sábado, 26 de novembro de 2011

Fernandão:

Fez corretamente seus serviços de zagueiro, e quando sua Equipe avançava ao ataque, curtia uma de líbero, isso sem comprometer o sistema defensivo. Também não realizou grandes feitos quando surgia no ataque.

Betinho, o Botinho:

Decidiu dar as caras, pois estava quase sendo excluído do Elenco do Circo de Nossa Belinha Amizade. Com a patinha machucada, só conseguiu atuar como goleiro. Além de outras bisonhices, foi responsável direto por ceder o empate a equipe adversária, quando não agarrou a cobrança do lateral e um dos calouros, esperto, se aproveitou para igualar a disputa.

Claudinho:

Prima pelo setor defensivo, mas sempre surpreende no ataque. Zagueiro de bom chute, vem se destacando, pois em três edições seguidas desse blog registramos gol dessa personagem do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade, coisa rara em zagueiros.


Precisa melhorar a parte técnica. E a parte física pra ficar ruim tem muito a evoluir.

Diney:

Sacrificou-se e foi para o ataque, visto que na Equipe que defendia ninguém ocupava essa função. Deixou a desejar na movimentação, mas compensou com alguma qualidade técnica. Finalizou pouco, mas abria espaço para Filipe, ocupando a atenção da marcação. 

Edílson CG:

Chegou ao Beer Ball Stadium devidamente uniformizado com seu Bermudão cheio de bolso, e a Camisa do Tabajara FC.


Suas participações aconteceram, em um Time com quatro calouros que se quer se conheciam. Dessa forma, coube a Edílson entrar no Sagrado gramado do Beer Ball Stadium a executar seu único objetivo, evitar que seus rivais tivessem chance de gol. Nessas disputas, em algumas se deu bem e em outras não. Nas condições que ocorreram (jogando ao lado de 80% de desconhecidos) pode se dizer que cumpriu sua função razoavelmente.

Fabiano:

Não demonstra os atributos físicos que o qualificavam em outrora. Ao menos, tentou dar senso de organização a sua Equipe. Jogou na defesa e ajudava o comando de ataque em bolas paradas ou se alguém ocupasse sua posição na defesa.

Jaime, a Super Máquina:

Depois de fazer metade de um gol (outra metade foi do MAC Gyver que desbaratinou a defesa adversária e o deixou diante do gol praticamente vazio) e fazer participação convincente pelo meio-campo do lado esquerdo, Jaime encheu-se de moral e inclusive, orientava seus companheiros a maneira correta de passar a bola. Mas isso tudo em duas Partidas, depois simulou contusão, saiu, voltou, e não acrescentou mais nada...

E o plantão Nossa Belinha Amizade informa:

Amanhã (SOMENTE AMANHÃ!!!!) convidados serão bem recebidos.

E o plantão Nossa Belinha Amizade continua informando:

Até agora não apuramos um voto se quer de quem está em Miguel Pereira. Queremos ver se depois de tanta pressão ninguém que viajou vai se manifestar...

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Troféu Melhores 2011

Está aberta a disputa!



Todos estão aptos a escolher seus preferidos. E é bom que todos opinem, por que eu já tenho minhas preferências, e o meu voto será de minerva, se ninguém se manifestar, terei o prazer de escolher os campeões...(risos...)


Caso alguém queira sugerir mais alguma categoria (acho que vinte está de bom tamanho, né pessoal?), ou candidato para alguma categoria, fiquem à vontade, seremos todos ouvidos. Lembrem-se que cada categoria deve ter três indicados.


Votem no comentário respectivo da categoria, e identifiquem-se, caso não, o voto não será validado. Cada membro tem direito a um voto por categoria.

Troféu A Pipa do Vovô não Sobe Mais:

Hélio



Wilson


Carlos

Troféu Eu sou um Fanfarrão:

C. Buraco Valente, por montar o time mais forte do Campeonato, se incluir nele, e perder o título, em 29 de Agosto.



Edílson Charles Guerreiro, por manter a média de um (isso mesmo que vocês leram: 1) gol por ano, em 14 de Outubro.


ChoraMingão, partindo pra agressão aos adversários, por que o juiz não marcou uma falta a favor de sua equipe, em 28 de Outubro.

Troféu Cale-se! Cale-se! Cale-se! Você me deixa Loooouco!:

Vinícius Meia Lilás



ChoraMingão


Fábio Polinômio

Troféu de Boa Intenção o Inferno Está Cheio:

Flávio Estrelinha, pelo empreendimento das Camisas do Grupo.



ChoraMingão, pela idealização do I Torneio Nossa Amizade.


Macalé, por estar sempre presente, e disposto a se indispor arbitrando as disputas.

Troféu Besta quadrada:

Beto Canhão, ao perder dois pênaltis no 1º Torneio Nossa Belinha Amizade, dia 29 de Agosto.



Velho Hélio, ao marcar dois gols contras, em 17 de Setembro.


Philipe Phiranha, ao levar dois lençóis de Ulisses, o Colosso, em 17 de Setembro.

Troféu Eu Tenho Que Manter a Minha Fama de Mau:

Rodrigo Flamenguista (em Vinícius Meia Lilás) dia 16 de Abril.



Philipe Phiranha (em Fabio Simpson) dia 13 de Maio.


Estrelinha (em Vagner) dia 29 de julho.


Obs.: Caso Rodrigo Flamenguista ganhe, o prêmio será entregue a Vinícius, pois o referido não mais faz parte do elenco do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade.

Troféu Nunca Joguei Tanto em Minha Vida:

ChoraMingão, em 28 de Abril.



Vinícius Meia Lilás, em 13 de Maio.


Flávio Estrelinha, em 29 de Julho.

Troféu Discussão Inútil:

Fábio Polinômio e todos em 27 de Janeiro (sobre seu gol anulado pelo Juiz Vinícius Meia Lilás).



Oswaldo em 16 de Abril (justificando o fato de não sair as duas equipes em caso de empate).


Fábio Simpson e ChoraMingão em 08 de Julho (sobre as novas regras do grupo).

Troféu Quase Não Jogo, Por Isso Não Disputo Nenhuma Categoria:

Marcelo TTS



Beto Canhão


Luiz


Betinho, o Botinho

Troféu Jogo Toda Semana e Também Não Disputo:

Claudinho



Hallan Manguaça


Magic Coceira

Troféu Papai de Primeira Viagem:

Ulisses, o Colosso



Rodrigo


Vinícius Meia Lilás


Phillipe Phiranha

Troféu Pega na Mentira:

Gilbert Bibinho, que pouco se machuca.



Jaime “a Super Máquina de Tocar para o Lado”, não ganha no dado.


Vam-Peu-ro, joga em qualquer parte do campo (inclusive as que recebem incidência do sol).


Marcelo TTS, que divulga aos quatro ventos que namora muito sua esposa.

Troféu Bermudão de Couro:

Cléber, o Impressionante



Edílson Charles Guerreiro


Fernandão

Tróféu Vai que é tuuua!

A intenção dos organizadores era fazer uma categoria que homenageasse o pior goleiro do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade, mas provavelmente a disputa seria empate triplo. Desta forma, os votos nessa categoria são livres: se quiser votar no pior, vote, se quiser votar no melhor, vote, no mais, gordo, no mais feio, vote em quem quiser, pelo motivo que quiser. No final quem acumular mais votos (qualquer que seja o motivo), será o vencedor:

Gabriel

Igor

Rodrigo

Troféu Atleta-turista:

Vamos esclarecer uma coisa:

Nessa categoria, prestigiaremos as personagens que aperecem uma vez, somem, aparece de novo, some mais um tempo... Tal qual turistas. Entenderam? Ou quer que desenhe?


Professor Celso



Diego


Diney

Troféu “O Quê Que Eu Vim Fazer Aqui?”:

Sr. Geraldo



Bernard


Bryan

Troféu Tadeu Schmidt (fez três gols pede música):

Vagner, em 04 de Fevereiro



Tássio “o Poder”, em 02 de Abril


Filipe MAC Gyver, em 28 de Abril (sua estréia) e 28 de Outubro

Troféu Margarida:

Procuramos registros de súditos que tenham obtido destaque como árbitros e pasmem só:



Fábio Simpson em 27 de Janeiro


Fabio Simpson em 10 de Setembro


Fabio Simpson em 28 de Setembro

Troféu Nunca Confie Num Homem Que Não Bebe:

Edílson Charles Guerreiro



Fabiano


Flávio Estrelinha

Troféu Beber, Cair, Levantar...( beber-cair-levantar... beber-cair-levantar... beber-cair-levantar...)

Esta é a única categoria aberta da premiação, ou seja, não há indicados, todos os súditos do Reino de Nossa Belinha Amizade podem ser votados (exceto os três da categoria acima, por motivos óbvios).



Philipe Phiranha, campeão da categoria (similar) Eu Bebo Sim, em 2010, também está na briga pelo bicampeonato.


Fernandão e Oswaldo, finalistas no ano anterior, estão “mordidos” e dessa vez, vem com tudo para a vitória.


Atletas como Hallan Manguaça e Beto Cachaça querem fazer jus ao nome e estão entrando forte na disputa.


Além desses, criaturas como Marcelo TTS e Magic Coceira, quase anônimos na disputa do Prêmio Melhores 2011, vão dar o máximo de si, para surpreender os favoritos.


A votação está valendo a partir de agora.


Não esqueça de respeitar os critérios de validação do voto (um por categoria e identificar-se).

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Domingo, 06 de Novembro de 2011.

Não podemos nos omitir a atuação maiúscula da Equipe composta por Gabriel, Hallan Manguaça, Buraco (Luiz), Fábio Simpson, Vinícius Meia Lilás, Magic Coceira e Filipe MAC Gyver. Ganharam cinco partidas consecutivas, para só então, devido a exaustão sucumbirem.

Hallan Manguaça:

Ah! Se fosse sempre assim...


Soberano na defesa, jogou demais. Impôs-se ante seus companheiros e adversários. Praticamente intransponível.

C. Buraco Valente

Vamos lá...


Disputou dois confrontos e saiu vitorioso em ambos (o primeiro por dois a um e o segundo por um a zero). No terceiro jogo, se machucou e cedeu o lugar a Luiz, quando sua equipe desandou a distribuir goleadas... Seria Buraco o problema de seu Time ou foi apenas obra do acaso....(risos...)

Luiz:

Começou na Equipe que não arrumou nada e estava nesse nível. Quando passou ao elenco mais qualificado, evoluiu consideravelmente. Formou com a Hallan a consistente defesa, mas ainda surgia em algumas situações na linha de frente como elemento surpresa.

Fabio Simpson:

Movimentando-se livre, leve e solto entre os setores defensivo e ofensivo, O Simpson era indispensável ao vitorioso plantel de sua Equipe. Coincidência ou não, ao sair, esgotado, depois de (praticamente) ininterruptas uma hora e quinze minutos de correria por todos os lados, foram abatidos por impiedosos três a zero.

Magic Coceira:

É mestre na categoria tenacidade. O Magic não se entrega em nenhuma hipótese, seja qual for o placar, o adversário, seus companheiros... Enfim, enquanto houver tempo, ele vai atrás da vitória. Dessa forma, acumulou bastante triunfos nesse episódio do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade.

Filipe "MESSI" Gyver:

Não, não confundimos, foi intencional a troca de “MAC” por “Messi” no título da postagem. Inspiradíssimo, foi responsável pelas jogadas mais plásticas desse domingo, e o melhor de tudo, sua objetividade é ímpar.

Fabiano:

Irreconhecível. Não foi além de alguns lampejos no setor de criação, por mais que tentasse, tanto no meio como na defesa, poucas foram as tramas lúcidas.   

Velho Hélio:

Lembram da boa e velha “Lei de Murphy”? Aquela que preconiza que “Se alguma coisa pode dar errado, com certeza dará”? Então, o nosso “bom velhinho” estava rigidamente sob sua orientação. Até tomava iniciativa em algumas tramas, mas tal qual Fabiano, nada (ou quase nada) de útil.

Professor Celso:

Sem um companheiro com quem pudesse dialogar tecnicamente, não entendeu, nem se fez entender com quem formava ao seu lado. Porém mesmo sem falar a mesma língua, compartilharam do mesmo fracasso.

Claudinho:

Entrou no Time que acumulava êxito atrás de êxito no lugar de Fábio Simpson. Só que como possui características mais restritivas que a dinâmica de Fábio, não houve tempo de seu Sexteto se reorganizar taticamente (mesmo porque o cansaço, era evidente das outras peças). Não foi responsável direto pela derrota e está se especializando em gols de média distância (marcou na partida inicial).

Beto Canhão:

Aos poucos reencontra o caminho das boas atuações. A pontaria já está mais aferida e o condicionamento físico dá respostas positivas a cada capítulo da Saga de Nossa Belinha Amizade. Agora se der uma de eclipse, e aparecer uma vez por ano, vai ser aquele fiasco das primeiras semanas em que resolveu dar o ar de sua graça...

Flavio Estrelinha:

Alternou bons e maus momentos jogando adiantado, servindo como referência ofensiva. Conseguiu bons lances e outros patéticos como o insistente e inofensivo chute de bicicleta que ele nunca acerta...(risos...) Nós preferimos o Estrelinha fechando o meio (ele faz isso muito bem pelo lado esquerdo) e avançado ao ataque em lances pontuais. Mas ele cismou que é o Loco Abreu... Fazer o quê?

