quinta-feira, 22 de dezembro de 2011


Flávio Estrelinha começou como referência de ataque, aliás, muito bem por sinal. Fez logo de cara dois gols (sendo um deles, um raro gol por cima do goleiro de longe), tinha tudo para se tornar o último Artilheiro Musical do ano, era a primeira partida, e ainda havia bastante tempo, só que se desconcentrou e ficou pensando em qual música pediria. Pensou, pensou, pensou, o tempo passou e gol da consagração não saiu. E pior, os adversários empataram o jogo e seu time perdeu a disputa no dado ....(Risos...)
Pior ainda: jogou tudo que podia (e sabia), esgotando seu repertório, passando de protagonista a mero coadjuvante (ou seria figurante?)  no restante do episódio da Liga de Nossa Belinha Amizade.

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