E o nosso brioso arquiro Mimi? Fazia até partidas dignas,
só que de repente, pediu pra sair. Questionado qual o motivo de deixar a
disputa, ele alegou que estava cansado.
(1 minuto de silêncio)
Como assim? Cansado de jogar como goleiro? Nós
entendemos certo ou isso é algum tipo de pegadinha?
Como a nova gestão consentiu a invasão de pessoas alheias ao Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade (convidados, para os flamenguistas), inpirou-nos a criar uma nova seção aqui no periódico batizada de "Covidado da Semana".
Na estréia apresentamos Conan, o Bárbaro, que com esse nome, não poderia ter sido recrutado por outra personagem que não fosse o Philipe Phiranha, que também ostenta a alcunha de Troglodita.
Portanto, já sabemos que vindo do Phiranha, os convidados serão nesse nível: bárbaros, destruidores, vândalos, hooligans e por aí vai.
Daniel
e Hélio se complementaram numa dupla de zaga que aliou juventude e experiência
com muita competência. A vitalidade de Daniel que corria feito louca, digo, louco
atrás dos atacantes que aproximavam-se de sua meta e Velho Hélio, fixo, sem
aqueles rompantes em que arranca e não toca pra ninguém, expuseram muito pouco
seu arqueiro. Não houve domínio absoluto de seu Selecionado, mas o suficiente
para chamar a atenção dos redatores do periódico.
Fábio
Simpson esteve em manhã inspiradíssima. Foi a principal criatura no comando de
ataque do Planeta Nossa Belinha Amizade desse fim de semana. Mas como todo
herói tem seu ponto fraco, com Fábio Simpson não poderia ser diferente,
portanto, no domingo que vem alguém pode trazer um pulmão reserva para
emprestar ao ilustríssimo diretor?
Um
dos responsáveis pelo sucesso do Simpson foi seu protegido, aliás, seu
convidado o goleiro Mimi (é sério gente, o apelido dele é esse mesmo!) que
depois de um lance confuso onde Gilber Bibier-inho caiu no chão e pediu falta
(normal, né?) o Time que atacava devolveu a bola para o goleiro e o benevolente
guarda-metas a devolveu para o atacante (Simpson), que dessa vez não perdoou.
Palmas para o Mimi!
Lembra
daquela chatice que volta-e-meia era postado aqui sobre convidados? Pois é
aquela lenga-lenga acabou! O Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade abre de
vez, ou melhor, escancara suas portas para os calouros!!! Aliás, já tem algumas
semanas, porque ultimamente tem chovido caras novas no sagrado gramado do Beer
Ball Stadium.
Nobres
e Plebeus do Reino de Nossa Belinha Amizade podem minimizar o alvoroço, o III
Torneio Nossa Amizade que aconteceria no último fim de semana desse mês foi
adiado para depois da eleição (não perguntem o motivo, por que nós aqui da
redação não sabemos a ligação da diretoria com TRE), com data ainda não
confirmada. Aguardem as cenas dos próximos capítulos.
O evento será realizado no dia 25/11/2012 na Casa
da Piscina, localizada na rua Coronel Vieira, 756 - Irajá. Das 11h às 19h.
Durante o evento os participantes desfrutarão de
piscina, sinuca, pula-pula, almoço com churrasco e bebidas. Tudo isso embalado
por um DJ.
A contribuição será de R$40,00 por pessoa a partir
de 16 anos (inclusive), e R$20,00 por adolescentes de 10 à 15 anos. Crianças
abaixo de 10 anos não pagam.
O pagamento poderá ser parcelado e deverá ser
quitado até 10/11/2012.
Quaisquer dúvidas falar com Fábio Simpson,
Claudinho ou Phillipe Phiranha.
Mais um episódio da Liga de Nossa Belinha Amizade num
fim de semana iniciado por um feriado... Precisamos falar mais alguma coisa, ou
dá pra associar que todas as disputas ocorreram em clima de ressaca?
