O Lance:
Muitos questionamentos por conta de erros de arbitragens. Bate-boca, exclusões, chororô... Teve de tudo.
Análise:
O súdito do Reino que colocar-se a disposição para administrar disciplinarmente a partida tem que ser imparcial e impor-se com convicção. Não tem que ficar de “nhé-nhé-nhé”, de “Ah! Eles já ganharam três, quatro, cinco”, de “já marcaram pênalti que não foi...”. Tem que apitar a partida em questão e não ficar de “vingancinha” pelo que ocorreu em outras disputas.
Por outro lado, a equipe que sentir-se prejudicada por manter uma seqüência de triunfos, já provou que tem méritos, então deve manter o ritmo para continuar atropelando quem vier pela frente e não ficar de: “Ah! Eles querem tirar a gente!”, “Ah! A gente perdeu por causa do juiz...”, manter uma seqüência de quatro, cinco partidas é muito difícil pelo desgaste físico, emocional...
Enfim, erros ocasionais sempre ocorrerão. A não ser que convoquem Jesus (O Cristo) para arbitrar. O que não pode haver é erro proposital e contestação descabida.
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