sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Wilson:


Tropeçava nas próprias pernas em lances primários, mas demonstrou frieza nas finalizações conseguindo bom aproveitamento neste fundamento.

Gabriel:


Continua a alimentar o mistério do motivo pelo qual não chega junto de seu progenitor ao Beer Ball Stadium.
Manteve a seqüência de atuações medianas com boas defesas, mas sem ser fundamental para alcançar as vitórias.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Domingo, 29 de agosto de 2010.

Gabriel, Edílson e Betão; Ulisses, Peu e Fabio Trinômio; Marcelo TTS. Se fosse montada uma seleção dos “Best of the Best” do Reino de Nossa Belinha Amizade, pelo menos cinco dessas sete figuras seriam titulares absolutos, e os outros dois brigariam pela posição! Ao se posicionarem para disputar a peleja não houve quem não achasse que acabara de se formar uma equipe imbatível.

Mas “achar” é um verbo que nos remete a dúvida, e a Nobreza do Reino pereceu diante da certeza do time de Plebeus: Wilson, Fernandão, Fábio Síndico e Philipe; Fabiano; Jaime e Migão.

Perguntar não ofende: porque que a primeira partida existe uma rigorosa divisão entre atletas para que haja equilíbrio entre as equipes e nas seguintes não existe?

Muitas reclamações por parte de nossos ídolos relacionadas a arbitragem de nosso co-irmão Macalé, que inclusive se chateou um pouquinho porque alguns de nossos membros “pegaram no seu pé”. Em nome de todos os súditos do Reino, queria fazer um apelo para que nosso ilustre companheiro não nos abandone e volte a participar dos nossos próximos encontros, inclusive como juiz, porque até se fosse o melhor juiz do mundo haveriam contestações, principalmente por parte de Migão, Fabinho, Peu, ...

Outro ponto a ser abordado é o evento mensal que foi instituído a partir do domingo próximo anterior. Houve baixa adesão, e muitas reclamações por parte dos membros. Portanto, solicita-se aos Titãs do Fantástico Mundo que prestigiem a confraternização do próximo mês (válido também para os editores deste informativo).

Seção Administrando Conflitos

O lance:

Big discussão no gramado do Beer Ball Stadium por conta de quem jogaria do lado de quem ao se formar o Melhor Time de Todos os Tempos.

Análise:

Bom senso é a solução.
Quando nota-se que existe uma “máquina” de um lado, as entidades supremas do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade deveriam intervir no sentido de que haja equilíbrio constante. E não obedecer a ordem de chegada nesse caso.
Segundo ponto: em relação aos sorteios sobre quem completará equipes desfalcadas. Deve-se não só sortear o número exato de ausentes, mas deve-se sortear todos para obter-se uma ordem de substituições, para o caso de haver necessidade por cansaço ou contusão.

Fabiano:


“s.m. Suntuosidade; magnificência. / Perfeição, beleza, esmero.” São os significados que o dicionário Aurélio apresenta para o termo “primor”, e qualquer um deles encaixa-se perfeitamente na atuação deste atleta, que correu, marcou, finalizou, armou, criou, enfim jogou (muito) igual a gente grande. A cereja do bolo foi a invencibilidade, pois não perdeu quando defendia Amarelos e assim permaneceu quando passou aos Azuis.

Fábio Síndico:


Se algum gaúcho assistisse sua participação no Beer Ball Stadium nesse domingo, com certeza exclamaria : “Bah! Esse guri joga uma barbaridade, tchê!”. Pois era quem melhor saía para o jogo em quaisquer das equipes que defendia. Com uma visão de jogo privilegiada, ou saía com lançamentos quase sempre perfeitos, ou em jogadas individuais mesmo. Sempre que aparecia no setor ofensivo incomodava zagueiros e goleiros.

Edílson:


Intransponível. Uma das coisas mais difíceis do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade nesse domingo era vencê-lo. Sempre atento e cobrando a mesma postura de seus companheiros, se impunha diante dos adversários e raro foi vê-lo perder um duelo!

Buraco:


Vinha se destacando na companhia de Edílson na defesa, até que de uma hora para outra, se estressou com um companheiro (que pra dizer a verdade nem sei quem foi... acho que era o Rogério) e desistiu de jogar... Alegou que estava resfriada, digo, resfriado e foi para a arquibancada do Beer Ball Stadium.