Quem deixou de comparecer ao Beer Ball Stadium nesse
domingo perdeu o lateral mais idiota do Fantástico Mundo de Nossa Belinha
Amizade. Jaime “a Super Máquina”, atrasou pro goleiro que estava saindo do gol.
Flávio Estrelinha que não tem nada com isso, agradeceu e finalizou para a meta
vazia.
Exceção entre as criaturas do Planeta Nossa Belinha
Amizade, Filipe Mac Gyver (aquele que foi homenageado com a música dos Menudos
por ter feito três gols na última edição deste periódico), se destacava
correndo atrás do prejuízo quando sua Equipe iniciava em desvantagem no placar.
Jobiano, sem alternativas, se virava como podia para evitar as investidas do
adversário (em português claro: só parava Mac Gyver com faltas). Ficou
boladíssimo, e ao final das disputas saiu cuspindo marimbondos sobre a marcação
cerrada.
Jobiano foi querer fazer gracinha com os garranchos
do número do sorteio e disparou: “Alguém traduz esse aerogrifo? Os Ph.D.’s em língua portuguesa e os Imortaisl da ABL
presentes nas dependências do Beer Ball Stadium logo se doeram e ameaçaram o
editor-chefe deste periódico caso esse fato não fosse relatado.
Jobiano anotou um gol apenas nesse capítulo do
Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade. Curiosamente, ao chutar para o gol,
ele deslizou (por opção própria) após o arremate. Botinho questionou: “Porque
você deu carrinho?” e Philipe Phiranha foi sensato: “Porque se ele não der
carrinho, não consegue jogar futebol...” Como diz ChoraMingão: igual ao Itaú:
simples assim.
Falando em Philipe Phiranha,
quando juiz, validou um gol, aliás inventou um gol polêmico. Apitou o início da
partida antes do goleiro chegar no gol (estava pegando o chinelo na trave). Seu
xará Mac Gyver, mandou do meio-campo certeiro nas redes. Mas nem assim sua
Equipe favorita triunfou, perdeu de virada por cinco a três.
Além de Pelé, Romário e Túlio Maravilha, mais um
atleta começa sua contagem rumo ao milésimo gol, ele é mundialmente conhecido
por Gilbert Bibier-inho, e faltam apenas 954 porque depois de definir com
sucesso uma jogada individual saiu aos berros: “Quarenta e seis! Quarenta e
seis! Quarenta e seis!”
Fábio Simpson se redimiu de sua última contratação
(se é que vocês entendem). Contratou um goleiro (espécime em extinção na fauna
e flora de Nossa Belinha Amizade). Lembrando que excetuando-se dessa escassa
posição convidados continuam vedados.
No
capítulo de hoje, a razão de ser do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade,
parece ter sido abduzida da mente dos companheiros dessa corporação. Se
bate-boca fosse modalidade olímpica, o Team Nossa Belinha Amizade seria medalha
de ouro!
O
empenho de estar entre os melhores em categorias negativas foi tanto, que
destacamos alguns de nossos membros que esmeraram-se ao máximo, porém não
tivemos condições de apontar o mais eficiente entre eles:
Não
conseguiram agradar os gregos e muito menos os troianos. Ambas as Equipes cuja
gestão disciplinar permaneceram sob suas responsabilidades, cuspiram marimbondos
sobre suas atuações.
O
drible de chaleira do Estrela no Philipe Phiranha foi tanto bonito quanto
polêmico. É que na recuperação do Phiranha, o Flávio deu uma adiantadela na bola
e Philipe veio pegando bola, grama, Estrela, tudo o que tinha direito...
Já
Claudiney, “baixou” um Maradona nele, que driblou o time adversário inteiro e
parou apenas quando o goleiro interveio estragando o que seria um belíssimo
gol.
