Apesar de ainda carregar o apelido que o consagrou, não mais sustenta essa condição de Todo Trabalhado no Spinning (entenderam o porquê de TTS? Agora não encham mais meu saco para saber sobre essa sigla!), porém fez apresentações vistosas com gols e assistências, iniciando 2011 com ótimas perspectivas, pois sem Spinning está assim, imaginem quando voltar a praticar?
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Magic Coceira:
Cláudio Buraco:
Em sua segunda partida ao tentar um chute de longa distância, simulou, aliás, se contundiu, e acabou voltando para o buraco de onde não devia ter saído...rs...
Fabiano:
E o plantão Nossa Belinha Amizade informa:
Felizmente a confraternização de fim de ano já passou e não temos mais que postar essa informação e aquele bendito mapa do Google.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
TROFÉU MELHORES DO ANO NBA 2010:
A primeira postagem do ano não poderia ser outra. Afinal a eleição dos Melhores do Ano teve uma repercussão acima do esperado. E como o Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade é uma verdadeira democracia,o reflexo desse tema amplamente debatido, não refletiu no número de votos. Por isso agradecemos a boa vontade de quem entrou na brincadeira e manifestou sua opinião. E..., e..., e mais nada vamos ao resultado que é o que realmente interessa... Só gostaria de lembrá-los uma regra importante da Premiação: em caso de empate, o voto do Editor-chefe do informativo (logo, Eu, o idealizador do concurso) definiria o grande vencedor. Já que estamos esclarecidos segue agora o resultado oficial do TROFÉU MELHORES DO ANO NBA 2010:
Troféu Não Fui Indicado Em Nenhuma Categoria:
Segundo Lugar: Rodrigo – 0 votos e Gabriel – 0 votos
Campeão: Cléber – 1 voto.
Troféu Menos Pior Diretor:
Segundo Lugar: Oswaldo e Fábio Trinômio – 0 votos
Campeão: Buraco – 1 voto.
Troféu Eu Juro Que Vou Melhorar Ano Que Vem:
Terceiro Lugar: Marcão, o Artilheiro das Partidas Alternadas – 0 votos;
Segundo Lugar: Giliard Play Station - 1 voto;
Campeão: Jaime, A Super Máquina de Tocar para o Lado – 3 votos
Troféu Não Tenho Nada Melhor Para Fazer Domingo Pela Manhã:
Segundo Lugar: Bernard - 1 voto e Macalé - 1 voto
Campeão: Sr. Geraldo – 1 voto (voto de minerva do Editor)
Troféu Fui! Deu Pra Mim:
Segundo Lugar: Américo - 0 votos e Peu – 0 votos
Campeão: João - 3 votos (o problema será encontrá-lo para comunicar que ganhou o título)
Troféu Tô Machucado, Mas Não tô Morto:
Segundo Lugar: Robson Bibinho e Migão
Campeão: Macalé - 5 votos
Troféu Um Caixão Pra Ele Outro Pra Língua:
Terceiro Lugar: Marcão, o Artilheiro das Partidas Alternadas - 0 votos
Segundo Lugar :Hallan - 1 voto
Campeão: Migão - 1 voto (Voto de minerva do Editor)
Troféu Eu Voltei, Voltei Para Ficar!:
Terceiro Lugar: Betão - 0 voto
Segundo Lugar: Vágner - 1 voto
Campeão: Ulisses - 1 voto (voto de minerva do Editor)
Troféu Chá de Camomila:
Campeões: Fábio Trinômio - 2 votos, Fábio Bombeiro - 2 votos e Fábio 10 - 2 votos
Troféu Comentarista do Comentarista:
Segundo Lugar : Fabiano – 0 votos e Oswaldo – 0 votos
Campeã: Nelma Denise - 3 votos
Troféu Música Para Meus Ouvidos:
Terceiro lugar: Hélio, Fabiano, Wilson, Magic Coceira e Rogério Contender – 0 Votos
Segundo Lugar: Fábio Trinômio - 1 voto
Campeão: Tássio, o Poder – 1 voto (voto de minerva do Editor)
Troféu Caça e Caçador:
Segundo Lugar: Ronaldo a Fábio Síndico (em 03 DEZ) e Philipe a Fabiano (em 28 OUT)
Campeões: Buraco a Leon (todas às vezes que o encontrava pela frente): 3 votos
Troféu Quero Pedir Música, Mas Não Consigo Fazer Três Gols:
Terceiro Lugar: Ulisses – 0 votos;
Segundo Lugar: Marcelo TTS – 1 voto
Campeão: Hallan - 2 votos
Troféu Estatuto do Idoso:
Terceiro Lugar: Wilson – 0 votos;
Segundo Lugar Américo: 2 votos;
Campeão: Hélio - 3 votos
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Domingo, 26 de Dezembro de 2010.