Hélio Kitty:


Ocupou o lugar deixado por Buraco e subiu de produção, porque além de defender, deu qualidade a saída de bola de sua equipe. Sem contar que frequentemente surpreendia seus oponentes com articulações lúcidas e arrancadas perigosas, como a que culminou no último (e belo) gol do fim-de-semana.

Coceira:


Sem emitir todo brilho de que é capaz, essa estrela da constelação que outrora era cadente, parece reencontrar seu caminho. E apenas parte de seu brilho foi suficiente para recolocá-lo em evidência no Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade. Longe da meta adversária, Coceira batalhava sempre no sentido de recuperar a bola e fazer com que chegasse ao ataque o mais rápido possível

Rogério:


Com um início instável, em que não acertava lances primários, seus acertos resumiam-se em toques para os lados. Aos poucos foi evoluindo, só que foi tão “aos poucos” que o tempo acabou e não conseguiu exibir tudo o que é capaz.

Marcelo TTS:


Começou mega confiante na Equipe Galáctica e vendo que o favoritismo não se confirmava, tratou de mudar de lado juntando-se aos plebeus do Reino, onde ali sim, conseguiu desvencilhar-se dos marcadores e encontrar o rumo dos gols e consequentemente o das vitórias. Queria, porque queria deixar sua marca diante de Ulisses (em um lance inclusive tirou-o para dançar, mas quem arrematou foi Fabiano), mas vai ficar para a próxima.

Gabriel:


Ausente nas semanas anteriores foi disputado a unhas e dentes por Buraco e foi um dos componentes do Time de Galácticos que pereceu diante dos Plebeus do Reino, não justificando o prestígio de que gozava.
Conseguiu alguns bons resultados ao defender os Azuis mas não contribuiu de forma essencial para alcançar os triunfos

Jaime:


Herói da queda do Império Galáctico. Jaime fez o gol da vitória que ruiu a supremacia iminente. Como “flutuava” entre o meio e o ataque, cumpria as duas funções de forma satisfatória. Não repetiu a boa participação depois que sua equipe se desarticulou.

Migão:


Bons passes e gols decisivos, chegou ao ápice quando abriu o placar contra os Nobres do Reino de Nossa Belinha Amizade, com um gol de mão, isso mesmo que vocês leram, Migão fez um gol com a mão. Depois do bate-rebate perto da linha fatal, ele empurrou literalmente a bola para o gol e saiu comemorando na maior cara-de-pau (!!!). Como os adversários não perceberam e o fato passou despercebido pela arbitragem, acabou sendo fundamental para sua equipe. Despercebida também foi sua presença em campo depois do gol irregular.

Fernandão:


Impôs-se diante dos atacantes com autoridade. Fixo, não expunha sua defesa deixando seus companheiros seguros para arriscar jogadas mais ousadas. Depois da fragmentação do time inicial, não encontrou o posicionamento correto, nem a formação adequada que lhe permitisse repetir a boa performance.

Philipe:


“Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe.” E nesta filosofia esse super-star vai se recuperando, alternando boas partidas (como a que derrubou a Nobreza do Reino), com outras sem visibilidade positiva (como quando se enroscou com Fabiano e tentou se livrar da bola e este a desviou para o seu gol). Esteve muito perto de anotar um gol, quando deu um violento chute e mais um desvio em Fabiano fez com que a bola morresse na meta adversária.

Fabinho Trinômio:


Mesmo em um dia em que pouca coisa dava certo, temos que destacar seu belo gol do meio-campo e a qualidade de seu passe. Individualmente deixou a desejar. E apesar de lutar pela vitória em todos os momentos, teve que enfiar sua viola no saco e engolir muito mais derrotas.

Betão:


Com o canhão sem a sua torreta, não conseguia ameaçar os adversários. Faltou-lhe ousadia, pois não atuou de forma versátil como de costume.

Ulisses:


Encontra-se a anos-luz de sua forma ideal. Começou marcando muito bem, mas com o decorrer do tempo foi afrouxando, afrouxando, até se tornar ineficiente... se envolveu numa disputa com o Hélio em que machucou o pé e resolveu ir para o gol onde normalmente cumpre um bom papel. É. Não foi grandes coisas não, mas foi melhor que na linha.