Agora Artilheiro Musical só teve um mesmo. E foi advinha quem? Filipe Mac Gyver, né sempre ele, mesmo sem desenvolver todo seu potencial. E como todo Artilheiro Musical, teve direito a pedir música, só que.... Ele não pediu... Mas ninguém precisa ficar aborrecido, que nós aqui da redação escolhemos uma músicaque combina perfeitamente com ele. Confere só:
O
lado “Jobson” de Jobiano (vocês sabem, né? Jobson+Fabiano) estava muito
aflorado no último domingo: primeiro arrumou encrenca com o calouro Daniel
(aliás, desejamos nossas boas vindas ao mais novo súdito do Reino de Nossa Belinha
Amizade), dizendo que teria prioridade em relação ao rapaz mesmo com o novato
tendo chegado antes.
Depois
ficou com raivinha porque o árbitro interrompeu um contra-ataque de sua equipe
quando um adversário se contundiu e deu uma bicuda na bola lá pra casa do ...
(desse lugar mesmo que vocês imaginaram).
Por
muito pouco não se envolveu em confusão com Tássio O Poder.
Será
que Fábio Polinômio passa o nome do remédio que ele usa para esse rapaz?
Gostaríamos
de agradecer ao arqueiro Jorge Perlingeiro por ser o único goleiro presente no
Fantástico Mundo de Nossa Belinha nessa semana.
Por
conta disso, Jobiano (mas será o Benedito? De novo ele?!), entrou para história
por levar nove gols em duas partidas consecutivas (!!!!!!). Parabéns também ao
recordista!
Na
primeira partida, que acabou seis a zero, Betinho O Botinho (que teve participação
relevante no setor ofensivo) marcou três vezes é o mais novo Artilheiro Musical
do Circo Nossa Belinha Amizade. Lamentavelmente, ele não escolheu a música que
faz jus. Mas o Corpo Editorial reuniu-se em caráter emergencial para ajustar
esse “bug” e depois de muito discutir chegamos, enfim, a música que é cara do
Botinho. Comentem se temos razão ou não.
Tássio
O Poder era o principal companheiro das tramas de ataque de Betinho O Botinho.
Só que, ao que pareceu, canalizou toda sua capacidade ofensiva para as duas
primeiras partidas, porque depois disso apenas acumulou fracassos. Ao cair a
ficha que nada mais alcançaria, saiu distribuindo bordoadas, onde Jobiano foi
sua vítima preferida, o que quase causou a confusão citada entre ambos
anteriormente.
Um
dos responsáveis para que esse card não ocorresse foi Philipe Phiranha, o juiz
do confronto (entre as Equipes, não entre os brigões) que excluiu o
“estouradinho” (Tássio, obviamente).
O
mais interessante foi o argumento usado por Phiranha na hora da exclusão:
“Tássio vai pra fora que não quero mais ouvir sua voz...”
Rs...
Parece que ele tomou o lugar de Velho Hélio (que é pai dele, para quem não
sabe).
A tal Equipe que ganhou todo mundo era formada
por (sem o goleiro que foi um rodízio giga): Velho Hélio, Claudinho, Jaime A
Super Máquina de Tocar para o Lado (na maior parte do tempo, mas teve Fábio
Polinômio, irreconhecível por sinal, nas duas primeiras vitórias e ainda
Oswaldo nessa posição), Philipe Mac Gyver, Diego Filtro Podre e Jobiano.
Velho
Hélio, na zaga, foi extremamente superior aos atacantes adversários, Claudinho
sacrificou-se, deixando suas características de contenção no meio-campo para
formar o último setor antes da meta; Foi tão competente quanto na sua função.
Jaime
A Super Máquina de Tocar para o Lado, jogou como Filipe Mac Gyver, solto, só
que sem a mesma qualidade. Mac Gyver foi o responsável por essa invencibilidade
com assistências, muitas assistências e o seu mega variado estoque de gols.
Jobiano
era um “falso” centro-avante. “Flutuava” pela posição, ainda assim converteu
boa parte das oportunidades que lhe ocorreram, quando não estava dando um de
seus chiliques.
Havemos
de convir a evolução de Diego Filtro Podre, que quando atua com comprometimento
é uma criatura que agrega valores a qualquer Equipe, quiçá, responsabiliza-se
pelo sucesso de seu Esquadrão.
