sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Rodrigo(leiro):



Tranqüilo com a Tropa de Elite à sua frente, parecia o Capitão Nascimento orientando seus comandados em todas as situações possíveis: posicionamento, marcação e saída de bola, nesse último item, sempre com perspicácia buscando reter a bola o mínimo possível.
Num surto de “mongolice”, agarrou uma bola recuada que quase compromete sua equipe, mas seus companheiros buscaram o empate e permaneceram devido a vitória na “pedra maior”.

Cláudio Buraco:


Por ser o Promoter do evento de confraternização que aconteceria mais tarde, e as Equipes das quais fizera parte só “tomara na cabeça”, não jogou mais que duas ou três partidas e resolveu fazer algo que faz melhor que jogar futebol: preparar a festa.

Jaime, a Super Máquina de Tocar Para o Lado:


Sem funcionar direito nesse fim de semana, os passes laterais não ocorreram em demasia, o que proporcionou uma participação incoerente com sua natureza, visto que realizou assistências, cruzamentos e até marcou um gol, deixando definitivamente o ostracismo de suas atuações anteriores. Que assim permaneça nas próximas semanas.

Vagner, o Homem-surpresa:


Ninguém no Mundo Encantado de Nossa Belinha Amizade consegue repetir a função que desenvolve com o mesmo desembaraço. Vágner é definitivamente um Atleta de contensão, mas nada limitado, sempre aparece ao ataque (em uma velocidade surpreendente) cooperando com seus companheiros da linha de frente, e assim está sempre encontrando uma maneira de deixar sua marca. Só não conseguiu jogar no mesmo nível quando resolver pegar no gol, onde levou um golzinho do Fabiano que até (o cegueta) do Jaime defenderia...

Reinaldo:


A sequência de vitórias do Time dos Cavaleiros do Apocalipse foi quebrada devido a sua ótima exibição. Isso, depois dos adversários estarem exaustos pelo fato da disputar uma série seguida de jogos, e ainda Trinômio e o Impressionante cederem lugar a seus pupilos.
Perguntar não ofende: Por que Reinaldo decidiu apresentar todo seu potencial apenas nos Jogos finais?

Peu:


Enfim apareceu, mas não a tempo de evitar entrar na disputa pelo Troféu Fui! Deu Pra Mim! Vai continuar na briga.
E sua volta acabou sendo razoável, pois não se pode esperar muito de alguém que passou um longo período de hibernação. Assim como seu companheiro (de Time, inclusive) da avaliação anterior ↑ (que também hibernava), só despertou para as atuações dignas da Excelência do Futebol em Irajá no final, contra os mascotes.

Botinho:


Outro parceiro do Philipe.
Diferente dos avaliados anteriormente, o Botinho (apelido esquisito desse rapaz, não?), somente apareceu na partida derradeira, porque nas outras não fedeu, nem cheirou. Mas na última, cansou de deixar o Hélio bem na fita para decidir, além de sair em velocidade, aliás velocidade não, né? Por que a essa altura todos estavam pregados no Gramado do Beer Ball Stadium, enquanto ele como bom brasileiro, não desistia.

Magic Coceira:


Mesmo apresentando-se com sua habitual desenvoltura, não conseguiu superar o ferrolho usado como estratégia pelos Cavaleiros. Como fez parte da Equipe de Peu e Reinaldo, somente junto a eles conseguiu triunfar.

Ulisses:


Distante da zona fatal, cortava um dobrado tentando fazer seus finalizadores trabalhar. Sem muita inspiração, nem seus chutes de longa e média funcionavam bem. Assim, ficou distante do sucesso, obtendo seu principal êxito ao desbancar (o goleiro) Rodrigo, quando tiraram a invencibilidade da equipe que ele defendia.

Fábio Síndico:


Recuado exacerbadamente, em nada ajudou as Equipes que defendia, visto que não evitava que tomassem gols, e também não ajudava fazê-los. Com seis Jogadores em cada time, até suas perigosas infiltrações pelos lados eram inviáveis.

Nota do Redator: A imagem foi sugerida pelo Migão, devido a semelhança física.

Hallan:


Completamente fora da órbita do Planeta Nossa Belinha Amizade. Mal conseguia dominar passes laterais, onde pelo menos quatro passaram por baixo de suas patinhas. Jogando desse jeito só podia chegar onde chegou: em lugar algum.