Peu:


Tal qual um pé de alface, quase não saía do lugar. Mas se não incomodasse alguém, como a hortaliça, estaria ótimo. O problema é que reclamava horrores do posicionamento dos companheiros e contribuía de maneira pífia para suas Equipes.Peu

Wilson "de Souza Mendonça":


Quase um mês afastado do sagrado gramado do Beer Ball Stadium, sua consciência falou mais alto e pegou o caminho do gol, onde saiu-se razoavelmente bem. Quando passou a atuar na linha, sentiu a falta de ritmo e foi no mínimo... desastroso, quando mais uma vez sua consciência gritou e teve a brilhante idéia de passar a juiz, onde teve sua melhor participação dando ponto final a fraquíssima atuação de Macalé.

Marcão:


Manhã infeliz do Artilheiro das Partidas Alternadas. Não foi para linha, não se destacou no gol e ainda pra piorar sua situação foi o pivô da Sessão Administrando Conflitos dessa semana.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Domingo, 22 de Agosto de 2010.

Tudo blue no Reino de Nossa Belinha Amizade.

Impossível não destacar a supremacia Celeste nesse domingo. E a coisa era “de cor” realmente porque quando trocavam-se as peças ( e não foram poucas trocas) a equipe Azul continuava firme e forte no rumo das vitórias, exceto pelos dois pilares em que se apoiaram a soberania Anil, : Canhão e Trinômio (é o Betão e o Fábio 10 para os desavisados de plantão), foram os únicos que permaneceram imbatíveis, independentes se jogavam com Jaime, Marcelo, Fábio Síndico, Fabiano, Marcão, Edílson ou Hélio. As partidas não foram todas ótimas tecnicamente, em algumas cederam empate em outras foram buscar o resultado, mas nem a “pedra maior” era capaz de bater os Azuis.

Ótima a disputa pelo título de melhor goleiro da semana entre Marcão, Oswaldo e Ulisses. Alguém se atreve a apontar quem saiu-se melhor?

Seção Administrando Conflitos

O Lance:

Bola espirrada entre Fábio 10 e Buraco. O primeiro entra de “carrinho” enquanto o segundo não se intimida e disputa a jogada virulentamente também, e sai aos berros dizendo que “não tem medo de disputar jogadas ríspidas” (na verdade, isso é uma tradução porque as palavras mencionadas por ele são impublicáveis). Pronto, leque aberto para uma big discussão no Reino de Nossa Belinha Amizade.

Análise:

Ainda não vi e acho que não há espaços no Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade para jogadas que possam prejudicar intencionalmente uns aos outros personagens. Porém, gostaria de lembrar que não são apenas “carrinhos” que machucam os coleguinhas, “levantadas”, “trombadas”, “empurrões por trás”, também podem fazer muitos estragos.

Fábio 10:


“Eu também não estou mais agüentando, estou jogando ‘na’ disposição”.
Essa foi a pérola que o Trinômio soltou em uma das quase infinitas conquistas neste domingo. Ainda bem, né? Porque sem agüentar ele finalizava com precisão, armava, brigava pela bola como se fosse um prato de comida... Se ele aguentasse mais, seria igual a propaganda da duracell que o bonequinho nunca pára.

Betão:


Se a sua atuação fosse um tempo verbal, com certeza seria o “mais-que-perfeito”. Esteve tecnicamente e taticamente impecável. Simplesmente tomou conta de sua área e adjacências e ainda participava dos contra-ataques com aproveitamento excelente.

Marcelo:


Todo trabalhado no Spinning, poderia ter saído invicto como Betão e Fábio10, mas também levou sua quota de derrotas porque foi ver “não sei o que” lá pro lado Amarelo. Moral da história: seu habitual faro de gol juntamente com a sede constante pelas vitórias não funcionaram tão bem como na Equipe Azul a ponto de encaminhar sua nova equipe para a vitória.

Fábio Síndico:


Abusava da versatilidade, até que a deficiência na parte física também fez com que se bandeasse para ares Amarelo, uma vez que ao ceder seu lugar para descansar, não conseguiu vaga na sua equipe de origem (ninguém nesse momento queria largar o ‘filé’) a não ser na partida derradeira onde inclusive fez o gol da vitória (os Azuis venceram por três a dois).

Jaime:


Movimenta-se constantemente, ora pelo meio, ora no comando de ataque dificultando a leitura da tática de seu time pelo adversário. Dessa forma, sempre surgia como boa opção ofensiva. Em um lance inusitado, calou a boca de alguns críticos quando um oponente bradou que não precisava de marcação, na seqüência do lance fez o gol que definiu a partida.

Marcão:


È inegável afirmar que o Artilheiro das Partidas Alternadas é um guerreiro em campo (dentro de suas limitações obviamente), mas indubitavelmente na posição de arqueiro é que vem enchendo os olhos de companheiros e adversários e trilhando o caminho para ser o principal goleiro do Beer Ball Stadium.

Fabiano:


Ajudou o Amarelo a conquistar sua única vitória. Depois de algumas tentativas (frustradas) de conseguir mais um êxito por essa equipe, foi convidado compor o elenco Azul (não sem antes haver uma discussão digna da “Sessão Administrando Conflitos”). Ali, sua velocidade e combatividade caíram como luva no estilo de jogo dos seus companheiros. Teve ótimo aproveitamento no fundamento passe e ressalvas no fundamento conclusão em especial no último jogo em que desperdiçou no mínimo três boas chances.

Edílson:


Em primeiro lugar, quero participar a Dona Denise que nada tenho a ver com a imagem atribuída ao Edílson essa semana, são as outras personagens do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade que se dirigem a ele dessa forma (homem das cavernas). Em segundo lugar, que teve uma atuação firme, como de hábito, mas com um diferencial, foi visto no setor ofensivo em algumas ocasiões.

Hélio:


Cansado do espancamento sofrido pelos Amarelos, transferiu-se para os Azuis no apagar das luzes. Também lá, não conseguiu colocar em prática seu vasto repertório de articulações dando seqüência a sua discreta participação nessa semana. Mas ainda assim, tirou sua ondinha no final...rs....

Hallan:


As luzes dos holofotes não estiveram voltados apenas para as estrelas do time Azul, porque atuando pelo time amarelo, Hallan chamava atenção pelos cruzamentos milimétricos que frequentemente levavam perigo à meta adversária e conclusões que embora não definiram as partidas, mantinha a esperança de uma conquista Amarela.

Leo:


Segue a filosofia da tartaruga que faz tudo devagar e vive 200 anos, mas ao jogar futebol poderia deixar a prática de lado a acelerar um pouquinho suas ações. A demora com que passava a bola ou a perdia tentando dribles previsíveis irritava seus companheiros, sem contar que não conseguiu sair-se bem nem no fundamento que tem melhor aproveitamento, o chute de média e longa distância. Ulisses ficava louca, digo, louco com cada tentativa frustrada.

Philipe:


Depois de algumas semanas atuando de forma, digamos, irresponsável (isso para não dizer que foi um “pereba”), Philipe dá sinais de recuperação. Melhorou a questão do posicionamento (estava em crise de identidade entre meio e defesa) e demonstrou em doses homeopáticas a relação força/técnica de outrora.

Cláudio Buraco:


Desarmonia teu nome é Buraco. Esteve envolvido em discussões com Hallan, sobre “quem marcava quem”, foi um dos protagonistas da “Sessão Administrando Conflitos” (como se fosse novidade), além de várias entradas ... vamos dizer... ríspidas. Futebolisticamente falando, passava confiança no setor defensivo, mas quando avançava causava temor... aos companheiros. Desperdiçou um contra-ataque tentando fazer uma jogada de efeito (arriscou um chapeuzinho no “enorme” Edílson), o que gerou um contra-contra-ataque que fulminou no gol de empate e posteriormente a derrota na “pedra maior”.

Osvaldo:


Sem consistência nos jogos que disputava, partiu para uma posição que normalmente faz a diferença, o gol, onde disputou com autoridade o título de melhor goleiro do Reino de Nossa Belinha Amizade, intervindo nas ações ofensivas com segurança, além de proporcionar belos lances de plasticidade.

Paulo Henrique Coceira:


Jogou muito bem... bem menos do que pode. Inexplicavelmente continua apático como nas semanas anteriores. Parecia não falar a mesma língua que seus gabaritados companheiros Ulisses e Peu. E afundou junto com a nau Amarela.

Ulisses:


Sem arriscar muitas jogadas de efeito, passou a maior parte do tempo longe da área adversária e a cada partida estava mais distante, tanto que nos últimos confrontos atuou como goleiro, posição em que conseguiu maior notoriedade.