Última oportunidade para que seguidores da Seita Nossa Belinha Amizade pudessem purificar suas virtudes no ano de 2010. Aliás as condições do tempo eram completamente favoráveis a sacrifícios físicos, visto que o calor que assolava o Beer Ball Stadium beirava o insuportável. Logo, dificilmente algum Selecionado conseguiria um número expressivo de vitórias. E o que mais se aproximou disso foi Rodrigo, Philipe Phiranha, Rei, Peu, Fabiano e os estreantes Wanderson (recuado, porém chegando algumas vezes no meio e até na frente) e Celsinho (trabalhando no setor de criação e chegando a frente para finalizar) , que alcançaram duas vitórias, um empate e uma derrota, ou seja suportaram o “maçarico” por quatro partidas consecutivas (no mínimo quarenta minutos ininterruptos).
Seção Administrando Conflitos:
O Lance:
A primeira partida começa com cinco Estrelas da Constelação Nossa Belinha Amizade em cada Equipe.
Seis Guerreiros aguardavam ansiosos pelo momento oportuno de tentar alcançar a glória.
Ao fim do primeiro embate ( que terminou empatado) surgiu a questão: Como os seis patetas, digo Atletas, perfilariam em campo, uma vez que, contando com o goleiro derrotado, somavam sete cavalheiros?
Uma mega discussão se inicia...
Tinha gente querendo que o goleiro saísse junto com os derrotados, permanecendo cinco em cada time (sem contar o arqueiro)...
Outros defendiam que um componente da Equipe que vencera (na pedra maior) cedesse uma vaga a um dos seis de fora...
E ainda quem preferisse o que acabou acontecendo, o Time ganhador fosse completado por um jogador que perdera, passando os Escretes a formar com seis Criaturas na linha.
Análise:
Magic Coceira levantou a tese de que com seis em campo, o revezamento seria menor e com isso os competidores se extenuariam mais brevemente.
E não é que o "profeta" Coceira tinha razão? Como vem acontecendo nas últimas semanas, na metade das disputas, boa parte dos súditos do Reino de Nossa Belinha Amizade não sustentam força física necessária para manter a prática da Excelência do Futebol em Irajá no seu nível supremo.
Portanto, nós desse periódico, concordamos com Magic Coceira que a melhor opção seria que os embates permanecessem com cinco Gladiadores de cada lado, mesmo que para isso, fosse necessário sacar o goleiro, derrubando sua estigma de insubstituível.
A primeira partida começa com cinco Estrelas da Constelação Nossa Belinha Amizade em cada Equipe.
Seis Guerreiros aguardavam ansiosos pelo momento oportuno de tentar alcançar a glória.
Ao fim do primeiro embate ( que terminou empatado) surgiu a questão: Como os seis patetas, digo Atletas, perfilariam em campo, uma vez que, contando com o goleiro derrotado, somavam sete cavalheiros?
Uma mega discussão se inicia...
Tinha gente querendo que o goleiro saísse junto com os derrotados, permanecendo cinco em cada time (sem contar o arqueiro)...
Outros defendiam que um componente da Equipe que vencera (na pedra maior) cedesse uma vaga a um dos seis de fora...
E ainda quem preferisse o que acabou acontecendo, o Time ganhador fosse completado por um jogador que perdera, passando os Escretes a formar com seis Criaturas na linha.
Análise:
Magic Coceira levantou a tese de que com seis em campo, o revezamento seria menor e com isso os competidores se extenuariam mais brevemente.
E não é que o "profeta" Coceira tinha razão? Como vem acontecendo nas últimas semanas, na metade das disputas, boa parte dos súditos do Reino de Nossa Belinha Amizade não sustentam força física necessária para manter a prática da Excelência do Futebol em Irajá no seu nível supremo.
Portanto, nós desse periódico, concordamos com Magic Coceira que a melhor opção seria que os embates permanecessem com cinco Gladiadores de cada lado, mesmo que para isso, fosse necessário sacar o goleiro, derrubando sua estigma de insubstituível.
Philipe Phiranha:
Rei:

Com a ocupação dos espaços por seus companheiros na frente, não emprestou seu passe refinado ao setor. Optou por cobrir esses colegas de equipe que avançavam, mas ora ou outra não resistia e subia também. Jogou com seriedade e exigia maior movimentação dos mais novos.
Seu futebol aparece muito mais quando próximo a zona fatal.
Peu:

Apesar das tradicionais piadinhas direcionadas a sua pessoa dizendo que só joga com sombra, foi desfazendo essa impressão chamando a responsabilidade tanto das jogadas como do posicionamento de sua equipe. Na Partida em que foram derrotados buscou o resultado até o final, mesmo com a forte (porém leal) marcação não se entregou um minuto se quer.
Fabiano:

Driblava, passava e invertia bolas com bastante qualidade, porém a conclusão foi o fundamento que ofuscou o brilho de sua atuação, pois a quantidade de oportunidades diante do goleiro que desperdiçou, não está no gibi! Só houve um momento que acertou um chute na veia, foi quando “bicou” a mão do goleiro Rodrigo, que aliás, o impossibilitou de continuar em sua função (detalhe: Fabiano jogava na mesma Equipe que Rodrigo).
wAnderson (visitante):

Com uma postura e biotipo que logo impõe respeito, ao entrar no sagrado gramado do Beer Ball Stadium, seu comportamento foi melhor que o esperado, pois além das características apresentadas inicialmente, é dono de uma técnica apurada - Migão que o diga pois tomou uma inexplicável caneta de costas(!?!) -, daí a facilidade para evoluir bem pelos três setores do campo.
Celsinho (visitante):

Com uma atuação invejável em sua estréia, não teve dificuldade diante do campo que nunca jogou, dos companheiros de Time cuja maioria nunca viu, ou qualquer outra intempérie física, titubeou apenas diante do calor. Mas antes disso, sem qualquer cerimônia pintou e bordou no Beer Ball Stadium, como se estivesse em seu quintal. Fez gols (quase foi artilheiro musical na estréia), deu assistências e articulou jogadas de ataque, além de servir como referência para este setor.
Migão:

Cardiopata recém saído do armário (rs...), contrariou médicos e diagnósticos e foi ao Beer Ball Stadium não apenas para arbitrar, mas para disputar de igual para igual com seus Co-irmãos Seguidores da Doutrina Nossa Belinha Amizade o ÙLTIMO FUTEBOL DO ANO!
Antes de mais nada, gostaríamos de comunicar aos desinformados que ele está bem e não apresentou nenhum efeito colateral por disputar a Peleja. Quanto a sua atuação, não é que o viad..., digo Companheiro, saiu-se relativamente bem? Fez gol (de pênalti) e tudo! Mas não ficou só nisso, ajudou a organizar seu Time com passes de qualidade no meio e deu inclusive assistências (!). Ah! Também levou a caneta indecorosa do estreante wAnderson, mas no final das contas seu saldo foi positivo.
Betinho, o Botinho:

Dos que não defenderam a seqüência vitoriosa foi o que mais apareceu como principal armador/finalizador de seu Escrete. Apesar da pouca velocidade, buscava tramar as jogadas por ambos os lados procurando o melhor caminho para a infiltração. Essa postura, o favorecia pelo fato de mudar constantemente seu posicionamento, assim, acabava por confundir seus marcadores.
Nota do Redator: A figura foi inspirada na forma como Philipe se referia para falar com seu amigo.
Edílson CG:
Fernandão:
Cláudio Buraco:

