quarta-feira, 8 de junho de 2011

Carlos-cherano:


Parecia não ter superado o período nebuloso de suas atuações, pois na primeira partida perdeu uma bola (mal passada por Rodrigo) em que Vinícius Meia Lilás marcou. Mas isso foi apenas um limão que ele tratou de transformar numa caipirinha, pois depois desta partida, não cometeu mais nenhuma bosonhice e até deu assistências para gols de seus companheiros.

Vinicius Meia Lilás:


Dá indícios de evolução. Parece ter descoberto (e já não era sem tempo) seu posicionamento ideal. Participava com freqüência das tramas de ataque, só que precisa melhorar (e muito) seu aproveitamento. Também diminuiu consideravelmente a intensidade de seus “ataques de perereca”.

Velho Hélio:


Disputou cinco certames, sendo três derrotas e dois empates, ou seja, desempenho pífio.

No único jogo em que conseguiu produzir algo com lucidez, também produziu uma oportunidade real para o adversário (ou seja, entregou o ouro). A diferença foi que Phiranha concluiu sua jogada pra fora, enquanto Tássio não desperdiçou a chance que teve, quando o Velho originou o contra-ataque ao perder a bola para Carlos.

Philipe Phiranha:


Reclamou descabidamente que a redação tece elogios apenas a Magic Coceira, ao invés disso, deveria se preocupar com lances bizarros que protagoniza (como quando cabeceou sozinho o cruzamento do Hélio que foi pra fora), aliás seu único lance ofensivo eficiente, foi justamente numa assistência para o mago, que não perdoou.

Cansado de tentar levar avante os Escretes que defendia, voltou formar no setor defensivo, quando enfim alcançou o triunfo (partida derradeira).

Magic Coceira:


13,3 % foi seu aproveitamento (tão patético quanto de Velho Hélio, com três derrotas e dois empates), mas individualmente até que não foi tão ruim assim, pois nos cinco jogos que disputou marcou em três oportunidades (a mesma quantidade que Cléber, o Impressionante e o sempre goleador Fábio Polinômio).

Flávio Estrelinha:


Bateu um recorde! Pois em cinco disputas apenas uma vez seu nome foi registrado nos rascunhos dos redatores e da seguinte forma “estrelinha lança pra ninguém”, ainda sim conseguiu duas vitórias, com um empate e duas derrotas.

Melhor entendermos que se trata de um jogador com uma função tática especial que não aparece para a torcida (e para os editores também).

Betinho, o Botinho:


Sua participação se resumiu em uma assistência para Buraco marcar e um tropeço sozinho na bola em que torceu o pé (o futebol agradece).