sábado, 10 de abril de 2010

Domingo, 04 de abril de 2010.

No dia da maior festa dos cristãos, nossos fiéis seguidores não renasceram para o bom futebol, ao contrário, o dia da Páscoa ficou marcado pela baixíssima qualidade de nossos atletas, onde poucos foram dignos de receber nossos elogios.

O forte selecionado formado por Fabiano, Tássio, Fabinho, Alemão, Marcelo e Américo iniciou os trabalhos dentro das expectativas, com o já habitual entrosamento entre Fabiano e Tássio, onde em jogadas da dupla, foram desferindo logo 3 a 0 sobre o até então frágil time que contava com Fernandão, Hélio, Coceira, Peu, Jaime e Fábio (o síndico). A partir desse momento (3x0), a segunda equipe resolveu sair do armário (rs...) acertaram os ponteiros, corrigiram o posicionamento, reduziram os espaços e partiram pra dentro dos adversários. Diminuíram o placar e só não empataram porque a partida teve que ser reiniciada.

No recomeço, a dupla Fabiano-Tássio já não funcionava bem, e não concluíam com eficiência, e em um lance onde os dois sozinhos poderiam ter definido o embate, perderam um gol feito e na seqüência do lance, o castigo: levaram o gol de empate, suficiente para perder o jogo na “pedra maior”.

No confronto seguinte, parecia o vídeo-tape da primeira, “os frágeis” depois de muito pressionados (com direito a pênalti para fora, e tudo), conseguiram o empate e contaram com a sorte para permanecer no gramado do Beer Ball Stadium.

Depois dessas verdadeiras batalhas, o nível que já não era bom, foi ficando mais baixo, pois nossos heróis exauridos, não encontravam forças para qualificar nosso espetáculo semanal.

Administrando conflitos:

Tivemos arbitragem fixa no Reino de Nossa Belinha Amizade no dia da Ressurreição. E quem assumiu tal responsabilidade foi o polêmico Hallan. Que para fazer jus ao seu histórico de confusões, deixava muitas jogadas corporais seguir livremente, alegando Lei da Vantagem, em jogadas nem tão vantajosas assim. Não precisa concluir como isso acabou, né? Reclamação pra todos os lados.

Análise:

Duas soluções cabíveis:

1. Aplicar a tal da “Lei” apenas em lances claros de gol; e
2. Não permitir em hipótese alguma que Hallan apite.
Gostaria de registrar que, atendendo a reivindicações de um dos nossos “caciques”, aliás “vamos dar nomes aos bois”: o Marcelo sugeriu que desvinculasse o antigo nome “Belinha”, do blog por que é muito afeminado e afinal de contas, por muito tempo tentaram mudar e quando finalmente conseguiram não seria justo ficar insistindo com a antiga denominação. Portanto, em breve passaremos por uma reformulação em nosso blog e a princípio, passará a ser acessado apenas com Nossa Amizade que é menos afeminado que Belinha. Dessa forma, estamos aceitando sugestões para o novo nome do blog. Mandem suas opiniões!

E o plantão Nossa Belinha Amizade informa:

O nome do Coceira é Paulo.
E o nome do Peu é Francisco.
A partir de hoje será mais fácil arrumar fotos para esses dois... Rs...

Fabiano:


Início fulminante combatendo e concluindo fácil. Mas com o desgaste, e uma marcação mais eficiente, foi menos pior na primeira característica.

Tássio:


Entendia-se bem com o Fabiano, porém assim como seu par caiu de produção no decorrer das partidas. E conseguiu perder dois gols que até mãe do Tadeu Schmidt, aquele do Fantástico, faria.

Fabinho:


Quase nada deu certo para Fabinho esse fim-de-semana. Seus chutes, normalmente difícieis, não encontravam a direção correta. Conseguiu perder um pênalti e refugiou-se no gol, quando se machucou.

Alemão:


Bom posicionamento e ótima saída de bola. Frio no combate e qualidade no passe. Ninguém no ‘selecionado’ foi melhor que Alemão.