Edílson CG:

Fez o que está acostumado. Ficou plantado na defesa avançando  apenas raramente. Como sua Equipe não embalou uma boa sequência, não se destacou.

Beto Cachaça:

Em evolução. Estava com as articulações mais lubrificadas em relação a sua primeira aparição no Circo de Nossa Belinha Amizade, com isso, ajudou mais que atrapalhou seus companheiros. Mas ainda pode (e deve) melhorar muito.

Vinícius Meia Lilás:

Não admite qualquer tipo de contestação. Se qualquer ser do Ecossistema Nossa Belinha Amizade o crítica, ele solta seu repertório de reclamações efadonhas e vãs (que aliás já estão enchendo o saco!)... Mesmo quando atua bem (!!!), como nesse último episódio, em que foi peça de pouca visibilidade, porém importante taticamente quando bloqueava o meio dificultando os avanços, e ainda chegava a frente para finalizar, precisamente (segundo suas próprias contas) em quatro oportunidades.

Paulo:

Sua segunda apresentação no Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade trouxe aborrecimentos: Não agregou valores técnicos e “sabe-se-lá- Deus-o-porquê”, se achou no direito de desferir protestos contra tudo e contra todos. Macalé, então juiz da partida, o excluiu devido a reclamações, aliás, “muito bem ido”.

Show de Calouros:

Wesley:

Estreou no Sanatório de Nossa Belinha Amizade aos moldes de uma matraca! Reclamando e cobrando cheio de propriedade...


Juntando ele, Paulo e Vinícius (que ao menos já conhecemos de outros carnavais) o futebol parecia uma verdadeira feira livre!

Gilbert Bibinho:

Se por um lado parece ter se livrado de uma vez por todas das circunspectas e consecutivas contusões, por outro, foi contaminado pelos “Meninos Xiliquentos” (para quem não ligou o nome as pessoas são: Meia Lilás, Paulo e Wesley), pois também teve seus momentos de questionamentos infundados.

Duelo de Goleiros: GABRIEL versus RODRIGO




Apesar de bater roupa na maioria dos chutes, Gabriel conseguia evitar que os golpes opostos alcançassem seus objetivos, além de contar com uma defesa mais sólida, que dificultava a penetração dos adversários obrigando a arriscar chute de maior distância.













Já Rodrigo, coitado, exposto por um sistema de contensão mega frágil, diante de um sol ofuscante, parecia um “sparring”, de tanta bola que ia buscar dentro da baliza.

E o plantão Nossa Belinha Amizade ordena:

 
NÃO LEVEM CONVIDADOS!!!!

sábado, 5 de novembro de 2011

Domingo, 30 de Outubro de 2011.

Jaime, a Super Máquina:

Impressionante seu vasto conhecimento sobre... “a vida das celebridades” (?!?)... Chegou nas dependências do Beer Ball Stadium falando da vida de vários famosos...



Em campo, parecia influenciado pela vida das Estrelas, foi dando dois dribles de cinema em Phiranha, e depois... mais nada. Quase que implorou pra alguém ceder um lugar na partida derradeira e quando enfim conseguiu, saiu alegando cansaço. Perguntar não ofende: Porque, diabos, pediu pra entrar?

Viníciua Meia Lilás:

Seus melhores momentos ocorreram enquanto permaneceu na defesa, quando partia para o campo de ataque, não apresentava a dinâmica necessária a este setor.

Diego:

Peça fundamental no esquema de jogo de seu Time, pois tal qual um ser andrógeno, desenvolvia funções ativas e passivas, digo, ofensivas e defensivas. Antes de cansar, era evidente que tinha melhor performance no ataque, pois na defesa, quase complica sua Equipe numa partida em que venciam por três a um e os adversários chegaram ao empate depois de erros seus. Sorte que sua equipe desempatou no finalzinho.

Claudinho:

Disciplinado taticamente, completou (com eficiência) o setor defensivo de sua equipe (com Charles Guerreiro e Meia Lilás). Fez um gol decisivo de longa distância, mas sua forma física não permitiu que permenecesse até o desenrolar finais dos fatos: saiu esgotado antes disso.

Marcelo TTS:

Dá sinais que não tem sido muito freqüente as aulas de SPINNING. Chegou muito depois do início dos trabalhos no Beer  Ball Stadium, e bem antes do fim tirou, literalmente, seu time de campo. Jogou como nós aqui da redação gostamos de vê-lo, referência do ataque, mais não foi eficiente a ponto de conquistar os triunfos.

