sábado, 13 de agosto de 2011

ChoraMingão:


O desinteresse pela prática de futebol estava estampado em seu rosto (com uma cara de ressaaaaca...), ainda foi inventar de gerir a disciplina (apitar o jogo, para os flamenguistas) das disputas no Reino de Nossa Belinha Amizade, não preciso dizer que só saiu “EME”, né?
Jogando ao lado de Polinômio, melhorou alguma coisa (também se não melhora, já viu né?) inclusive fez um ou outro gol relevante.

Jaime, a Super Máquina:


Quando não se esconde dos lances e está disposto a auxiliar na marcação então, evolui absurdamente. Nota pessoal 8. Nota de atuação geral 4. Média 6. Aprovado.

Carlos:


Passou (quase) todo o tempo que atuou desse capítulo do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade sem cruzar a linha central. Nos últimos lances que disputou, era notório que “rateava”. Moral da história: se quiserem depois dos 4.0 atuar com dignidade do começo ao fim, abominem a possibilidade de aspirar fumaça de nicotina.

Diney:


Depois de brilhar como calouro, voltou mas numa versão sem gliter. Afastado da linha de frente pouco fez de interessante para chamar a atenção dos redatores deste informativo.

Claudinho:


Um começo meio barro, meio tijolo e na sequência, foi traído pela forma física que não permitiu que passasse um tempo maior no sagrado gramado do Beer Ball Stadium.

Filipe Mac Gyver:


Mesmo seguido de perto pelos adversários, conseguia organizar (só pra variar um pouquinho) jogadas perigosas, só que nem sempre (na maioria das vezes) terminavam no objetivo final. Assim, mesmo com uma participação efetiva, não encontrou o mapa da mina que o levasse as vitórias regulares.