Conforme
anunciado Edílson CG não compareceu. Motivo suficiente para nós aqui da edição
lançarmos a campanha para termos o representante de Tão, Tão Distante de volta
ao Sagrado Gramado do Beer Ball Stadium. Portanto contamos com a adesão de
todos na campanha:
“Volta,
Edílson! Charles Guerreiro! Pra você fazer gol, agente tira o goleiro!”
Com
todo respeito, investigamos o seio familiar de Flávio Estrelinha e descobrimos
que seu sogrão preocupa-se com frequência sobre como se comporta no Planeta
Nossa Belinha Amizade.
Disposto
a entrar definitivamente para o seleto Hall dos Artilheiros Musicais, Charles
Guerreiro foi praticamente um atacante de ofício. Nunca na história do País de
Nossa Belinha Amizade se lançou tanto ao ataque, pena que não foi tão eficiente
como nas duas semanas anteriores com isso, quebrou sua sequência de artilharia
e se quiser ouvir “Dona” do Roupa Nova, que trate de fazer mais uma sequência
de três gols.
Sabe
o que é impor-se diante de seus oponentes? Foi o que Fernandão fez. Tranquilo,
seguro e firme,apresentou todas as carcterísticas que um bom zagueiro deve
ostentar.
Quem
pode (e deve) dedicar-se um pouquinho mais na marcação e recuperação da bola
atende por Tássio O Poder, que tem muita energia (ao menos deveria ter) para
dedicar ao futebol.
Com
começo arrasador diante dos arcos, Rodrigo parecia que manteria-se soberano
durante todo o episódio da Liga de Nossa Belinha Amizade porém cedeu espaço
para Igor, que comportou-se exatamente ao contrário: começo irregular e final
equilibrado.
Inspirado
na rebeldia sem causa de ChoraMingão que se nenhum motivo plausível divulgou
que não mais faria parte do Elenco do Circo de Nossa Belinha Amizade, Edílson
Charles Guerreiro também se “auto-excluiu” do picadeiro devido a nova postura
da nova direção que adotou a nova regra de fazer com que atrasados não tenham
prioridade.
A
gente aqui da redação não tem certeza, mas ao que parece, Edílson anda a fim de
testar sua popularidade para ver se alguém lança uma campanha “Volta Edílson”,
aos moldes do Migão.
O time formado por três dos quatro capitães do último
Torneio Nossa Amizade, não foi tão longe o quanto poderia.
Fábio Polinômio, Filipe Mac Gyver e Fabiano junto com
Edílson CG, Philipe Phiranha, Giliard Play Station e Igor no gol davam a
impressão de repetir a façanha da semana anterior, em que uma Equipe permaneceu
quase o tempo inteiro disponibilizado ao Fabuloso Mundo de Nossa Belinha
Amizade dentro do campo, mas não conseguiram superar a marca de três vitórias
consecutivas.
O responsável direto por esse ocorrido atende por
ChoraMingão. Permissivo com excesso de faltas “táticas” cometidas por Flávio Estrelinha
que impedia as infiltrações (a principal jogada ofensiva desse Time), cometendo
faltas sucessivas na entrada da área sem receber se quer uma advertência. Pra
acabar de completar, no último minuto do confronto, marcou um pênalti duvidoso
duas vezes: tanto se ocorreu a falta, como se foi dentro da área. Depois de uma
confusão astronômica, Gilbert Bieber-inho converteu a cobrança e como não havia
tempo para mais nada, encerrou ali a saga do Time dos três capitães.
Edílson ficou revoltada, digo revoltado, com a
marcação de ChoraMingão. Saiu berrando “cobras e lagartos” direcionadas ao
então árbitro da partida, jurando o rapaz dizendo que “iria apitar sua partida
também”...
Alguém pode decifrar o porque ChoraMingão deveria se
intimidar?