Presente no Time que derrotou os invictos com uma atuação muito segura. Mas sucumbiu logo na partida seguinte.
Como árbitro esteve dentro da sua média pessoal (apitando muito mal) e na confusão da Seção Administrando Conflitos, apaziguou os ânimos ao confirmar a entrada de mais um na linha.
Conclusão: Ainda preferimos seu desempenho como Promoter.
Hallan:
Fábio Simpson:
Macalé Teleton:

Tal qual seu companheiro da ala dos enfermos Migão, resolveu participar do ÚLTIMO FUTEBOL DO ANO. E pode-se dizer que sua atuação foi boa ao nível da sua recuperação, pois realizou os movimentos com confiança sem esboçar expressões de sofrimento físico. Tecnicamente esteve longe do Macalé que conhecemos, mas encontra-se no caminho certo. Agora é continuar perseverando para voltar aos brilhos de outrora.
Tassio, o Poder:
Magic Coceira:
Vagner, o Homem-surpresa:

Mudou seu posicionamento e atuou mais avançado. Mas essa mudança não lhe fez muito bem, não. Participou de algumas situações mas esteve mal, muito mal! Destacou-se mais nas tramas bisonhas como a que errou um cruzamento rasteiro, livre de marcação e do goleiro, ou como no momento em que dividiu uma bola com Hallan e quase o leva a nocaute, ou ainda quando auxiliava o setor defensivo e interceptou um chute cruzado de Fabiano em que a marca da bola parecia uma tatuagem no seu peito... Bom esses foram seus melhores momentos, imaginem vocês os piores.
Hélio:

Parece empenhado em ser reconhecido como a nova versão do Play Station em 2011! Por que a maneira displicente como suas atuações tem se repetido é preocupante. Se não tem recursos para comandar o ataque, recue e volte para armar as jogadas (algo que consegue realizar com alguma competência), agora o que não dá para acontecer é ficar perdendo gols “a torto e a direito” em situação numérica superior seguidamente como vem acontecendo a semanas(!!!).
DUELO DE GOLEIROS: Wilson X Rodrigo