Marcelo:


Palavras do Marcelo durante um de seus confrontos: “Hoje nada está dando certo (...)”, se o próprio reconhece que está mal pra caramba, o que resta a escrever sobre ele? Nada. Ele já disse tudo.

Américo:


Uma participação pouco efetiva. Nem de longe parecia o Américo que estamos acostumados.

Fernandão:


Mágico. Tirou “um coelho da cartola” ao dar um belíssimo chapéu em Alemão e concluir com estilo para o gol que foi caprichosamente para fora. Foi o lance de uma beleza incomparável neste domingo.
E tal qual um mago, desapareceu no restante do nosso espetáculo.

Hélio:


Antes do jogo algumas estrelas de nossa constelação tiraram onda com nosso vovô-garoto, mas Hélio deu mais trabalho que muito adolescente. Fez Fabiano dar ao menos dois piques intensos. Já Tássio (sim, esse filho ingrato!) foi mais além e fez uma fortíssima falta por trás, levando seu próprio pai a se estabacar no chão. E dizem as más línguas que Fabiano morreu de inveja dessa entrada violenta...

Coceira:


Corre feito louco por todos os lados do campo. Mas ultimamente não tem chamado a responsabilidade das finalizações.

Peu:


Ofuscado pela disposição de Coceira e pela aflitante atuação de Fábio.

Jaime:


Inexplicavelmente, seu time melhorou muito quando esteve no gol.

Fábio, o síndico:


Até cansar, disputava com Alemão o título de melhor jogador da rodada. Fábio utilizava os atalhos do campo posicionando-se muito bem. Era a principal referência ofensiva de seu time, e quando participava de algum lance deixava os zagueiros adversários de cabelo em pé.

Giliard "Play Station":


Não esteve em seus piores dias. Participou dos lances contensivos com certa eficiência e ainda servia como opção em lances de contra-ataque. Falta-lhe noções de posicionamento pois enrola algumas jogadas insistindo em permanecer em espaços já ocupados por seus companheiros.

Bruno:


Chegar cedo não é seu forte, pois chegou atrasado nesse domingo e mostrou-se mais eficiente participando menos das jogadas, porém com mais competência.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Domingo, 28 de março de 2010.

Mais uma vez nos reunimos para viver a fábula do Fantástico Mundo da Nossa Belinha Amizade.

No último episódio, presenciamos um quinteto fantástico, cujos protagonistas atendiam por Fabinho, Fabiano, Américo, Pheliph e Hélio. Que permaneceram no campo do Beer Ball Stadium por muitas e muitas paridas consecutivas, sucumbindo nos dois embates finais perante os gols do sempre eficiente Marcelo e do variável Hallan, que não deram qualquer chance aos afadigados guerreiros do Magic Five (tradução para os flamenguistas: Quinteto Mágico).

Administrando conflitos:

O Lance:

Na tradicional seção do blog que discutimos as brigas e desentendimentos ocorridos durante nossos grandes eventos dominicais, temos em pauta nessa semana o chatíssimo hábito liderado pelo companheiro Marcão que participa de um jogo e simplesmente abandona a equipe da qual faz parte no confronto seguinte. Não importa se ganha, se perde... ele simplesmente sai e pronto. Pronta também fica a confusão, por que pra escolher o substituto do time dele, os componentes do próximo time, se vão ser cinco ou seis na linha, perde-se um tempo preciosíssimo!
E se não bastasse isso, sempre temos um componente que nada tem a ver com a bagunça que se forma e interfere aumentando a confusão. E o representante dessa classe (que se metem onde não são chamados) essa semana foi o Américo. Sempre que uma disputa se findava, estava lá o Américo argumentando no time dos outros.

Análise:

Fácil, fácil a solução: A partir de domingo os responsáveis por levar o café, também levarão “chá de simancol” e “chá de simetância”, pra ver se nossos personagens deixam de interferir nos problemas alheios.

E chega de embromação! Vamos passar a parte que interessa que são as avaliações individuais: