sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Migão:


Não é que a Igreja tá fazendo bem ao futebol do Migão? É que todo domingo, ele sai antes do fim de nosso encontro dominical para participar da Santa Missa, coincidentemente depois que aderiu essa prática suas apresentações foram muito melhores. Bem que alguns de nossos co-irmãos poderiam adotar a prática para ver se melhoram um pouco sua qualidade também, não?
Atuando (eficientemente) no setor defensivo, Migão participava efetivamente das tramas de ataque sempre com infiltrações maliciosas, fazendo bom uso de sua privilegiada visão de jogo.

Coceira:


Arrebentado pela sinusite, Coceira pisou no gramado do Beer Ball Stadium e arrebentou com seus oponentes. Nem a tal da sinusite o deteve. Ocupava as posições da defesa mas armava os contra-ataques com passes rápidos e velozes de maneira que envolvia seus marcadores os deixando quase sempre atônitos.

Hélio:


Sua participação foi mais “encorpada” quando atuava como zagueiro fixo, nessa função sua qualidade foi imprescindível. Quando passou ao meio, onde sempre tira algum “coelho da cartola” dessa vez limitou-se a passes laterais.

Fernandão:


Sustentava-se nele todo o versátil esquema do elenco, que além de si, contava com Fabinho Trinômio, Migão, Hélio e Coceira. Este atleta era o único que não avançava sobre a linha divisória, dando segurança para que seus companheiros se revezassem na construção de tramas ofensivas.

Peu:


Estava muito a fim de jogo desde o começo. E suas “caretas” e “caras-feias” eram perfeitamente justificáveis a cada passe errado dos companheiros de meio-de-campo (leia-se Fabiano), pois parecia ser o único jogador do setor no ritmo do jogo. Arrancadas fulminantes, dribles pontuais e ótimo aproveitamento nos passes estiveram em seu repertório.

Marcelo TTS:


Bem posicionado (TTS não recuou para o setor defensivo), e sem fazer uma boa partida tecnicamente devido a forte marcação (sempre vigiado de perto por um ou dois brucutus), teve que recorrer a força e ao refinado poder de conclusão para vencer os duelos e “trielos” em que esteve envolvido para fazer o que sabe melhor: gols.

Hallan:


Foi o equilíbrio entre quem atuou bem e quem atuou mal na formação que contava com Peu, TTS, Leo e Fabiano. Hallan formou dupla de zaga com Leo e em comparação com seu companheiro parecia uma “Enciclopédia do Futebol genérica”. Mas faltou-lhe um pouco de ousadia nas raras vezes em que aparecia no setor ofensivo, pois não tentava jogadas de cruzamento (um de seus melhores fundamentos) e arriscava poucos chutes.

Léo:


Se o Beer Ball Stadium fosse um bairro, domingo teríamos inaugurado a Avenida Leonardo Furo. Insistia em compor o setor defensivo sem ter recursos para fazê-lo. Em um de seus lances mais inusitados, ficou observando a bola sutilmente morrer no fundo das redes sem esboçar qualquer reação (detalhe: o lance era bem mais favorável para ele). Apesar da infeliz participação conseguiu um ou dois gols, que não foram suficientes para esquecermos sua melancólica atuação.

Fabiano:


Caraca! Jogou muito!
Muito mal! Errou demais, de posicionamento (deveria ter assumido a posição de Léo na primeira de suas infinitas falhas) a cobrança de lateral, deixando Peu “por conta” com tanta bizarrice. Melhorou sensivelmente quando abandonou o setor de criação e passou a atuar no defensivo, onde comprometeu menos (ou seja não deixou de comprometer). Fez um ou dois gols, mas assim como Léo não ofuscou sua decepcionante atuação.

Rodrigo:


Nova contratação do Reino de Nossa Belinha Amizade numa das funções mais carentes do espetáculo: o gol. Não parece bem familiarizado com a posição, visto que rebate bolas para frente com alguma frequência. Dá a impressão que está acostumado com gols menores como o do futsal ou do handbol, mas ainda assim fez um trabalho razoável a frente de sua meta. Seu melhor momento (talvez o melhor de todo o fim de semana) foi a arrancada de sua área em direção ao ataque e o arremate certeiro do meio-campo que deixou todos boquiabertos. Golaço!

Oswaldo:


Já foi atleta dos mais versáteis do Reino, em que era referência no setor defensivo, criativo na elaboração das jogadas e detentor do título de melhor goleiro do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade (segundo suas próprias estatísticas). Hoje em dia somente desequilibra quando está sob os arcos. Nesse domingo não foi diferente.