Não foram só desentendimentos que Edílson CG
promoveu, ele alcançou uma marca histórica também. Na semana anterior
publicamos isso:
“Lembra da
goleada de seis a um que foi mencionada lá em cima? Então, por incrível que
pareça, mas Edílson CG fez gol (!!!!). Na nossa concepção, ele merece pedir uma
música, por que ele repete esse feito no mínimo uma vez ao ano. Mas
corromperíamos o regulamento dos Artilheiros Musicais. Não queremos ser
injustos e somos uma Nação (a de Nossa Belinha Amizade) democrática. Postamos a
música selecionada por Edílson ou não?”
Oswaldo comentou:
“Eu não lembro do gol do Edilson, mas caso o milagre
tenha ocorrido, meu voto é para que seja postada a música selecionada pelo
Edilson.”
Podem esquecer essa proposta. O Corpo Editorial desse
informativo reuniu-se a achou mais justo postarmos a música, caso Edílson CG
consiga marcar mais uma vez no próximo domingo (nós aqui da redação, achamos
mais provável o apocalipse).
“Flávio Estrelinha arrumou maior confusão (pra
variar). Ele já havia sido selecionado para compor o próximo Time, quando Play
Station (se não estamos enganados) chega por volta de oito horas, e pela atual
legislatura que rege o Planeta de Nossa Belinha Amizade, deveria ceder seu
lugar ao atrasado. O que não ocorreu, alegando que chegou cedo e quem quer
jogar, que chegue cedo, portanto a prioridade era sua. E não saiu mesmo.
Então fica aí o primeiro pepino para a nova
diretoria: Quem tem prioridade o pontual ou atrasado?”
E o Oswaldo comentou de novo:
“O pior desse episódio foi o fato dele dizer que não
iria sair do campo. Isso é muito chato.No mínimo foi um desrespeito com as
pessoas que estavam presentes naquele dia. Essa regra não foi imposta pelas
diretorias anteriores e sim um bom senso dos participantes. O aumento do tempo
para 15min no primeiro jogo foi a forma que encontramos para
"premiar" os atletas que chegam cedo.”
Mas parece que a vontade de Estrelinha vai
prevalecer. O Novo-rico, digo, novo diretor Fábio Simpson, decretou que caso
alguém chegue depois do horário e o Time já esteja dividido, não terá
prioridade, deverá aguardar a próxima partida.
Edílson CG chiou (esse menino tava demais domingo,
hein?). Por morar longe não consegue chegar no horário, inclusive, colocou sua
vaga a disposição do Diretor.
Fábio Simpson pois panos quentes e alegou que Edilson
CG e Beto Canhão são exceções, o segundo por morar na Barra da tijuca e o
primeiro em Tão, Tão Distante.
Flávio Estrelinha não fez só faltas para impedir
ataques e polêmicas que obrigam a interferências da Diretoria. Também teve
atuação muito equilibrada. Criou oportunidades pelo lado esquerdo e apareceu na
frente em boas conclusões. Mas continua sua eterna perseguição a Artilharia Musical.
Depois
de eras, Marcelo TTS (TodoTrabalhado
no Sedentarismo), enfim participou
de uma (uma mesmo! Uma única partida e só!) disputa no Fabuloso Mundo de Nossa
Belinha Amizade e experiente como é, percebeu que não conseguiria repetir o
nível de sua atuação e meteu o pé do Sagrado Gramado do Beer Ball Stadium. Mas
registrou sua passagem em campo encontrando em ChoraMingão seu companheiro
ideal: duas assistências, que segundo sua ótica foram “As Assistências” que
fizeram de ChoraMingão o artilheiro da abertura deste episódio da Liga de Nossa
Belinha Amizade.
A maior goleada do dia aconteceu na partida
derradeira em que Fabio Polinômio, Filipe Mac Gyver e Cia. Ilimitada aplicaram
impiedosos 6 a 1 sem grandes esforços.
Mas
a maior proeza do dia foi alcançada por Gabriel, Alessandro, Fabiano, Jaime A
Super Máquina, Diego Filtro Podre, Magic Coceira e Gilbert Bieber-inho pois nessa
formação, ganharam nada mais, nada menos que todas as pelejas ocorridas entre
as duas citadas anteriormente, ou seja entraram no Glorioso Beer Ball Stadium
por volta de sete e meia e saíram dez pras nove. Merecem avaliação
personalizada, não merecem? Merecem!
O
principal responsável pela façanha foi Gilbert Bieber-inho, que inspiradíssimo,
provavelmente deve ter batido o recorde de gols marcados num mesmo dia no
Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade. Isso com movimentação por todos os setores do campo. Saiu mas fez questão de declarar que não se contundiu, e sim se poupou para prevenir uma futura contusão. Então tá...
O namorad..., digo, amigo de Bieber-inho, foiquase insuperável no setor defensivo, e além disso, orientava seus
companheiros no posicionamento de marcação na zaga.
Passava segurança a seus companheiros e mesmo sem executar “milagres” diante
dos arcos, passava segurança com bom posicionamento. Passou várias partidas sem
saber o que é buscar a bola na rede.
Voltou
a fazer jus a sua alcunha distribuindo e organizando os lances mais agudos de
sua vitoriosa Equipe. Deixando o Editor-chefe desse informativo muito
satisfeito.
Instável, alternava momentos de lucidez com momentos de dispersão, sendo que o
primeiro prevaleceu devido ao número regular de tentos marcados. Apresentou
mais qualidade no setor de contensão, esbanjando vigor físico.
Quando joga com comprometimento, faz diferença. E foi o que
ocorreu. Marcando muito no meio-campo e auxiliando na construção de tramas
ofensivas, repetiu o feito da semana anterior, marcando mais um gol bonito e
difícil de média distância em que o goleiro não tinha o que fazer.
Definitivamente ele é um fanfarrão. Depois de Fábio Simpson bater um pênalti de forma ridícula, o abestado do Jaime, sai
jogando a bola com a mão, como se fosse goleiro. Resumo da ópera: a equipe
adversária recuperou a bola e empatou a partida, mas o lance foi invalidado pelo
juiz Fábio Polinômio, que além de dar um esporro daqueles no Super Máquina, o
botou no olho-da-rua, voltando apenas na Partida seguinte.
Lembra
da goleada de seis a um que foi mencionada lá em cima? Então, por incrível que
pareça, mas Edílson CG fez gol (!!!!). Na nossa concepção, ele merece pedir uma
música, por que ele repete esse feito no mínimo uma vez ao ano. Mas corromperíamos
o regulamento dos Artilheiros Musicais. Não queremos ser injustos e somos uma
Nação (a de Nossa Belinha Amizade) democrática. Postamos a música selecionada
por Edílson ou não?
Flávio
Estrelinha arrumou maior confusão (pra variar). Ele já havia sido selecionado
para compor o próximo Time, quando Play Station (se não estamos enganados)
chega por volta de oito horas, e pela atual legislatura que rege o Planeta de
Nossa Belinha Amizade, deveria ceder seu lugar ao atrasado. O que não ocorreu,
alegando que chegou cedo e quem quer jogar, que chegue cedo, portanto a
prioridade era sua. E não saiu mesmo.
Então
fica aí o primeiro pepino para a nova diretoria: Quem tem prioridade o pontual
ou atrasado?
Sem
ostentar orgulho pelo fato de ter se desentendido com ChoraMingão, Vinícius
Meia Lilás aceitou as desculpas e voltou a se fazer presente no elenco do Circo
de Nossa Belinha Amizade.
Depois do 6º ano de história
completo, o Reino de Nossa Belinha Amizade passa por uma reformulação geral no
seu quadro administrativo.
Após conquistarem seus mais distantes
sonhos de consumo, Oswaldo, C. Buraco Valente, ChoraMingão e Fábio Polinômio
decidiram largar o filé amistosamente (diferente de quando aplicaram golpe de
estado no Zé Augusto). Fábio Simpson (que há tempos tentava uma boquinha na
diretoria), Philipe Phiranha e Claudinho são os futuros novos-ricos do Planeta
Nossa Belinha Amizade, e caberá a eles a gestão, até adquirirem seus bens
materiais mais desejados.
O corpo editorial em nome de todos os membros deseja sorte e sucesso aos
(literalmente) afortunados.
Depois de fazer um golaço, driblando
o novato trazido por Gilbert Bibier-inho, e mandando um foguete na gaveta,
Diego Filtro Podre foi convocado para o futebol de nove horas (muito mais
técnico que o nosso, por sinal). Mas tirem suas próprias conclusões sobre sua
atuação na foto a seguir:
Para quem não entendeu nada (os flamenguistas), explicamos: ele foi
convocado para atuar como “bandeirinha” (!!!). Desejamos profundamente que ele
tenha encontrado sua vocação.
ChoraMingão que a algumas semanas se indispôs com Vinícius Meia Lilás, e
praticamente o escorraçou, deu uma de “madalena arrependida”, se desculpou
pessoalmente com o rapaz e reabriu as portas do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha
Amizade para a criatura.
Ao final deste episódio da Liga de Nossa Belinha Amizade, C. Buraco
Valente reclamava de dores na região do joelho. O motivo é que ele decidiu
relembrar os tempos em que caçava Leon no sagrado Gramado do Beer Ball Stadium
e, resumo da ópera: se ferrou. Seus alvos eram bem mais resistentes que o
franzino Leon.
Gilbert Bieber-inho mesmo cansado de saber que convidados estão
temporariamente vetados, não resistiu e levou um “colega” (se é que vocês nos
entendem). Ao menos, o rapaz agregou qualidades, com bom domínio dos
fundamentos do jogo, quase conseguiu a artilharia musical (Fabiano, então
goleiro, facilitou sua vida largando a bola em seus pés), ficando por um gol
apenas.
Fábio Polinômio atuou como há muito não se via. Abusando de suas
qualidades: força, habilidade, precisão e inteligência (lembradas aqui porque
não a mencionávamos por muito tempo).
Fabio Simpson o tempo inteiro (quase inteiro, exceto quando
“morria” e ia pro gol) impôs-se sobre seus marcadores e chamando para si a
responsabilidade das jogadas mais letais de suas Equipes. Saiu-se muito bem,
por sinal.
Flávio Estrelinha fez partida interessante pela ala esquerda,
revezando entre ataque e defesa, foi importante em ambos os setores. Ele e Edílson
Charles Guerreiro se envolveram em lance curioso: momentos finais da peleja e
Flávio Estrelinha, fuzila e meta adversária e vence o arqueiro, Edílson, como
um raio, sai do meio do nada e evita o lance fatal sobre a linha, garantindo a
vitória parcial. Pena que no lance seguinte Fábio Polinômio em jogada
individual empata o jogo e seu time ganha moeda. Em outras palavras: não
adiantou nada.
Sr.
Wilson também teve boa participação, visto que não ouvimos explicações do tipo “o
vento noroeste influi na intensidade da força e direção aplicada ao chute
anterior a linha central”, bens típicas desta personagem, ou qualquer outra de
suas justificativas mirabolantes.
Ah,
sim! Também teve méritos no último gol, da última partida, que originou a
última vitória e a última derrota ocorrida no ato teatral do último domingo no
palco do Reino de Nossa Belinha Amizade. Depois de uma arrancada triunfal em
lançamento de Filipe Mac Gyver, depois do pênalti idiota que cometeu (ou idiota
foi quem apitou?).
Durante
três partidas Gabriel atuou na linha, chamando atenção dos cronistas deste informativo
movimentando-se bastante por todos os setores do campo. Participando inclusive
das jogadas mais letais de seu Selecionado.
Os
goleiros (que resolveram ser mais frequentes que seus companheiros de linha),
foram muito bem. Excetuando-se a mongolice de Igor no gol ( de antes do meio campo
de C. Buraco Valente), a indecisão de Jorge (saio-não saio-saio-não saio) no
gol de Fabiano e a “estatualização” de Gabriel no gol de seu pai.
Philipe
Phiranha, cada vez mais versátil, procura atacar sempre (sem muita qualidade,
obviamente), porém mantém a pegada forte de sempre na contenção.
