sexta-feira, 16 de julho de 2010

Américo:


Aos poucos volta a exibir sua habitual categoria: classe na saída de bola e seriedade quando necessário desfazer-se dela. Precisa melhorar (e não é nada pouco) o condicionamento físico.

Marcelo:


Abusou do seu talento de fazer gols, pois além de definir as principais e perigosas tramas de ataque de suas equipe, participava diretamente dos lances em que não concluía.

Bruno:


Demonstrou entrosamento com o Marcelo, além de oportunismo na linha de frente, assinalando vários gols em partidas alternadas, o que não lhe dá o direito de pedir música (nhá-nhá-nhá-nhá!!!)

Edilson:


Coisas difícieis de se ver:
- Filho de prostituta chamado Júnior
- Enterro de anão
- Cabeça de bacalhau
- Gol do Edílson

Rogério:


Completou a trilogia do ataque com Marcelo e Bruno. Ocupou predominantemente a meia esquerda do setor ofensivo. E manteve o mesmo bom nível de seus companheiros, com toques rápidos e envolventes além de também marcar seus golzinhos.

Giliard:


Depois de algumas semanas ausente, não demonstrou ritmo de jogo adequado. Pacífico, comportou-se menos nervoso e não cultivou ressentimentos passados (se é que vocês me entendem...).

Fábio Trinômio:


Se existe alguém responsável pela derrota dos Amarelos essa pessoa chama-se Fábio Trinômio. Dedicou-se ao máximo para conseguir superá-los e se não conseguiu na primeira oportunidade, na segunda não deu chances aos oponentes. Liderou o setor de criação com sua conhecida disposição, além das características que justificam seu apelido de Trinômio: habilidade, força e precisão. Depois de superar os invictos Amarelos, diminuiu o ritmo. Mas também, quem agüentaria jogar o tempo todo ligado em 440V?

Peu:


Parece preocupar-se mais com sua aparência que com futebol. Jogar não jogou quase nada, mas a sobrancelha não esqueceu de aparar... Pra acabar de completar, ainda “me” sai do campo com vertigem... Esse Peu anda muito esquisito...

Macalé Teleton:


Cismou agora que é juiz. Só que o Hallan enche tanto o saco dele que já está pensando em abandonar a carreira. Não aconselho, afinal é uma maneira de ele continuar a se confraternizar conosco. Mas quando fizer frio tem que chegar sete horas da manhã também, pô!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Domingo, 04 de Julho de 2010.

Dia de estréia em nosso blog, enfim modificamos nosso endereço como divulgado previamente, mas deixo uma coisa de sobreaviso: a mística do Reino de Nossa Belinha Amizade permanecerá!
A lamentar, apenas, o fato de nossos craques estarem poucos inspirados nessa reestréia, pois foi um domingo pobre para nosso futebol. Jogos de baixo nível técnico, poucas jogadas sofisticadas e placares que raramente diferiam de zero à zero, um à zero, um à um ou dois à um. Portanto, não estranhem se encontrarem aí embaixo a expressão “abaixo de seu potencial” ou algo parecido corriqueiramente.
Não foi possível registrar os placares das partidas e impossível de associar os guerreiros aos escretes que compunham, devido ao fato das formações não estarem completas e as equipes variarem com freqüência seus jogadores.
Não apresentaremos a Seção Administrando Conflitos por motivo de falta de memória do editor e o Plantão Nossa Belinha Amizade não irá pagar novo mico de anunciar a entrega dos coletes e esta não acontecer.
E não falaremos mais “não”.
A arbitragem fixa de Macalé Teleton (aê! Conseguiu uma ocupaçãozinha no Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade!) foi questionada mas ele até que soube contornar questionamentos.

Atuações:

Fernandão:


Esforçadíssimo. Como Ulisses não tem dado as caras e não precisa correr atrás de ninguém, é visto com frequência aventurando-se pelo campo de ataque, e sem deixar a peteca cair na “cozinha” lá atrás. Essa semana até abriu a beiçola numa disputa com Fabiano (sempre ele...) ao dar uma bocada no cabeção dele.

Phelipe:


Parecia o Lúcio. Na defesa até que jogou a contento. Mas quando cismava de levar seu time pro ataque não saíam muitas jogadas criativas. Pelo menos não se escondia e deve ter corrido uma maratona dentro das linhas sagradas do Beer Ball Stadium.

Hallan-pard:


Ótima apresentação. Preciso nas antecipações, inspirando confiança nos companheiros do setor defensivo. Para completar a excelente apresentação, acertou dois chutes raros de média distância.

Buraco:


Se os personagens do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade fossem pessoas jurídicas, Buraco seria a empresa com maior números de reclamações no Procon. O que se houve de clientes, digo, atletas reclamando dele durante as partidas não é brincadeira.
Mas nessa página da história do Fabuloso Reino, devo confessar que dessa vez ele não fez “corpo mole” errou bastante, mas compensou com disposição.

Tássio:


Assim como os demais ícones de nossa fábula, la Pulga, esteve abaixo de seu potencial. No apagar das luzes que conseguiu arquitetar um ou outro lance letal.

MigaÖzil:


Jogou como nunca! E como ninguém!
Fundamental na ligação defesa-ataque, apresentou uma desenvoltura nunca dantes testemunhada no Reino de Nossa Belinha Amizade. Nenhuma afobação, sem erros nos passes e muita simplicidade. Uma visão de jogo privilegiada que proporcionou a ótima assistência para um dos belos gols de Hallan-pard.

Fábio 10:


Por não tratar a bola como está acostumado (além de jogar mal, voltou a perder pênalti. Se tiver jogando no meu time não vai mais bater!), ela, a bola, resolveu ir à forra e deu uma bolada na mão dele, que inclusive o tirou do sagrado gramado do Beer Ball Stadium, pra aprender a tratá-la bem.

Coceira:


Outro de nossos avatares a atuar aquém de sua capacidade técnica. Mas manteve a mesma pegada na parte física.

Reinaldo:


Futebolisticamente falando a “jovem promessa” impressiona pela boa técnica, apesar de jurar de pé junto que está sem ritmo de jogo. Aguardemos e esperemos que ele entre e forma e permaneça nela por um período maior que sua primeira passagem pelo sagrado gramado do imponente Beer Ball Stadium.