Como o calor era pouco inspirador para os Gênios do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade, os Craques que atuam sob os arcos não tiveram taaanto trabalho assim.
Individualmente, Wilson saiu-se um pouco melhor devido a algumas intervenções onde o atacante adversário estava diante de si e ainda sim evitava o pior, fato que não ocorria com Rodrigo pelo motivo de sua Equipe contar com um sistema defensivo mais próximo de sua área (especialmente Fabiano, que tentou chutar a bola e acertou sua mão...), o que dificultavam as ações ofensivas perto desse guarda-metas.
No final das contas, vantagem para Rodrigo que teve duas vitórias, dois empates e uma derrota. Já Wilson, três empates, três derrotas e uma vitória.
E o plantão Nossa Belinha Amizade informa:
ÚLTIMA CHAMADA PARA A CONFRATERNIZAÇÃO!
Confraternização de fim de ano: 08 de Janeiro de 2011.
Valor: R$ 70,00 por pessoa.
Crianças: 0 a 5 anos não pagam. 5 a 10 anos pagam meia. Acima de 10 inteira.
Hora: 10 às 17h.
Local: Jacarepaguá
Endereço: Estrada dos Teixeiras, 168
Vantagens: Comida liberada direto, Dj, piscina, campo.
Exibir mapa ampliado
Confraternização de fim de ano: 08 de Janeiro de 2011.
Valor: R$ 70,00 por pessoa.
Crianças: 0 a 5 anos não pagam. 5 a 10 anos pagam meia. Acima de 10 inteira.
Hora: 10 às 17h.
Local: Jacarepaguá
Endereço: Estrada dos Teixeiras, 168
Vantagens: Comida liberada direto, Dj, piscina, campo.
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E o plantão Nossa Belinha Amizade continua informando:
Queridos leitores, nós aqui da Edição gostaríamos de agradecer pela fidelidade em nos acompanhar, e pela paciência de esperar por toda a semana para ler o que aconteceu lá atrás no domingo.
Gostaria de contar com a mesma “audiência” em 2011, e se possível maior participação “on line” também.
Desejamos que no próximo ano mantenham a fé e jamais esmoreçam perante as dificuldades que surgirem diante das situações que a vida possa vir a proporcionar.
Temos muito orgulho de saber que gostam desse trabalho, por isso, é com satisfação que divulgamos: Ano que vem continuaremos juntos! Pois a nossa parceria continua!
Um abraço! Fiquem com Deus! E que venha 2011!
Salve o Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade!
Gostaria de contar com a mesma “audiência” em 2011, e se possível maior participação “on line” também.
Desejamos que no próximo ano mantenham a fé e jamais esmoreçam perante as dificuldades que surgirem diante das situações que a vida possa vir a proporcionar.
Temos muito orgulho de saber que gostam desse trabalho, por isso, é com satisfação que divulgamos: Ano que vem continuaremos juntos! Pois a nossa parceria continua!
Um abraço! Fiquem com Deus! E que venha 2011!
Salve o Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade!
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Domingo,19 de Dezembro de 2010.
Quando a primeira disputa se inicia com seis Guerreiros de cada lado, sabe-se que a freqüência está alta.
E assim foi nesse fim-de-semana.
E quem apostaria que a maior seqüência invicta seria de uma Equipe com quatro zagueiros de origem, e apenas um atleta no setor de criação e outro pelo ataque? Poucos né? Mas quem apostou nos Quatro Cavaleiros do Apocalipse: Cléber, Rodrigo Bichado (depois Philipe), Fernandão e Edílson, e em Fabiano pelo meio-campo e em Fábio Trinômio como finalizador, além do melhor pegador de bolas (no bom sentido) da atualidade do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade, que é o Rodrigo Goleiro, se deu muito bem.
Depois de exauridos, Trinômio e Cléber cederam lugar a seus herdeiros Davi e João (respectivamente) que enfrentaram adversários do naipe de Peu, Coceira, Ulisses (no gol), Hallan...
Os meninos não fizeram feio, mas foram prejudicados pelo desgaste físico da quinta partida consecutiva de seus companheiros e mesmo saindo na frente quando Fabiano e um dos petizes trocaram passes e depois de um bate-rebate, Fabiano finalizou de letra abrindo a contagem, não conseguiram sustentar a vantagem pois os “moleques” não conseguiam (e nem podiam) manter o poder de marcação que seus pais/tios impunham.
E assim foi nesse fim-de-semana.
E quem apostaria que a maior seqüência invicta seria de uma Equipe com quatro zagueiros de origem, e apenas um atleta no setor de criação e outro pelo ataque? Poucos né? Mas quem apostou nos Quatro Cavaleiros do Apocalipse: Cléber, Rodrigo Bichado (depois Philipe), Fernandão e Edílson, e em Fabiano pelo meio-campo e em Fábio Trinômio como finalizador, além do melhor pegador de bolas (no bom sentido) da atualidade do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade, que é o Rodrigo Goleiro, se deu muito bem.
Depois de exauridos, Trinômio e Cléber cederam lugar a seus herdeiros Davi e João (respectivamente) que enfrentaram adversários do naipe de Peu, Coceira, Ulisses (no gol), Hallan...
Os meninos não fizeram feio, mas foram prejudicados pelo desgaste físico da quinta partida consecutiva de seus companheiros e mesmo saindo na frente quando Fabiano e um dos petizes trocaram passes e depois de um bate-rebate, Fabiano finalizou de letra abrindo a contagem, não conseguiram sustentar a vantagem pois os “moleques” não conseguiam (e nem podiam) manter o poder de marcação que seus pais/tios impunham.
Seção Administrando Conflitos:
Migão no apito, certeza de conflito.
O Lance:
Lateral próximo a área do goleiro, batido com o pé para o próprio, que agarra o recuo. Os atletas da equipe que atacavam foram pra cima do juiz (e com razão) e advinha o que ele (o juiz) fazia? Ponto para quem respondeu qualquer coisa, exceto prestando atenção no jogo. A confusão se formou por que a equipe que bateu o lateral, justificou que nessa situação (arremesso lateral) o goleiro pode intervir dessa forma e o árbitro sem saber o que fazer, acatou o questionamento dos atacantes. Só pra “favorecer” sua arbitragem polêmica, esse escarcéu acabou em gol.
Análise:
Apesar de não cumprir com sua obrigação, acertou sem querer, pois o arremesso cobrado manualmente, o goleiro pode agarrá-lo, já se batido com o pé, fica subentendido como recuo.
Toda a paralisação poderia (e deveria) ser contornada de forma pacífica, caso tivesse se dedicado ao compromisso que assumiu.
O Lance:
Lateral próximo a área do goleiro, batido com o pé para o próprio, que agarra o recuo. Os atletas da equipe que atacavam foram pra cima do juiz (e com razão) e advinha o que ele (o juiz) fazia? Ponto para quem respondeu qualquer coisa, exceto prestando atenção no jogo. A confusão se formou por que a equipe que bateu o lateral, justificou que nessa situação (arremesso lateral) o goleiro pode intervir dessa forma e o árbitro sem saber o que fazer, acatou o questionamento dos atacantes. Só pra “favorecer” sua arbitragem polêmica, esse escarcéu acabou em gol.
Análise:
Apesar de não cumprir com sua obrigação, acertou sem querer, pois o arremesso cobrado manualmente, o goleiro pode agarrá-lo, já se batido com o pé, fica subentendido como recuo.
Toda a paralisação poderia (e deveria) ser contornada de forma pacífica, caso tivesse se dedicado ao compromisso que assumiu.
Fabinho Trinômio:

