sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Magic Coceira:


Embora não aparentasse (devido a sua constante cara de enfermo) Coceira estava debilitado, pois durante a semana necessitou uma internação por 48 horas. E daí? O passado já passou e Coceira ajudou sua equipe a consolidar o bom entrosamento tanto na criação como na contenção de jogadas pelo setor de meio-campo.

Gilbert Bibinho:


Usou muito bem suas características físicas (jamais imaginamos escrever isso sobre o “ex-bichado” Bibinho), servindo sempre como (boa) opção ofensiva, com suas infiltrações, a finalização que não estava nos seus melhores dias.

Professor Celso:


Pouco inspirado, conseguiu alguma visibilidade devido aos constantes deslocamentos, em especial quando Simpson passou atuar mais próximo a ele.

Diego:


Mesmo com cara de ressaca e toda hora trocando de chuteira, sua atuação foi obtusa. Com mobilidade fácil, criava oportunidades e apresentava-se para concluí-las. Fisicamente deixou a desejar.

Oswaldo:


Versátil, este artista do Circo de Nossa Belinha Amizade multiplicou-se e ocupou todos os setores do campo com competência. Se estava no ataque, fazia o que se espera: gols. No meio organizava sua equipe, na defesa recuperava a bola (lealmente) e saía com inteligência. Só faltou ressuscitar o fake do melhor goleiro do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade.

Gabriel:


Já chegou no “apagar das luzes”, assumiu o gol, mas substituiu Jaime na linha que já estava morta, digo, morto de cansaço. Fez um gol no Igor e viveu feliz para sempre.

Show de Calouros: