
A mais ninguém caberia a responsabilidade de produzir lances capitais se não ao súdito do Reino de Nossa Belinha Amizade que ostenta junto a seu nome o adjetivo “Magic”. E mesmo com a marcação em cima, não fez a menor cerimônia para driblar Fabiano por entre as pernas perto da linha de fundo de ataque, lance que seus companheiros não aproveitaram e permitiram o contra-ataque em que o próprio Fabiano igualou mais uma vez o placar com um chute na gaveta de Gabriel.
Fora essa infelicidade (ou felicidade, não sabe-se ao certo) foi mais uma vez incansável, tanto na recuperação da bola em que todas (ou quase todas) as finalizações não ocorriam sem antes passar pelo seu direcionamento.
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