Nota do Redator: A imagem foi sugerida pelo Coceira, devido a semelhança física.

Daniel:


Mais um que se comportara como um lunático.
Já começou todo errado jogando de tênis. A bermuda (isso mesmo, não escrevi errado tênis e bermuda) ia no umbigo. Correndo parecia até o Bugalu do programa do Gugu. Isso sem contar que foi o principal responsável por tirar sua Equipe de combate perdendo uma bola no meio originando o contra-ataque fatal que culminou no gol de empate, depois disso, além de continuar com seu comportamento característico, não teve mais qualquer lance que mereça gastar as linhas desse informativo, e a atenção do leitor.

Hélio:


Apesar de mostrar alguma competitividade no começo, o final de sua participação foi indecorosa, não tendo competência para acertar o gol em chances claras, claríssimas e imperdíveis.
Nem o colete de Tássio (que usurpou de seu filho), nem a chuteira da Barbie (que também surrupiou) o ajudaram nesse sentido. Aliás deveria desistir da chuteira rosa, pois já não é a primeira vez que passa vergonha com ela.

E o plantão Nossa Belinha Amizade informa:


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Confraternização de fim de ano: 08 de Janeiro de 2011.
Valor: R$ 70,00 por pessoa.
Crianças: 0 a 5 anos não pagam. 5 a 10 anos pagam meia. Acima de 10 inteira.
Hora: 10 às 17h.
Local: Jacarepaguá
Endereço: Estrada dos Teixeiras, 168
Vantagens: Comida liberada direto, Dj, piscina, campo.

E o plantão Nossa Belinha Amizade continua informando:

Um santo e abençoado Natal, é o que desejamos aqui da Edição desse informativo a Nobres e Plebeus do Reino de Nossa Belinha Amizade e também a todos os leitores que nos acompanham.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Seção Administrando Conflitos

O Lance:

Depois de séculos sem dar as caras no Beer Ball Stadium, Migão aparece e se escala para ser o juiz. Bom, daí pra frente falhou em quase todas as partidas. E não foram apenas erros indiferentes, foram em lances que influenciaram diretamente nos resultados. E a marra? Marrento pra caramba! Invertia as marcações e sua postura era a dos mais justos juízes...rs... É mole? Dorme com um barulho desses...rs...

Análise:

A primeira medida a ser tomada deveria ser uma consulta ao oftalmologista, porque alegar que não viu a mão do TTS no contra-ataque que culminou no gol de sua Equipe que terminou vencendo por um a zero é brincadeira. Se persistir nos erros crassos devem ser tomadas providências mais duras contra ele em relação as arbitragens.

Domingo,12 de Dezembro de 2010.

Enfim um domingo em que Astros e Estrelas do Planeta Nossa Belinha Amizade despertaram para um alvorecer inspirados nas atuações que outrora exibiam no Complexo Esportivo Beer Ball Stadium e não mais, a algum tempo, se esmeravam para apresentá-las. Assim técnica e esmero próximos ao limiar máximo de nossos atletas (com algumas exceções, obviamente) foram a tônica dos confrontos desse fim-de-semana.

Outro fato que marcou esse capítulo da história do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade foi o número de personagens lesionadas. Foram quatro no total (!!!) isso sem contar Macalé e Migão que também marcaram presença.

Além dos lesionados, alguns componentes de nosso elenco se comportaram de forma mambembe no picadeiro do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade. Sem romper com a apatia que assolava Nobres e Plebeus do Reino, contribuíam consideravelmente para derrubar o nível técnico geral das apresentações nesse encontro dominical.

Isentos de protecionismo a qualquer Criatura desse Ecossistema (como, erradamente, sugerem algumas, digo, alguns desses Seres), nós da edição desse informativo vamos matar a cobra e mostrar o pau, divulgando “quem era quem” nesse domingo em que os guerreiros do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade encontraram a redenção e voltaram a honrar os coletes Dourado-Anil que orgulhosamente envergavam.

Inspirados:

Philipe, Hallan, Buraco, Hélio, Fernandão, Magic Coceira, Rodrigo, Edílson, Ulisses, Fabiano e Cléber.

Lesionados:

Ronaldo,Tássio, o poder, Robson Bibinho e Marcelo TTS.

Mambembes:

Jaime, A Super Máquina de Tocar para o Lado, Wilson, Sérgio e Paulinho.

Philipe:


Um verdadeiro cão de guarda diante da área que defendia. Oferecia muita dificuldade a quem atrevesse penetrá-la. Não ficou só nisso e sempre aparecia a frente para dar um suporte aos companheiros nas tramas ofensivas.

Hallan:


Inicialmente dedicou-se as características defensivas onde demonstrava muita garra. Quando meteu os pés pelas mãos e mudou completamente sua configuração quando resolveu compor o setor ofensivo e salvo por sua atuação inicial, estaria junto aos Mambembes.

Cláudio Buraco:


Tentou apresentar-se com lucidez apesar de não conseguir manter a coerência em 100% dos lances.
Apesar de estar às portas da Categoria Troféu Estatuto do Idoso, Buraco dá um exemplo ímpar de respeito aos mais velhos. Momentos antes do “apagar das luzes”, não mais voltaria devido a uma botinada que levara em uma das disputas (mais um machucado). O cômico da estória foi quem desferiu-lhe: Paulinho. Cavalheiro como é, não revidou, mas se fosse o Leon, coitado moleque, ia descer a lenha!

Hélio:


Assim como na semana passada ( que vocês não leram ainda por que só postei ontem), demonstrou um invejável vigor. Às vezes até excessivo (Ulisses que o diga...) e se não conseguiu uma atuação de gala tecnicamente, fisicamente foi um belo exemplo.

Fernandão:


Zagueiro clássico (mesmo porque seu tamanho não lhe favorece a outras posições), não figurou entre as principais formações, porém isso não foi empecilho para que não mantivesse a regularidade.

Magic Coceira:


Sem a apatia das semanas anteriores, entrou no Sagrado Gramado do Beer Ball Stadium disposto a se redimir das atuações que ao invés de magia, nos remetiam a comédia pastelão. Seu repertório não primava por lances incríveis, mas a jogadas simples sucessivas com baixo índice de erros, que foram suficientes para o recolocar no lugar de destaque o qual não conseguia se manter.

Rodrigo:


Cumpriu seu dever. Presente nas equipes que alcançaram as principais vitórias, ainda demonstra personalidade em sair jogando quando sua equipe encontra-se completamente bloqueada e sem opções para desferir ações ofensivas.

DUELO DE CHARLES GUERREIRO: Edílson X Washington



Fazendo uma leitura perfeita de como os atacantes adversários jogavam, na maioria dos lances em que disputou, levou a melhor.
Agora em sua disputa pessoal com atacante do Flusão sobre quem marcaria um gol primeiro, Edílson levou a melhor de novo, e depois de quatro meses abstêmio, voltou a configurar seu nome no rol dos artilheiros semanais.
Já Washington vai ficar para o ano que vem.

Ulisses:


Desde sua volta (vale lembrar que Ulisses é um dos indicados ao Troféu Eu Voltei, Voltei para Ficar!), ele não se exibia da forma Colossal como nesse domingo. Versátil, passava a bola em longas distâncias, com o efeito que somente ele é capaz no Sanatório Nossa Belinha Amizade. Além disso brigava muito pela bola, e em alguns lances somente a bordoada era o recurso que cabia para pará-lo e em outros nem isso o detia.

Fabiano:


Mesmo numa manhã não muito feliz, não se esquivou da responsabilidade de tentar organizar as equipes que defendeu, isso, independente se seus companheiros eram Inspirados, Mambembes ou Lesionados. Apesar de contestar as marcações da arbitragem jogou muito sério do início ao fim.

Cléber:


Do alto dos seus quase dois metros de largura, digo, dois metros de altura, ou melhor, de seus dois metro quadrados, Cléber abusou da sutileza no setor defensivo, sua expressão e postura provavelmente mataria o Richarlysson de ódio... E o seu gol de letra então? Tudo bem que o lançamento do Ulisses, foi de precisão cirúrgica, tudo bem que a marcação facilitou, mas a delicadeza com que meteu a letra dentro do arco foi algo excepcional no Reino de Nossa Belinha Amizade. Simplesmente impressionante.