Seu
xará, Filipe Mac Gyver, continua abusando do talento. Seu repertório desse
episódio da Liga de Nossa Belinha Amizade incluiu dribles por entre as pernas
de Oswaldo e Fabiano.
O
que foi aquele pênalti marcado pelo então árbitro Fabiano? Ninguém entendeu
nada quando ele apitou, brother!!! Fabiano justificou que o Sr. Wilson, que não
faz mal a uma mosca (exceto a Flávio Estrelinha, que acha que o Sr. Wilson foi
maldoso com ele a uns tempos atrás), empurrou Jaime “A Super Máquina” dentro da
área, só pelo fato de Jaime aparecer todo torto depois de chocar-se com ele. Ao
fim deste capítulo nos comentários finais alguma criatura não perdeu a piada: “Ele
é torto assim mesmo”
Diego
Filtro Podre quis bater o pênalti, mas “Walt Diney World” num instantinho
colocou ele no seu lugar e mandou ele bater outra coisa...
A festa
de aniversário de seis anos do Nossa Amizade Futebol Soçaite, roubou alguns de
nossos astros da participação na Excelência do Futebol em Irajá.
Normal.
Estranha-se
o fato dos principais reclamões da semana anterior ChoraMingão, Hallan Manguaça
e Flávio Estrelinha (o Reclamão-mor), não aparecerem nesse domingo. Ou seja,
perderam completamente credibilidade em relação aos ausentes da semana anterior
(se é que tinham fundamento)
O espetáculo
domingo estava tão devagar, que inicialmente, havia mais goleiros que atletas
da linha: Gabriel, Igor, Léo Moura (que precisou mostrar a identidade para
provar que era ele mesmo, pois cortou o cabelo e ninguém o reconheceu) e Sr. Wilson
(que iria se aventurar no gol).
Mas
o negócio foi se ajeitando. Jogamos com cinco na linha, depois com seis. Teve
até time de fora!
A
disputa mais interessante desse encontro dominical aconteceu entre os times
formados por Léo Moura, Velho Hélio, Filipe Mac Gyver, Fabiano, Tássio o Poder
e Sr. Wilson, que enfrentaram Gabriel, Igor (sim, o goleiro), Philipe Phiranha,
Claudinho, Jaime e Fábio Simpson, que foram infinitamente... SUPERIORES que o
primeiro Time, e por sorte dos anteriores (Filipe Mac Gyver e companhia), não
saíram derrotados.
Outro
fato curioso: terminado o confronto num empate sem gols, Jaime, que se acha o
rei do cara-ou-coroa foi logo se apresentando: “Eu tiro na moeda! Quero cara!”...
Deu coroa, se ferrou. (Risos...).
O
Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade teve seu representante nesse nobre
evento: Magic Coceira. Que inclusive aprendeu um novo idioma e o praticou quando
levou uma bronca de Fábio Simpson, respondeu: “A mi ma num to da”
? ?
? ?
Alguém
entendeu alguma coisa? Claro que não, né! Ele falou em tupi-guarani.
Destaque
total do picadeiro do Circo de Nossa Belinha Amizade foi Velho Hélio.
Praticamente fixo na defesa mostrou muita virilidade mesmo com sua idade
exagerada. Fez ótimas antecipações aos atacantes, recuperou bolas sem
violência, ligava a defesa ao setor de criação com qualidade e em algumas
situações evitou que seu arqueiro trabalhasse.
A
participação de Fábio Simpson foi estimuladora, visto que incansavelmente, movimentava-se
por todos os lados do campo de ataque. Solitário em algumas das vezes e
orientando seus companheiros quando tinha companhia. Permaneceu no gramado, sempre
com algum perigo, até o final dos combates (também só deu as caras no Beer Ball
Stadium depois de oito da manhã).
Falando
em oito da manhã, Fábio Polinômio (que chegara por volta desse horário), não
foi polinômio, nem trinômio, nem binômio, nem monômio, nem nada! O mais próximo
de seu apelido que chegou foi alcoólico anônimo.