Velho Hélio:

Foi um dos poucos súditos do Reino de Nossa Belinha Amizade que manteve regularidade (em bom nível) do início ao fim, talvez querendo garantir o bicampeonato no Troféu Estatuto do Idoso (que aliás, é o favorito aqui da redação...rs...).



Organizou sua Equipe com lucidez, principalmente, na parte inicial, onde todos os nobres do Reino ainda estavam em off.

Wilson Camaleão:

Passa por uma fase tenebrosa. Até nós aqui da Edição que somos, digamos, “complacentes” com esta personagem do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade, cedemos as contestações! No último episódio, Camaleão travou uma briga generalizada com a “pobre” da bola que de tanto apanhar, passou a agredi-lo também.

Filipe MAC Gyver:

Não foi o diferenciado que costuma ser. Coletivamente, foi começar a funcionar no apagar das luzes (partida derradeira para ser mais preciso), individualmente ficou para próxima semana, pois em jogadas pessoais, até conseguiu lances eloqüentes mas as finalizações, preferimos não comentar.

Tássio, o Poder:

Colocava nos companheiros a responsabilidade por seu fracasso. Não esteve bem, e a cada lance errado, reclamava horrores (injustamente), com o Super-herói da Liga Nossa Belinha Amizade que não desse sequência aos lances em que estava envolvido.

Magic Coceira:

Assim como os outros Nobres do Reino de Nossa Belinha Amizade, pouco fez nos momentos iniciais, mas foi o primeiro a dar sinais de recuperação. Já na emocionante partida que terminou quatro a três, foi quem acreditou na reação e foi atrás do placar, só não contava com o golpe de misericórdia nos momentos finais. Depois (quando montaram o mega time com Canhão, o Poder, MAC Gyver, Bibinho e próprio Magic), deu prioridade ao setor defensivo e ali foi incontestável.

Beto Canhão:

Levou perigo constantemente as metas alheias, mas apenas com seus traiçoeiros chutes de longa distância, possui técnica para ser mais decisivo, mas a ausência de ritmo de jogo foi mais evidente.

Fabiano:

Começou “devagar, devagarinho” mas foi progredindo e evoluiu. Esteve a ponto de se tornar Artilheiro Musical, mas não consseguiu, ao menos foi competitivo até o momento final deste capítulo do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade.

Philipe Phiranha:

Dia para se esquecer. Só teve alguma coerência quando sua Equipe mantinha a bola e no setor defensivo, por que no mais, esteve léguas de distância do Phiranha que estamos acostumados.

Maranhão:

Com uma participação discreta, ao menos não se omitia e buscava participar das tramas, de maneira inofensiva (quase um café com leite), mas participava.

Gilbert Bibinho:

Mesmo com os resultados desfavoráveis, parecia disposto a revertê-los. Sempre com seriedade não baixou a guarda em nenhum momento, e sempre partiu em busca do gol.

Fernandão:

Foi um zagueiro esforçado. Dedicou-se a seu setor sem inventar muito. Cometeu falhas individuais banais, mas não teve volume de jogo suficiente para persuadir seus companheiros e conseguir acumular as vitórias.

Hallan Manguaça:

 Previsível. Não arriscou muito e quando o fez foi praticamente inerte.

Fabio Simpson:

Despercebido e sem criatividade, não produziu muita coisa e não obteve destaque em quaisquer dos setores e olha, que normalmente, é bem versátil.

Show de Calouros:

Paulo:

Agradável a estreia desta criatura no Planeta Nossa Belinha Amizade.


Participou efetivamente dos lances mais agudos de sua Equipe, movimentando-se por todos os lados do campo com comprometimento.

Mas sua melhor façanha, foi divulgar o carinhoso apelido de seu amigo Vinícius. (que inclusive batalhou muito para incluí-lo no plantel do Nossa Amizade Futebol Soçaite). Fora do imponente Beer Ball Stadium, ele é terrivelmente conhecido como “Bebê”... Fofo não?

Duelo de Goleiros: RODRIGO versus GABRIEL

Rodrigo (arqueiro) foi o principal arqueiro do Ecossistema Nossa Belinha Amizade. Não foi grande responsável pelos resultados, mas a matemática é simples, foi o goleiro da Equipe que acumulou mais vitórias. Simples assim.











Gabriel, (vulnerável) não esteve em uma manhã muito inspirada. Fez o que pode, mas nada de extraordinário. Teve a vantagem de não encarar as bombas de Beto Canhão em nenhuma das disputas. Mas ainda assim, esteve vulnerável.