Ronaldo:


Sua atuação estava dentro dos (seus próprios) padrões de normalidade (se é que sair da área feito louca, digo, louco, acertando tudo e todos menos o que realmente importa, que é a bola, pode ser considerado normal...). Até que se recuperou numa dessas saídas imbeci..., digo, atabalhoadas, mas sua vontade foi tanta, que acabou dando um jeito no pé e não mais conseguiu equilibrar-se sobre ele.

Tassio the Power:


Saiu com o tornozelo mega inchado. Mas antes disso desferia seus dribles e gols a quem se atrevesse cruzar seu destino. Sua contusão (ao que nos parece) ocorreu em um choque com Ulisses, onde fisicamente levou a pior no maior duelo de gigantes do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade.

Robson Bibinho:


Povoava o meio campo auxiliando tanto na marcação, como na criação. Mas não agüentou ficar em campo quando o terceiro lesionado saiu e ele lá permanecia esbanjando saúde. Tratou de “arrumar” uma contusão para não perder sua hegemonia.

Marcelo TTS:


Encontrava dificuldades de posicionamento e sua movimentação também deixava a desejar. Diante dessas condições sabe-se Deus como o TTS conseguiu se contundir. E foi o primeiro deles, quem abriu a porta da enfermaria.

Jaime, a Super Máquina de Tocar Para o Lado:


Mais um domingo em que a Super Máquina funcionou a pleno vapor, tendo em vista que a bola saía do seu pé apenas horizontalmente. Claro, depois de demorar horrores.

Wilson:


Apesar de nunca conseguir se entender muito bem com uma das maiores Estrelas da Constelação, que é o Magic Coceira, é incontestável que Wilson agrega valores qualitativos a Excelência do Futebol em Irajá, o que não foi o caso essa semana, pois ao tentar adaptar-se aos companheiros (ele jura de pé junto que possui essa característica, a Síndrome do Camaleão) que formavam junto a si, recuou muito saindo das proximidades da área onde seu aproveitamento é melhor, insistindo com lançamentos em profundidade que só conseguiam agradar aos adversários.
Com a contusão de Ronaldo, tudo mudou, assumiu a posição e teve maior reconhecimento de sua atuação, confirmada pela frase de Hallan diante da dificuldade de vencê-lo: “Wilson ta agarrando mais que o filho!”.

Paulinho:


Depois que todos estavam com meio metro de língua para fora e as equipes se enfrentavam com cinco jogadores ao invés de seis, Paulinho conseguiu “entrar” no jogo através de duas assistências. E nada a mais.

Sérgio:


Tudo levava a crer que a ausência de material adequado havia feito com que caísse (literalmente) em sua última participação. Mas não foi bem assim. Sérgio dessa vez ostentando um par de chuteiras Society teve uma atuação melancólica (isso, por que estou sendo gentil), pois quaisquer de seus fundamentos não sequenciava os lances de maneira letal.
Porém nem tudo está perdido. Ainda resta um fio de esperança, pois ao dominar uma bola no meio, conseguiu acertar um chute na gaveta do Rodrigo, que nem com seus saltos de Perereca conseguiu achar por onde passou a bola. Vamos aguardar e confiar na recuperação desse companheiro.

E o plantão Nossa Belinha Amizade informa:

Confraternização de fim de ano: 08 de Janeiro de 2011.
Valor: R$ 70,00 por pessoa.
Crianças: 0 a 5 anos não pagam. 5 a 10 anos pagam meia. Acima de 10 inteira.
Hora: 10 às 17h.
Local: Jacarepaguá
Endereço: Estrada dos Teixeiras, 168
Vantagens: Comida liberada direto, Dj, piscina, campo.


Exibir mapa ampliado

E o plantão Nossa Belinha Amizade continua informando:

As Eleições dos Melhores do Ano do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade estão bombando! Gostaria de informar que o período de votação será durante todo o mês de dezembro, e a confirmação dos Grandes Vencedores na festa de fim de ano dia oito de janeiro (é a primeira vez que vejo uma festa de fim de ano em janeiro, mas tudo bem...rs...). Nobres e Plebeus do Reino tem direito a um voto cada, leitores também, mas todos devem identificar-se, votos não identificados não serão computados. Gostaria de lembrá-los que o voto de minerva em caso de empate será do Editor Chefe do informativo, pessoa justa e honesto, portanto preparada para tamanha responsabilidade. Abaixo, divulgaremos uma parcial de a quantas andam a premiação. E não esqueçam, para votar, acessem a atuação que foi postada dia “03 de Dezembro”, onde estão divulgadas todas as categorias.

Troféu Comentarista do Comentarista: Nelma Denise: 2 votos. (Muito favorita, aliás merecedora)

Troféu Eu Bebo Sim: Philipe: 2 votos; Oswaldo: 1 voto; Fernandão: 1 voto. (disputa em aberto)

Troféu Tô Machucado Mas Não Tô Morto: Macalé: 4 votos (favoritíssimo)

Troféu Juro que Vou Melhorar Ano que Vem: Jaime, A Super Máquina de Tocar para o Lado: 2 votos; Giliard Play Station: 1 voto (Disputa em família)

Troféu Estatuto do Idoso: Hélio: 3 votos; Américo: 2 votos (Uma das categorias mais aclamadas da premiação. Ainda não definida)

Troféu Quero Pedir Música mas Não Consigo Fazer Três Gols: Hallan: 2 votos (abriu boa vantagem)

Troféu Chá de Camomila: Fábio Trinômio: 1 voto; Fábio Bombeiro: 1 voto; Fábio 10: 1 voto (todos os votos foram do Edílson)

Troféu Não Tenho Nada Melhor Para Fazer Domingo Pela Manhã: Bernard: 1 voto; Macalé: 1 voto (nada definido ainda)

Troféu Fui! Deu Pra Mim: João: 2 votos (o problema será encontrá-lo para comunicar que ganhou o título)

Troféu Um Caixão Pra Ele Outro Pra Língua: Migão: 1 voto; Hallan: 1 voto (tudo igual, mas o Marcão ainda pode surpreender)

Troféu Caça e Caçador: Buraco a Leon: 2 votos (começa a pintar os favoritos)

Troféu Música Para Meus Ouvidos: Fábio Trinômio: 1 voto (Caso alguém consiga três gols esse ano, entra para disputar essa categoria)

Troféu Eu Voltei! Voltei Para Ficar!: Vágner: 1 voto (disputa aberta. Sem favoritos)

Os Troféus “Menos Pior Diretor” e “Não Fui Indicado Em Nenhuma Categoria” ainda não receberam manifestações.

O Troféu Charles Guerreiro2010, também não, mas essa não precisa...rs... Já sabemos quem é o vencedor...

Só mais uma informaçãozinha:

Não deixem de ler e comentar das atuações de 05 de dezembro, que eu postei ontem (registrada dia 17 de dezembro).

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Domingo, 05 de Dezembro de 2010.

Fabiano:


Fraco tecnicamente, não aproveitou a liberdade que lhe davam no meio para prover um padrão de jogo para seu time.

Vagner:


Boa apresentação. Sempre muito firme no setor defensivo, as vezes surgia como um raio na frente elaborando lances fatais ou próximos a isso. Em algumas situações era ele mesmo que concluía.

Cléber:


Da equipe que fizera parte, era o último obstáculo antes da meta. Tal qual um antigo beque central do futebol tradicional (onze atletas em cada equipe), praticamente não tinha a quem marcar, assim, teve uma atuação tranqüila, sem sustos. Quando avançava ao setor de criação, insistia em uns lançamentos completamente inofensivos, nos permitindo duvidar se essa personagem enxerga bem.

Robson Bibinho:


Resistiu bravamente a tentação de se lesionar. E olha que vários súditos do Reino abandonaram o gramado do Beer Ball Stadium devido a contusões... Mas ele foi forte e resistiu até o final... Se bem que não acrescentou grandes coisas ao bom futebol.Dedicou-se a maior parte do tempo ao meio-campo, onde ora criava, ora destruía (as tramas ofensivas de sua própria equipe).

Philipe:


Vencê-lo era tarefa das mais difíceis. Tomar-lhe a bola algo quase impossível. Dessa forma, o Tanque de Guerra do Exército do Reino de Nossa Belinha Amizade roubou para si a cena e depois de muitas semanas, volta a exibir uma razoável sequência de atuações que enchem os olhos dos editores deste informativo.

