Nem o frio de dezesseis graus (segundo o relógio/termômetro digital enfincado na Praça de Irajá) que assolava o Reino de Nossa Belinha Amizade foi suficiente para esfriar os ânimos exaltados dos súditos que marcaram presença na cinzenta manhã do último domingo no Beer Ball Stadium. O que se viu foram partidas muito disputadas tanto na bola, como nas discussões. De oito embates ocorridos, cinco terminaram empatados (confiram a planilha abaixo).
Como o Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade deixou de ser colorido e restringiu-se a apenas duas cores, as Equipes serão nomeadas por letras ao invés de cores. Lembrando que um ou outro atleta defendeu mais de uma equipe, mas a espinha dorsal das foi mantida.
A
Oswaldo
Buraco
Coceira
Ulisses
Marcelo
Rogério
B
Fernandão
Migão
Tássio
Fabiano
Fábio Síndico
Jaime
C
Hallan
Américo
Betão
Reinaldo
Philipe
G
Igor
Rodrigo
E em homenagem ao Ulisses, um dos maiores craques do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade, temos a honra de divulgar a campanha de todos os Times que digladiaram-se no Beer Ball Stadium nessa semana:
A: 10 PT; 6J; 2V; 4E; 0D
C: 6PT ; 5J; 1V; 3E; 1D
B: 3PT; 5J; 0V; 3E; 2D
A 1 X 1 B
A 5 X 1 C
A 3 X 0 B
A 1 X 1 C
A 1 X 1 B
B 2 X 2 C
C 1 X 1 A
C 1 X 0 B
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Seção Administrando Conflitos
O Lance:
Muitos questionamentos por conta de erros de arbitragens. Bate-boca, exclusões, chororô... Teve de tudo.
Análise:
O súdito do Reino que colocar-se a disposição para administrar disciplinarmente a partida tem que ser imparcial e impor-se com convicção. Não tem que ficar de “nhé-nhé-nhé”, de “Ah! Eles já ganharam três, quatro, cinco”, de “já marcaram pênalti que não foi...”. Tem que apitar a partida em questão e não ficar de “vingancinha” pelo que ocorreu em outras disputas.
Por outro lado, a equipe que sentir-se prejudicada por manter uma seqüência de triunfos, já provou que tem méritos, então deve manter o ritmo para continuar atropelando quem vier pela frente e não ficar de: “Ah! Eles querem tirar a gente!”, “Ah! A gente perdeu por causa do juiz...”, manter uma seqüência de quatro, cinco partidas é muito difícil pelo desgaste físico, emocional...
Enfim, erros ocasionais sempre ocorrerão. A não ser que convoquem Jesus (O Cristo) para arbitrar. O que não pode haver é erro proposital e contestação descabida.
Muitos questionamentos por conta de erros de arbitragens. Bate-boca, exclusões, chororô... Teve de tudo.
Análise:
O súdito do Reino que colocar-se a disposição para administrar disciplinarmente a partida tem que ser imparcial e impor-se com convicção. Não tem que ficar de “nhé-nhé-nhé”, de “Ah! Eles já ganharam três, quatro, cinco”, de “já marcaram pênalti que não foi...”. Tem que apitar a partida em questão e não ficar de “vingancinha” pelo que ocorreu em outras disputas.
Por outro lado, a equipe que sentir-se prejudicada por manter uma seqüência de triunfos, já provou que tem méritos, então deve manter o ritmo para continuar atropelando quem vier pela frente e não ficar de: “Ah! Eles querem tirar a gente!”, “Ah! A gente perdeu por causa do juiz...”, manter uma seqüência de quatro, cinco partidas é muito difícil pelo desgaste físico, emocional...
Enfim, erros ocasionais sempre ocorrerão. A não ser que convoquem Jesus (O Cristo) para arbitrar. O que não pode haver é erro proposital e contestação descabida.
Oswaldo:

Se fosse candidato a algum cargo político, receberia muitos votos do corpo editorial deste blog porque Oswaldo promete e cumpre. Nos comentários das semanas anteriores, onde era constantemente criticado, registrou neste informativo que voltaria a atuar de forma relevante nesse domingo, e assim o fez. Portou-se como um dos principais defensores da semana com uma `pegada` firme e sem erros de posicionamento e passes, facilitando o trabalho do setor de criação, e por algumas vezes surgindo como elemento surpresa na frente.
Cláudio Buraco:

Se Oswaldo foi um dos melhores zagueiros, Buraco figura entre os maiores craques da semana. Tal qual uma Ratazana acuada atacava e defendia com supremacia Além de formar a invicta dupla de zaga com aquele, este contribuía para que seus companheiros sentissem segurança em toda a defesa. Não obstante era com frequência acionado pelo setor ofensivo para conclusão das jogadas com ótimo aproveitamento.
Coceira:

“Se o mágico faz mágica, o Coceira faz `feitiço´”. E foi assim, como no alucinante ritmo do funk a participação desse ícone do Planeta Nossa Belinha Amizade nessa domingueira futebolística. As tramas ofensivas de sua equipe obrigatoriamente recebiam seu toque de qualidade e sua constante movimentação facilitava sua chegada a frente para perigosas conclusões. O chute de média distância que saiu de seu pé e apareceu na gaveta do goleiro Igor, foi cinematográfico.
Ulisses:

Correndo atrás do tempo perdido, continua no caminho de volta a sua antiga forma física e técnica. E está cada vez mais perto. Coletivamente foi perfeito, pois apesar de seu potencial ofensivo, com freqüência recuava para auxiliar na contenção e recuperação da bola. Seu principal fundamento foi o passe em que esbanjou categoria. Individualmente ainda não exibiu todo seu potencial.
Marcelo TTS:

A margem de uma boa atuação, não esteve no mesmo patamar que seus companheiros (chegou a dar algumas caneladas na bola). Sempre com uma sombra próximo a ele, não conseguia encontrar os espaços necessários para conclusão.
Sabe-se Deus se intencionalmente ou ao acaso, TTS saía do miolo da área, sempre atraindo a atenção (e marcação) dos defensores, com isso seus companheiros deitavam e rolavam concluindo as articulações do setor de criação.
Rogério:

O maior representante das “aberrações” do Reino de Nossa Belinha Amizade não evoluiu de forma significativa nessa semana, para se ter uma idéia nem envolvido nas maiores desavenças O Contender estava. Então, por aí você já viu, né? Se discutir que é o que ele faz melhor ele não sobressaiu, imagina jogando...
Fernandão:
Migão:

Com exceção do Hélio que faz corpo mole quando é sorteado para defender uma equipe que não lhe interessa (segundo denúncia de outros súditos divulgadas aqui na semana anterior), pensamos que todos fazem seu melhor para alcançar os triunfos. Mas Migão pensa completamente diferente, porque ele acha que o melhor sempre é ele mesmo (???) e reclama horrores quando seu time organiza uma trama que não passa por seus pés, se acha o Rei da Cocada Branca. E nesse episódio do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade, não foi diferente, e olha que errava muitos passes na saída de bola, ou seja no começo das articulações ofensivas.
Ao menos em um fundamento ele saiu-se bem, pois em uma das Equipes (a B, para ser mais exato) que defendeu, seu time não conseguia aproximar-se da meta, e ele de onde recebia batia sem dó nem piedade, a maioria inofensivamente, mas é melhor errar lá na frente que na cara do seu próprio goleiro.
Tássio:

Em sua volta depois das travessuras com garrafas de cerveja (Ta vendo Hélio? Não pode deixar esses meninos brincarem com bebidas alcoólicas), teve uma apresentação razoável, boa para quem estava um longo período inativo, mas abaixo de sua capacidade técnica. Faltou-lhe aquele “timming” na hora de passar a bola para companheiros melhores colocados. Uma coisa não desaprende: o caminho das redes.
Fabiano:
Fábio Síndico:

Queria porque queria, que Tássio se mantivesse na frente, talvez para receber seus lançamentos (fundamento que obtém ótimo aproveitamento), sendo que esse atleta não tem essa característica, o que impedia a execução dessa estratégia. Também não conseguiu encaixar outra característica sua muito letal, que é a arrancada, onde ás vezes recebe uma bola no meio e só vai parar no arremate ou assistência que tangeiam a perfeição (vale lembrar que depois dessa jogada ele vai pro balão de oxigênio).
Sendo assim, teve uma atuação uma atuação básica.
Jaime:

Segundo sua própria análise correu feito louca, digo, louco durante suas apresentações no Beer Ball Stadium. Só que inexplicavelmente, ninguém confirma sua tese, o que acaba nos levando a crer que não produz nada vezes nada.
Para acabar de completar, foi apontado como culpado num lance em que foi combater Coceira (estupidamente orientado por Fabiano), quando Fernandão já o fazia, ficando então um adversário livre, leve e solto para arrematar.
Hallan:
Américo:

Assumiu uma responsabilidade que não lhe cabia ao avançar para o setor de criação. Pois não está com condições físicas e técnicas para executar essa função. Dessa forma expôs a si e sua Equipe. Como “a experiência é uma professora cruel que primeiro dá o teste e depois a lição”, teve humildade para recompor a “cozinha” do time C ao lado do Hallan (que era para ter feito essa função), sendo recompensado mais tarde com o gol que selou o empate e posteriormente a vitória na “pedra maior” diante da patética Equipe B.
Betão:
Reinaldo:

Até Betão se revelar comia o pão que o diabo amassou, por que os quatro defensores não falavam a mesma língua habilidosa de seu futebol. Depois que Beto se assumiu, tudo mudou, com um homem responsável pela distribuição, Reinaldo cumpria apenas funções ofensivas (e ousadas), sem intimidar-se com marcadores ou equívocos na construção das jogada, como no (belo) gol da reação em cima da equipe A.
Philipe:

Sem vocação ofensiva e com o miolo ocupado pelos demais defensores de sua equipe, coube a ele a função de cabeça de bagre, digo, cabeça de área. Não é sua posição de origem, logo, demorou a adaptar-se na função. Mas quando seu Time ajustou-se, ele acompanhou o padrão e não chegou a decepcionar, só que volantes ofensivos são fundamentais para uma equipe diferenciada, talvez por isso seu Escrete não tenha decolado.
Igor:

Depois de quase congelar em missões pelo Rio Grande do Sul, parece que o rigoroso inverno gaúcho congelou seu cérebro, pois seu reflexo não estava apurado e sua principal saída de bola era um irritante lançamento em que a bola cruzava todo o gramado do Beer Ball Stadium sem qualquer objetivo. Raramente a bola chegava ao atacante (a maioria tocava na rede superior) e quando chegava, não havia como dominar devido a força com que era lançada. Parecia estar jogando “Queimado”.
Rodrigo:

Em sua segunda participação no Sagrado Gramado do Beer Ball Stadium, mostrou-se mais adaptado que na estréia. Ainda soltou algumas bolas, só que mais esperto, rebatia bem curtinho, a tempo de recuperar-se. Olha que fato interessante: disputou todos os jogos e não perdeu um se quer! Então em homenagem ao Ulisses podemos fazer uma nova classificação:
Rodrigo: 14 PT; 8J; 3V; 5E; 0D
A: 10 PT; 6J; 2V; 4E; 0D
C: 6PT; 5J; 1V; 3E; 1D
B: 3PT; 5J; 0V; 3E; 2D
E o plantão Nossa Belinha Amizade informa:
Não estranhem se o corpo editorial não comparecer domingo Beer Ball Stadium.
sábado, 18 de setembro de 2010
Domingo, 12 de Setembro de 2010.
Num domingo de partidas muito equilibradas, nossas estrelas emitiram poucos brilhos individuais. De um lado, o trio formado por Fabinho Trinômio, Paulo Henrique Coceira e Hélio proporcionou ótimas tramas ofensivas dando muita dor de cabeça aos seus marcadores.
Sempre adversário dos três patetas, digo, três tenores citados anteriormente, Rogério conseguiu entrar no seleto grupo de artilheiros musicais do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade depois de um começo digamos, meio “desorientado”, mas se acertou e deu um pouquinho de trabalho também.
No mais vale a pena registrar a presença de Macalé, que continua na fila de espera aguardando por um doador de joelho que seja compatível com o dele, e enquanto isso vai se confirmando como o principal árbitro do quadro de arbitragens do Reino de Nossa Belinha Amizade; e vale registrar a presença física e virtual de nosso patrono Seu Jeraldo no Beer Ball Stadium no nossaamizadefutebolsocaite.blogspot.com, dando exemplo para “aberrações”, “alienados”, “indiferentes” e “interessados” (aí Dona Nelma!!), de que é mega antenado com ao Planeta Nossa Belinha Amizade.
(Quaisquer dúvidas sobre as categorias de seguidores copie e cole na barra de navegação o endereço http://nossaamizadefutebolsocaite.blogspot.com/2010/09/secao-administrando-conflitos_10.html#comments)
Sempre adversário dos três patetas, digo, três tenores citados anteriormente, Rogério conseguiu entrar no seleto grupo de artilheiros musicais do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade depois de um começo digamos, meio “desorientado”, mas se acertou e deu um pouquinho de trabalho também.
No mais vale a pena registrar a presença de Macalé, que continua na fila de espera aguardando por um doador de joelho que seja compatível com o dele, e enquanto isso vai se confirmando como o principal árbitro do quadro de arbitragens do Reino de Nossa Belinha Amizade; e vale registrar a presença física e virtual de nosso patrono Seu Jeraldo no Beer Ball Stadium no nossaamizadefutebolsocaite.blogspot.com, dando exemplo para “aberrações”, “alienados”, “indiferentes” e “interessados” (aí Dona Nelma!!), de que é mega antenado com ao Planeta Nossa Belinha Amizade.
(Quaisquer dúvidas sobre as categorias de seguidores copie e cole na barra de navegação o endereço http://nossaamizadefutebolsocaite.blogspot.com/2010/09/secao-administrando-conflitos_10.html#comments)
Seção Administrando Conflitos
A Seção Administrando Conflitos dessa semana, excepcionalmente, é dedicada especialmente a um Craque de nosso elenco que nesse domingo, discutiu com adversários, juiz e companheiros (inclusive quando acertava as jogadas que não eram feitas com ele), que precisa urgentemente resolver seus conflitos internos, para enfim voltar a figurar de forma pacífica no Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade.
Força Migão! Conte com a gente!
Força Migão! Conte com a gente!
Fabinho Trinômio:
Paulo Henrique Coceira:
Hélio:

Sempre do meio para frente, era o principal finalizador do trio ofensivo de sua equipe. A parceria com Coceira e Trinômio renderam belas jogadas, belos gols e belos lances perdidos por preciosismo também, vamos combinar, né?
Segundo seus próprios cálculos, teria marcado sozinho oito gols nesta reunião do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade, inclusive reivindicou uma música, visto que conseguiu até mais de três gols em uma mesma partida. Mas depois de muitas horas sob análise pelo corpo editorial deste periódico, foi concluído que não faria jus devido ao tempo muito estendido da partida em questão (como não tinha mais atletas disponíveis tratava-se da partida derradeira e durou mais de vinte minutos). Como normalmente na última partida é disputada uma coca-cola, o corpo editorial se compromete em pagar ao atleta uma coca-cola pequena como bonificação.
P.S.: A premiação deverá ser retirada impreterivelmente no próximo domingo sem direito a extensões do prazo de validade do brinde.
jaime:
Edílson e Fernandão:

Dois dos mais poderosos defensores do Reino de Nossa Belinha Amizade não estiveram em seus melhores dias. Não que tenham cometido alguma bizarrice, mas em todas as partidas em que foram vitoriosos, levaram gols, ou seja, ficou a impressão de que se o ataque não funcionasse bem (como funcionou), não iriam muito longe.
Rogério Aberração:
Depois de um começo confuso, onde não sabia se discutia com companheiros ou jogava, conseguiu encaixar-se no desorganizado esquema do quinteto que defendia ocupando o setor de meio campo pelo lado esquerdo, porém robustecia com freqüência o setor ofensivo chegando a contagem de três gols na mesma partida e obtendo a honra de ostentar também o título de Artilheiro Musical do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade.
Ah! Mais uma coisa seu apelido está relacionado com a categoria dos leitores do blog divulgada semana passada.
Marcelo TTS:

Insistente, TTS é um belo exemplo de brasileiro: Não desiste nunca. Tenta no jeito, se não conseguir, vai na força, se não der certo vai no coração, se a bola não chega na área ele cai pelos lados para recebe-la, se o meio não cria ele recua para tentar desenterrar uma jogada, mas chega um momento que por mais desfavorável que seja a situação ele encontra o caminho do gol. Mas também né, o cara se cuida durante a semana, é todo trabalhado no spinning e tal...
Fabiano:

Seu melhor momento foi quando passou atuar dentro da área, só que como goleiro. Coincidentemente seu time deslanchou, deu um sapeca-iá-iá de quatro a zero no adversário com direito a artilheiro musical e tudo. Dizem as boas línguas que encontrou sua verdadeira posição. Na linha, não teve vida fácil, sempre foi perseguido de muito perto pelos marcadores, mas não se omitiu, buscava espaços (nem sempre encontrados) e tentava levar ao ataque sua equipe. Travou um belo duelo com o Trinômio quando desistiu da criação e passou a marcá-lo.
Hallan:
Philipe:

Apesar de ostentar um fígado total flex, é no lema dos Alcoólicos Anônimos que ele vai reencontrando suas qualidades: “Um dia de cada vez”. Nesse capítulo do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade, deixou de errar passes de trinta centímetros, encarou de igual para igual os Nobres que enfrentava seja na habilidade, na força ou na velocidade, perdeu alguns lances, ganhou outros, e assim, voltando atuar bem, vai esquecendo a dor de cotovelo.
Américo:

Após um longo período afastado pelo bom censo...rs... Américo ressurge no Planeta Nossa Belinha Amizade. Não teve uma atuação a altura de seu potencial, mas também pudera, o longo período de ausência fez com que perdesse o ritmo. Macaco velho, não quis dar o seu máximo sabendo que poderia expor-se a alguma contusão, o que adiaria ainda mais seu retorno efetivo, portanto sabiamente preferiu poupar-se... Mas a língua não poupou, não! Bateu boca horrores enquanto esteve em campo.
Migão:

Jogou do início ao fim nesse domingo, e foi uma unanimidade: todos concordam que se jogasse o quanto reclama este atleta pertenceria a alta Nobreza do Reino, mas o efeito é exatamente inverso, quanto mais reclama, menos joga (e ainda confirmou a teoria da Santa Missa divulgada aqui semana passada copie e cole na barra de navegação o endereço: http://nossaamizadefutebolsocaite.blogspot.com/2010/09/migao_10.html).
Marcão:
Nossa Belinha Amizade Denúncia
Foi constatado que o atleta Jaime ao tirar a “sorte” na disputa da pedra maior, somente puxa a pedra de número seis, sendo portanto vitorioso sempre. Pede-se as autoridades supremas do Reino que apurem o fato.
Nossa Belinha Amizade Denúncia 2
Foi constatado que existem atletas que ao serem derrotados e sorteados para compor a equipe seguinte, fazem “corpo mole” para que voltem a integrar seu primeiro Time e aí sim, passam a dedicar-se efetivamente mais uma vez. O cabeça desse esquema seria o Hélio. Pede-se as autoridades supremas do Reino que apurem o fato.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Domingo, 05 de Setembro de 2010.
Um desânimo coletivo tomou conta do Reino nesse domingo cinzento. Até os atletas demoraram a chegar no Beer Ball Stadium, foram chegando pingados a até no último minuto tinha estrelas aparecendo no céu onde se pratica a Excelência do Futebol em Irajá. Outro referencial que apontava para a tendência do ostracismo, foi o fato de que nenhum dos atletas rendeu todo o potencial de que é capaz, nem Nobres, nem Plebeus conseguiram grande visibilidade. Para completar a teoria, tinha jogador dentro de campo amarrando a chuteira depois de a primeira partida ter começado. Quem adivinhar quem era a figura ganha um doce...
Seção Administrando Conflitos
O Lance:
No Planeta Nossa Belinha Amizade existem várias espécies de seres em relação a esse informativo:
As “Aberrações” que não sabem o que é blog, não sabem o que é internet e nem mesmo computador;
Os “Alienados” que sabem ou já ouviram falar da existência desse periódico mas simplesmente cag..., digo, o ignoram;
Os “Indiferentes”, que lêem “uma vez na vida outra na morte” mas não estão nem aí se são postadas novidades ou não;
Os “Loucos” que são seguidores, comentam e ainda reclamam sobre o “atraso” nas atualizações.
E é justamente a última classe que gostaria de direcionar essa abordagem.
Análise:
Reconheço como válidas as reivindicações dessa categoria que reivindica uma atualização menos tardia do informativo, mas gostaria de lembrá-los que paralelamente a confecção do WWW.nossabelinhaamizade.blogspot.com o editor chefe cultiva outros projetos como exemplo um emprego de segunda a sexta das sete e meia da manhã às quatro e meia da tarde (quando não, nos fins de semana que às vezes o obrigam a ausentar-se do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade).
Gostaria de acrescentar que por mais que a atualização seja feita na sexta à noite ou até no sábado, ela não está atrasada, uma vez que os súditos se encontrarão a próxima vez no domingo, ou seja, a edição está no máximo “em cima da hora”, atrasada de jeito nenhum!
Entendemos perfeitamente a reclamação dos leitores assíduos, mas também queríamos que entendessem que por trás dessa leitura “irreverente”, existem algumas horas de trabalho e dedicação. Resumindo: é mais fácil ler do que escrever.
Aproveitando esses esclarecimentos, gostaríamos de contar com mais comentários, concordando, discordando, enfim qualquer que seja! Pois assim poderíamos interagir melhor e colocar em práticas novas sessões com a participação de todas as criaturas do Planeta Nossa Belinha Amizade.
No Planeta Nossa Belinha Amizade existem várias espécies de seres em relação a esse informativo:
As “Aberrações” que não sabem o que é blog, não sabem o que é internet e nem mesmo computador;
Os “Alienados” que sabem ou já ouviram falar da existência desse periódico mas simplesmente cag..., digo, o ignoram;
Os “Indiferentes”, que lêem “uma vez na vida outra na morte” mas não estão nem aí se são postadas novidades ou não;
Os “Loucos” que são seguidores, comentam e ainda reclamam sobre o “atraso” nas atualizações.
E é justamente a última classe que gostaria de direcionar essa abordagem.
Análise:
Reconheço como válidas as reivindicações dessa categoria que reivindica uma atualização menos tardia do informativo, mas gostaria de lembrá-los que paralelamente a confecção do WWW.nossabelinhaamizade.blogspot.com o editor chefe cultiva outros projetos como exemplo um emprego de segunda a sexta das sete e meia da manhã às quatro e meia da tarde (quando não, nos fins de semana que às vezes o obrigam a ausentar-se do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade).
Gostaria de acrescentar que por mais que a atualização seja feita na sexta à noite ou até no sábado, ela não está atrasada, uma vez que os súditos se encontrarão a próxima vez no domingo, ou seja, a edição está no máximo “em cima da hora”, atrasada de jeito nenhum!
Entendemos perfeitamente a reclamação dos leitores assíduos, mas também queríamos que entendessem que por trás dessa leitura “irreverente”, existem algumas horas de trabalho e dedicação. Resumindo: é mais fácil ler do que escrever.
Aproveitando esses esclarecimentos, gostaríamos de contar com mais comentários, concordando, discordando, enfim qualquer que seja! Pois assim poderíamos interagir melhor e colocar em práticas novas sessões com a participação de todas as criaturas do Planeta Nossa Belinha Amizade.
Fabinho Trinômio:
Não é por acaso que sustenta o pseudônimo de “Trinômio”, além de aliar três características (habilidade, força e precisão) que fazem dele um dos mais poderosos guerreiros do Reino, tem a facilidade de sofrer mutações entre elas. Nesse domingo usou habilidade e precisão, trocando a força pela inteligência, de forma que otimizou seus passes e raramente a bola que passava por seu pé não findava em uma oportunidade de gol. Por falar em gol, essa foi a situação em que mais esteve envolvido, tanto que em uma única partida marcou três vezes e se credenciou para pedir música e entrar para galeria dos artilheiros musicais.
Migão:

Não é que a Igreja tá fazendo bem ao futebol do Migão? É que todo domingo, ele sai antes do fim de nosso encontro dominical para participar da Santa Missa, coincidentemente depois que aderiu essa prática suas apresentações foram muito melhores. Bem que alguns de nossos co-irmãos poderiam adotar a prática para ver se melhoram um pouco sua qualidade também, não?
Atuando (eficientemente) no setor defensivo, Migão participava efetivamente das tramas de ataque sempre com infiltrações maliciosas, fazendo bom uso de sua privilegiada visão de jogo.
Coceira:

Arrebentado pela sinusite, Coceira pisou no gramado do Beer Ball Stadium e arrebentou com seus oponentes. Nem a tal da sinusite o deteve. Ocupava as posições da defesa mas armava os contra-ataques com passes rápidos e velozes de maneira que envolvia seus marcadores os deixando quase sempre atônitos.
Hélio:
Fernandão:
Peu:

Estava muito a fim de jogo desde o começo. E suas “caretas” e “caras-feias” eram perfeitamente justificáveis a cada passe errado dos companheiros de meio-de-campo (leia-se Fabiano), pois parecia ser o único jogador do setor no ritmo do jogo. Arrancadas fulminantes, dribles pontuais e ótimo aproveitamento nos passes estiveram em seu repertório.
Marcelo TTS:

Bem posicionado (TTS não recuou para o setor defensivo), e sem fazer uma boa partida tecnicamente devido a forte marcação (sempre vigiado de perto por um ou dois brucutus), teve que recorrer a força e ao refinado poder de conclusão para vencer os duelos e “trielos” em que esteve envolvido para fazer o que sabe melhor: gols.
Hallan:

Foi o equilíbrio entre quem atuou bem e quem atuou mal na formação que contava com Peu, TTS, Leo e Fabiano. Hallan formou dupla de zaga com Leo e em comparação com seu companheiro parecia uma “Enciclopédia do Futebol genérica”. Mas faltou-lhe um pouco de ousadia nas raras vezes em que aparecia no setor ofensivo, pois não tentava jogadas de cruzamento (um de seus melhores fundamentos) e arriscava poucos chutes.
Léo:

Se o Beer Ball Stadium fosse um bairro, domingo teríamos inaugurado a Avenida Leonardo Furo. Insistia em compor o setor defensivo sem ter recursos para fazê-lo. Em um de seus lances mais inusitados, ficou observando a bola sutilmente morrer no fundo das redes sem esboçar qualquer reação (detalhe: o lance era bem mais favorável para ele). Apesar da infeliz participação conseguiu um ou dois gols, que não foram suficientes para esquecermos sua melancólica atuação.
Fabiano:

Caraca! Jogou muito!
Muito mal! Errou demais, de posicionamento (deveria ter assumido a posição de Léo na primeira de suas infinitas falhas) a cobrança de lateral, deixando Peu “por conta” com tanta bizarrice. Melhorou sensivelmente quando abandonou o setor de criação e passou a atuar no defensivo, onde comprometeu menos (ou seja não deixou de comprometer). Fez um ou dois gols, mas assim como Léo não ofuscou sua decepcionante atuação.
Rodrigo:

Nova contratação do Reino de Nossa Belinha Amizade numa das funções mais carentes do espetáculo: o gol. Não parece bem familiarizado com a posição, visto que rebate bolas para frente com alguma frequência. Dá a impressão que está acostumado com gols menores como o do futsal ou do handbol, mas ainda assim fez um trabalho razoável a frente de sua meta. Seu melhor momento (talvez o melhor de todo o fim de semana) foi a arrancada de sua área em direção ao ataque e o arremate certeiro do meio-campo que deixou todos boquiabertos. Golaço!
Oswaldo:

Já foi atleta dos mais versáteis do Reino, em que era referência no setor defensivo, criativo na elaboração das jogadas e detentor do título de melhor goleiro do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade (segundo suas próprias estatísticas). Hoje em dia somente desequilibra quando está sob os arcos. Nesse domingo não foi diferente.
Bibinho:
Leo II:
Edílson:
Philipe:

Adentrou no Beer Ball Stadium para sua primeira partida às oito e cinqüenta e nove em ponto mas ainda sim deu tempo de colocar seu talento a serviço do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade. Já ficou evidente que criatividade não faz partes do seu rol de características, e quando esteve em campo não houve avanços significativos por parte dos adversários, ocupou ali a “meia canxa” sem ter muito o que fazer.
Wilson:
Gabriel:
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Domingo, 29 de agosto de 2010.
Gabriel, Edílson e Betão; Ulisses, Peu e Fabio Trinômio; Marcelo TTS. Se fosse montada uma seleção dos “Best of the Best” do Reino de Nossa Belinha Amizade, pelo menos cinco dessas sete figuras seriam titulares absolutos, e os outros dois brigariam pela posição! Ao se posicionarem para disputar a peleja não houve quem não achasse que acabara de se formar uma equipe imbatível.
Mas “achar” é um verbo que nos remete a dúvida, e a Nobreza do Reino pereceu diante da certeza do time de Plebeus: Wilson, Fernandão, Fábio Síndico e Philipe; Fabiano; Jaime e Migão.
Perguntar não ofende: porque que a primeira partida existe uma rigorosa divisão entre atletas para que haja equilíbrio entre as equipes e nas seguintes não existe?
Muitas reclamações por parte de nossos ídolos relacionadas a arbitragem de nosso co-irmão Macalé, que inclusive se chateou um pouquinho porque alguns de nossos membros “pegaram no seu pé”. Em nome de todos os súditos do Reino, queria fazer um apelo para que nosso ilustre companheiro não nos abandone e volte a participar dos nossos próximos encontros, inclusive como juiz, porque até se fosse o melhor juiz do mundo haveriam contestações, principalmente por parte de Migão, Fabinho, Peu, ...
Outro ponto a ser abordado é o evento mensal que foi instituído a partir do domingo próximo anterior. Houve baixa adesão, e muitas reclamações por parte dos membros. Portanto, solicita-se aos Titãs do Fantástico Mundo que prestigiem a confraternização do próximo mês (válido também para os editores deste informativo).
Mas “achar” é um verbo que nos remete a dúvida, e a Nobreza do Reino pereceu diante da certeza do time de Plebeus: Wilson, Fernandão, Fábio Síndico e Philipe; Fabiano; Jaime e Migão.
Perguntar não ofende: porque que a primeira partida existe uma rigorosa divisão entre atletas para que haja equilíbrio entre as equipes e nas seguintes não existe?
Muitas reclamações por parte de nossos ídolos relacionadas a arbitragem de nosso co-irmão Macalé, que inclusive se chateou um pouquinho porque alguns de nossos membros “pegaram no seu pé”. Em nome de todos os súditos do Reino, queria fazer um apelo para que nosso ilustre companheiro não nos abandone e volte a participar dos nossos próximos encontros, inclusive como juiz, porque até se fosse o melhor juiz do mundo haveriam contestações, principalmente por parte de Migão, Fabinho, Peu, ...
Outro ponto a ser abordado é o evento mensal que foi instituído a partir do domingo próximo anterior. Houve baixa adesão, e muitas reclamações por parte dos membros. Portanto, solicita-se aos Titãs do Fantástico Mundo que prestigiem a confraternização do próximo mês (válido também para os editores deste informativo).
Seção Administrando Conflitos
O lance:
Big discussão no gramado do Beer Ball Stadium por conta de quem jogaria do lado de quem ao se formar o Melhor Time de Todos os Tempos.
Análise:
Bom senso é a solução.
Quando nota-se que existe uma “máquina” de um lado, as entidades supremas do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade deveriam intervir no sentido de que haja equilíbrio constante. E não obedecer a ordem de chegada nesse caso.
Segundo ponto: em relação aos sorteios sobre quem completará equipes desfalcadas. Deve-se não só sortear o número exato de ausentes, mas deve-se sortear todos para obter-se uma ordem de substituições, para o caso de haver necessidade por cansaço ou contusão.
Big discussão no gramado do Beer Ball Stadium por conta de quem jogaria do lado de quem ao se formar o Melhor Time de Todos os Tempos.
Análise:
Bom senso é a solução.
Quando nota-se que existe uma “máquina” de um lado, as entidades supremas do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade deveriam intervir no sentido de que haja equilíbrio constante. E não obedecer a ordem de chegada nesse caso.
Segundo ponto: em relação aos sorteios sobre quem completará equipes desfalcadas. Deve-se não só sortear o número exato de ausentes, mas deve-se sortear todos para obter-se uma ordem de substituições, para o caso de haver necessidade por cansaço ou contusão.
Fabiano:

“s.m. Suntuosidade; magnificência. / Perfeição, beleza, esmero.” São os significados que o dicionário Aurélio apresenta para o termo “primor”, e qualquer um deles encaixa-se perfeitamente na atuação deste atleta, que correu, marcou, finalizou, armou, criou, enfim jogou (muito) igual a gente grande. A cereja do bolo foi a invencibilidade, pois não perdeu quando defendia Amarelos e assim permaneceu quando passou aos Azuis.
Assinar:
Comentários (Atom)