Bibinho:


Alegou estar alguns meses longe do futebol e sentiu a falta de ritmo. Até então fazia uma partida correta (sem ser exuberante). Méritos para a sua saída, onde alegou não conseguir manter o mesmo nível do início do embate.

Leo II:


Sonolento, sentia muita dificuldade em passar corretamente a bola. Por ser novato no sagrado gramado do Beer Ball Stadium, dava a impressão de hesitar em alguns lances em relação ao posicionamento. Precisa manter uma seqüência para melhorar seu ritmo de jogo e apurar sua forma física.

Edílson:


Não precisou exibir todo seu repertório neste episódio do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade, uma vez que os adversários também não atuaram com força máxima. Discreto, no entanto não abandonou a simplicidade e a seriedade que lhe são habituais.

Philipe:


Adentrou no Beer Ball Stadium para sua primeira partida às oito e cinqüenta e nove em ponto mas ainda sim deu tempo de colocar seu talento a serviço do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade. Já ficou evidente que criatividade não faz partes do seu rol de características, e quando esteve em campo não houve avanços significativos por parte dos adversários, ocupou ali a “meia canxa” sem ter muito o que fazer.

Wilson:


Tropeçava nas próprias pernas em lances primários, mas demonstrou frieza nas finalizações conseguindo bom aproveitamento neste fundamento.

Gabriel:


Continua a alimentar o mistério do motivo pelo qual não chega junto de seu progenitor ao Beer Ball Stadium.
Manteve a seqüência de atuações medianas com boas defesas, mas sem ser fundamental para alcançar as vitórias.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Domingo, 29 de agosto de 2010.

Gabriel, Edílson e Betão; Ulisses, Peu e Fabio Trinômio; Marcelo TTS. Se fosse montada uma seleção dos “Best of the Best” do Reino de Nossa Belinha Amizade, pelo menos cinco dessas sete figuras seriam titulares absolutos, e os outros dois brigariam pela posição! Ao se posicionarem para disputar a peleja não houve quem não achasse que acabara de se formar uma equipe imbatível.

Mas “achar” é um verbo que nos remete a dúvida, e a Nobreza do Reino pereceu diante da certeza do time de Plebeus: Wilson, Fernandão, Fábio Síndico e Philipe; Fabiano; Jaime e Migão.

Perguntar não ofende: porque que a primeira partida existe uma rigorosa divisão entre atletas para que haja equilíbrio entre as equipes e nas seguintes não existe?

Muitas reclamações por parte de nossos ídolos relacionadas a arbitragem de nosso co-irmão Macalé, que inclusive se chateou um pouquinho porque alguns de nossos membros “pegaram no seu pé”. Em nome de todos os súditos do Reino, queria fazer um apelo para que nosso ilustre companheiro não nos abandone e volte a participar dos nossos próximos encontros, inclusive como juiz, porque até se fosse o melhor juiz do mundo haveriam contestações, principalmente por parte de Migão, Fabinho, Peu, ...

Outro ponto a ser abordado é o evento mensal que foi instituído a partir do domingo próximo anterior. Houve baixa adesão, e muitas reclamações por parte dos membros. Portanto, solicita-se aos Titãs do Fantástico Mundo que prestigiem a confraternização do próximo mês (válido também para os editores deste informativo).

Seção Administrando Conflitos

O lance:

Big discussão no gramado do Beer Ball Stadium por conta de quem jogaria do lado de quem ao se formar o Melhor Time de Todos os Tempos.

Análise:

Bom senso é a solução.
Quando nota-se que existe uma “máquina” de um lado, as entidades supremas do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade deveriam intervir no sentido de que haja equilíbrio constante. E não obedecer a ordem de chegada nesse caso.
Segundo ponto: em relação aos sorteios sobre quem completará equipes desfalcadas. Deve-se não só sortear o número exato de ausentes, mas deve-se sortear todos para obter-se uma ordem de substituições, para o caso de haver necessidade por cansaço ou contusão.

Fabiano:


“s.m. Suntuosidade; magnificência. / Perfeição, beleza, esmero.” São os significados que o dicionário Aurélio apresenta para o termo “primor”, e qualquer um deles encaixa-se perfeitamente na atuação deste atleta, que correu, marcou, finalizou, armou, criou, enfim jogou (muito) igual a gente grande. A cereja do bolo foi a invencibilidade, pois não perdeu quando defendia Amarelos e assim permaneceu quando passou aos Azuis.