Era quem comandava o ataque de sua equipe. Às vezes, Fabiano com Edílson ou Fernandão encostavam para subsidiá-lo, mas em outras oportunidades era visto sozinho enfrentando um, dois, e por vezes até três marcadores (!!!).
Fez um gol, que poucos súditos do Reino teriam recursos para repeti-lo, uma vez que, de costas para o gol, quase do meio campo, surpreendeu a todos ao mandá-la para o fundo das redes.
Fabiano:

Deveria articular as tramas ofensivas de seu Time, mas foi visto efetivamente nessa função em poucas oportunidades, visto que a jogada mais evidente de sua Equipe consistia nos lançamentos para Fábio Trinômio. Preocupou-se mais com a contenção, tentando recuperar a bola e sair em contra-ataque. Sua concentração favoreceu a parte técnica de sua atuação, com dribles curtos e passes precisos.
Rodrigo Bichado:

Ele não é a goiaba.
Mais um bichado trazido por Philipe. Participou de parte da série invicta dando lugar a seu tutor.
Quando no Sagrado Gramado do Beer Ball Stadium, era um dos mais fixos pois não se atrevia a cruzar a linha mediadora, porém demonstrou facilidade em trabalhar a bola em sua saída, quando despachada por seu xará goleiro.
Nota do Redator: A imagem e a primeira frase foi sugerida pelo Oswaldo devido ao seu estado de saúde.
Philipe Phiranha:
Edílson CG:

Entrou na onda do Total Flex, pois dos quatro zagueiros da formação em que figurava, era o que mais avançava para assistir o setor ofensivo. Apesar da qualidade no toque e até assistências, não conseguiu repetir a “façanha” da semana anterior, e voltou a triste realidade de passar a semana em branco mais uma vez.
Fernandão:
O Impressionante Cléber:

O último dos moicanos.
Para vencer a meta do goleiro Rodrigo, ou o caboclo que detinha a posse da bola arriscava de fora da área ou deveria encarar o Cléber, pois este era o último dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse a ser batido. Quase nunca saía de seu campo de defesa. Não avançava nem com reza braba. Tendo em vista o acúmulo de vitórias, pode-se dizer que cumpriu sua missão.
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