequência acionado pelo setor ofensivo para conclusão das jogadas com ótimo aproveitamento.
Coceira:

“Se o mágico faz mágica, o Coceira faz `feitiço´”. E foi assim, como no alucinante ritmo do funk a participação desse ícone do Planeta Nossa Belinha Amizade nessa domingueira futebolística. As tramas ofensivas de sua equipe obrigatoriamente recebiam seu toque de qualidade e sua constante movimentação facilitava sua chegada a frente para perigosas conclusões. O chute de média distância que saiu de seu pé e apareceu na gaveta do goleiro Igor, foi cinematográfico.
Ulisses:

Correndo atrás do tempo perdido, continua no caminho de volta a sua antiga forma física e técnica. E está cada vez mais perto. Coletivamente foi perfeito, pois apesar de seu potencial ofensivo, com freqüência recuava para auxiliar na contenção e recuperação da bola. Seu principal fundamento foi o passe em que esbanjou categoria. Individualmente ainda não exibiu todo seu potencial.
Marcelo TTS:

A margem de uma boa atuação, não esteve no mesmo patamar que seus companheiros (chegou a dar algumas caneladas na bola). Sempre com uma sombra próximo a ele, não conseguia encontrar os espaços necessários para conclusão.
Sabe-se Deus se intencionalmente ou ao acaso, TTS saía do miolo da área, sempre atraindo a atenção (e marcação) dos defensores, com isso seus companheiros deitavam e rolavam concluindo as articulações do setor de criação.
Rogério:

O maior representante das “aberrações” do Reino de Nossa Belinha Amizade não evoluiu de forma significativa nessa semana, para se ter uma idéia nem envolvido nas maiores desavenças O Contender estava. Então, por aí você já viu, né? Se discutir que é o que ele faz melhor ele não sobressaiu, imagina jogando...
Fernandão:
Migão:

Com exceção do Hélio que faz corpo mole quando é sorteado para defender uma equipe que não lhe interessa (segundo denúncia de outros súditos divulgadas aqui na semana anterior), pensamos que todos fazem seu melhor para alcançar os triunfos. Mas Migão pensa completamente diferente, porque ele acha que o melhor sempre é ele mesmo (???) e reclama horrores quando seu time organiza uma trama que não passa por seus pés, se acha o Rei da Cocada Branca. E nesse episódio do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade, não foi diferente, e olha que errava muitos passes na saída de bola, ou seja no começo das articulações ofensivas.
Ao menos em um fundamento ele saiu-se bem, pois em uma das Equipes (a B, para ser mais exato) que defendeu, seu time não conseguia aproximar-se da meta, e ele de onde recebia batia sem dó nem piedade, a maioria inofensivamente, mas é melhor errar lá na frente que na cara do seu próprio goleiro.
Tássio:

Em sua volta depois das travessuras com garrafas de cerveja (Ta vendo Hélio? Não pode deixar esses meninos brincarem com bebidas alcoólicas), teve uma apresentação razoável, boa para quem estava um longo período inativo, mas abaixo de sua capacidade técnica. Faltou-lhe aquele “timming” na hora de passar a bola para companheiros melhores colocados. Uma coisa não desaprende: o caminho das redes.
Fabiano:
Fábio Síndico:

Queria porque queria, que Tássio se mantivesse na frente, talvez para receber seus lançamentos (fundamento que obtém ótimo aproveitamento), sendo que esse atleta não tem essa característica, o que impedia a execução dessa estratégia. Também não conseguiu encaixar outra característica sua muito letal, que é a arrancada, onde ás vezes recebe uma bola no meio e só vai parar no arremate ou assistência que tangeiam a perfeição (vale lembrar que depois dessa jogada ele vai pro balão de oxigênio).
Sendo assim, teve uma atuação uma atuação básica.
Jaime:

Segundo sua própria análise correu feito louca, digo, louco durante suas apresentações no Beer Ball Stadium. Só que inexplicavelmente, ninguém confirma sua tese, o que acaba nos levando a crer que não produz nada vezes nada.
Para acabar de completar, foi apontado como culpado num lance em que foi combater Coceira (estupidamente orientado por Fabiano), quando Fernandão já o fazia, ficando então um adversário livre, leve e solto para arrematar.
Hallan:
Américo:

Assumiu uma responsabilidade que não lhe cabia ao avançar para o setor de criação. Pois não está com condições físicas e técnicas para executar essa função. Dessa forma expôs a si e sua Equipe. Como “a experiência é uma professora cruel que primeiro dá o teste e depois a lição”, teve humildade para recompor a “cozinha” do time C ao lado do Hallan (que era para ter feito essa função), sendo recompensado mais tarde com o gol que selou o empate e posteriormente a vitória na “pedra maior” diante da patética Equipe B.
Betão:
Reinaldo:

Até Betão se revelar comia o pão que o diabo amassou, por que os quatro defensores não falavam a mesma língua habilidosa de seu futebol. Depois que Beto se assumiu, tudo mudou, com um homem responsável pela distribuição, Reinaldo cumpria apenas funções ofensivas (e ousadas), sem intimidar-se com marcadores ou equívocos na construção das jogada, como no (belo) gol da reação em cima da equipe A.
Philipe:

Sem vocação ofensiva e com o miolo ocupado pelos demais defensores de sua equipe, coube a ele a função de cabeça de bagre, digo, cabeça de área. Não é sua posição de origem, logo, demorou a adaptar-se na função. Mas quando seu Time ajustou-se, ele acompanhou o padrão e não chegou a decepcionar, só que volantes ofensivos são fundamentais para uma equipe diferenciada, talvez por isso seu Escrete não tenha decolado.
Igor:

Depois de quase congelar em missões pelo Rio Grande do Sul, parece que o rigoroso inverno gaúcho congelou seu cérebro, pois seu reflexo não estava apurado e sua principal saída de bola era um irritante lançamento em que a bola cruzava todo o gramado do Beer Ball Stadium sem qualquer objetivo. Raramente a bola chegava ao atacante (a maioria tocava na rede superior) e quando chegava, não havia como dominar devido a força com que era lançada. Parecia estar jogando “Queimado”.
Rodrigo:

Em sua segunda participação no Sagrado Gramado do Beer Ball Stadium, mostrou-se mais adaptado que na estréia. Ainda soltou algumas bolas, só que mais esperto, rebatia bem curtinho, a tempo de recuperar-se. Olha que fato interessante: disputou todos os jogos e não perdeu um se quer! Então em homenagem ao Ulisses podemos fazer uma nova classificação:
Rodrigo: 14 PT; 8J; 3V; 5E; 0D
A: 10 PT; 6J; 2V; 4E; 0D
C: 6PT; 5J; 1V; 3E; 1D
B: 3PT; 5J; 0V; 3E; 2D
E o plantão Nossa Belinha Amizade informa:
Não estranhem se o corpo editorial não comparecer domingo Beer Ball Stadium.
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