Cláudio Buraco:


Depois de participar da “torre de babel” em que ninguém se entendia na sua primeira equipe, Buraco evoluiu e muito quando formou o trio defensivo com Hallan e Philipe. Acumulou uma série de três jogos sem perder (mas também sem ganhar) e depois disso, tomou o rumo do vestiário.

Hélio:


Incorporou o Tássio. Aproveitou que seu filho não compareceria e se apropriou da chuteira da Barbie. E não é que sua estratégia surtiu efeito? Pois sua atuação o confirmou como um dos favoritos ao Troféu Terceira Idade 2010, pois correu e muito na tentativa de fazer seu time andar. Não foi eficaz como em outras situações, mas que deixou muitas criaturas do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade com inveja de sua disposição, deixou.

Wilson:


Resolveu direcionar para si todos os holofotes no início da disputa ficando a um tento de tornar-se Artilheiro Musical, além de proporcionar boas assistências. Mas diferente de Hélio, seu principal concorrente no Troféu Terceira Idade 2010, não teve vigor físico para manter o alto nível que jogava. Mas bastava dar uma “respirada” do lado de fora que ele “vinha que vinha” pra cima dos adversários.

Magic Coceira:


Tentou aprontar mais um de seus truques: na linha de fundo próximo ao gol oposto, completamente sem ângulo e marcado tentou uma “lambretinha”para driblar o zagueiro, só que não conseguiu, e aí o mágico ficou com cara de palhaço...
Esse lance representou muito bem sua atuação: sem sal, sem açúcar e sem criatividade.

Jaime, a Super Máquina de Tocar Para o Lado:


Com exceção do momento em que esqueceu de acionar o cronômetro e terminar o jogo bem antes do tempo correto, e a bisonha lesão em que caiu sozinho no Sagrado Gramado do Beer Ball stadium, sua presença seria apenas espiritual.

Edílson CG:


Completamente diferente de sua forma de atuar, Edílson fez uma marcação frouxa de modo que era facilmente envolvido pelos atacantes adversários, tanto que deixou sua capacidade técnica de lado e sem cerimônias fez uso do contato físico para evitar maiores comprometimentos.

Paulinho:


Pouquíssima (quase nula na verdade) participação em lances contundentes, mesmo ocupando um setor do campo que o favorecia nesse sentido (jogava no ataque, com a responsabilidade apenas de concluir). Precisa repensar urgentemente sua maneira de atuar.

Rogério Contender:


Em uma dividida com um adversário, o Contender leva a pior e vai ao chão se retorcendo de dores como se tivesse parindo, mas alegando que seu joelho tinha saído do lugar (será que ao menos disse onde ia?)... Foi sacado e não mais voltou, mas ficou ali pelas dependências do Beer Ball Stadium batendo papo e tal... Perguntar não ofende: quem tem o joelho fora do lugar fica conversando tranquilamente logo depois? Menos Rogério, menos...

Hallan:


Assim como Buraco, foi muito bem ao seu lado e de Philipe. Porém nessa formação seus companheiros de frente não acompanhavam o nível dos zagueiros, assim não conseguiram nada melhor do que a sequência de três empates. Resumindo: foi apenas mais um.

Fábio Síndico:


Usufruiu de sua versatilidade, mas de maneira ponderada, ou seja, no limite entre atuar bem e atuar mal. Assim como os demais Astros e Estrelas da Constelação de Nossa Belinha Amizade, não foi o contrapeso que desequilibra os pratos da balança.

DUELO DE GOLEIROS: Oswaldo X Rodrigo



Completamente enferrujado, foi assim que o suposto Melhor Goleiro do Reino foi defender sua condição, que aliás se depender da comparação do último confronto, sua tese vai por água abaixo.
Apesar de não usar todo seu repertório (inclusive boa parte do tempo jogou na linha, com boas tramas pela direita, mas sempre pecando no último passe) Rodrigo foi infinitamente superior, e para perceber isso, basta comparar os retrospectos e perceber que este último se quer conheceu o gosto amargo da derrota, enquanto nosso Número Um dos arcos deve estar até agora com gosto ruim na boca.