sábado, 10 de setembro de 2011
Flávio Estrelinha:
Ao voltar de mais uma derrota para as gélidas arquibancadas do Beer Ball Stadium, teve a audácia de se reportar ao redator perguntando: “E aí? Registrou algo de bom?” – a resposta foi curta e grossa: “Sim. Mas nada vindo de você.”
Pelo teor da conversa, deu pra notar que sua participação não foi lá muito convincente.
Philipe Phiranha:
Algo estranho anda acontecendo com essa personagem... Primeiro: apareceu no Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade com uma tatoo no cóccix, digo, ombro, absolutamente abstrata, mas ele jura “sua mãe mortinha” que é um deus grego (???) com um barril de Brahma(???).
Segundo: não anda nada-nada tolerante. Basta um errozinho do juiz para ela, digo, ele, subir nas tamancas. Dizem os críticos de plantão que tais fatos iniciaram depois do advento de seu primogênito.
Oswaldo:
Inicialmente atuando numa posição ofensiva, pouco recebia a bola (mas também não fazia muita coisa para reverter essa situação). Percebendo a dificuldade, tomou a decisão mais acertada na sua vida naquele momento: recuou. Pessoalmente foi mais ativo (chutes perigosos, lançamentos corretos, etc), coletivamente não conseguiu mudar a sina das derrotas. Pé frio, passou ao quinteto vitorioso na Partida final, e advinhem só? Perdeu...rs...
Fernandão:
Até que tentou imprimir alguma versatilidade em sua atuação, mas o máximo que conseguiu foi fazer número.
Diego:
Aparentando estar completamente desligado, coube a ele ser a primeira Criatura a puxar o caminho da roça e deixar as imponentes dependências do Beer Ball Stadium, aliás, ninguém sentiu sua falta.
Velho Hélio:
Ainda não conseguiu se livrar totalmente da “urucubaca” que o persegue. Nesse capítulo do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade, teve alguns lampejos, mas jogar competitivamente que é bom, neca de pitibiriba.
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