Peu:


Não se eximiu da responsabilidade de levar a frente seu time, e sempre partia pra dentro do oponente, porém deu a impressão que lhe faltara objetividade, como do lance da caneta no Fabiano que em nada resultou. Demonstrou bom controle de bola (como de hábito), mas não foi muito além disso.

E o plantão Nossa Belinha Amizade informa:

Nobres e plebeus do Reino de Nossa Belinha Amizade:
No próximo domingo (29/08), será dado início a confraternização mensal do “Fantástico Mundo”, que será realizada nas dependências do Beer Ball Stadium. Concomitantemente, será feita a confraternização de nascimento do Cauã (ou será Kauã? Ou Kauan? Talvez Cauam?...Aff! Não dava pra escolher um nome mais simples não, Ulisses?), filho do Ulisses. Reitero aos demais súditos que levem um pacote de fraldas para saldarmos o rebento com “boas vindas!” ao mundo.

sábado, 21 de agosto de 2010

Domingo, 15 de Agosto de 2010.

Catorze corajosos guerreiros, enfrentaram o frio glacial que assolava o Reino na manhã do último domingo, desses, doze eram atletas, um era árbitro (Macalé) e outro placar (Oswaldo).

Portanto como alcançamos o número mínimo de Titãs necessários ao bom andamento de uma partida decente foi disputado um único jogo, em que guerreiros Amarelos levaram (imensa) vantagem sobre apáticos Azuis.

O placar esteve um pouco fora da realidade de um jogo comum, afinal não é todo final de semana que chegaremos a um score de 32 a 18 (para os amarelos, claro), embora deva-se levar em consideração que a Excelência do Futebol de Irajá tenha sido praticado por mais de uma hora ininterruptamente.

Incrível também foi a quantidade de gols assinalados pelo nosso ex-Charles Guerreiro (não preciso falar que trata-se do Edílson, né?): dos cinqüenta tentos, ele marcou exatamente... um. Isso mesmo, simples assim um gol. Nada a mais, nada a menos. Seu atenuante é que nas semanas anteriores ele tem anotado ao menos uma vez (a favor ou contra).

Já Philipe, segundo suas próprias contas conseguiu igualar essa difícil marca. Vejam bem: “segundo suas próprias contas”, ou seja ninguém lembra desse gol a não ser o próprio. Portanto é bom que este ex-atleta-referência-do-setor-defensivo fique esperto porque na atual circunstância ele se encaixa no perfil de futuro-Charles-Guerreiro-do-Reino-de-Nossa-Belinha-Amizade.

Voltando ao massacre, digo, ao confronto, a superioridade Amarela deu-se devido ao fato de o sexteto vitorioso jogar no “fio da navalha”, com seus componentes, sem exceções, aplicarem muito bem suas principais qualidades. Fato que não se repetiu no selecionado azul, onde os componentes não foram regulares, ora atacavam com (alguma) eficiência, e ora nem tanto.

Seção Administrando Conflitos:

O Lance:

Gol do time Azul. A equipe Amarela dá nova saída. Em velocidade, Fabiano parte em direção ao gol e conclui com eficiência. Os jogadores adversários reclamam do lance argumentando que estariam de costas para a jogada. E o juiz aceita a alegação e determina que os Amarelos dêem nova saída.

Análise:

Como assim? O gol não valeu porque os adversários estavam de costas? Isso é futebol society ou futebol de botão onde precisa mandar o adversário “se preparar”? A sorte do juiz foi que a vantagem era abrupta, caso fosse mínima, Macalé correria o risco de ter seu outro joelho detonado...rs...
Ah! Mais uma coisa! Só pra não ter confusão, na nova saída o veloz Fabiano foi lá e fez o gol de novo...rs... Para desespero de Coceira.

Marcão:


Confirmou duas vocações: a indiscutível de artilheiro e a sua nova vertente onde inclusive vem se destacando constantemente diante dos arcos para pavor dos atacantes oponentes.

Edílson:


Apesar das críticas pelo fato de ter marcado um único gol em cinqüentas anotados, ele deve ter tido um dos melhores aproveitamentos, uma vez que quase não foi visto em jogadas ofensivas, porém foi impossível não notá-lo e admirar sua exuberância na retenção dos adversários.

Fernandão:


A tampa perfeita da panela chamada Edílson. Encaixaram-se muito bem na cozinha da equipe Amarela. Ao contrário do companheiro que raras vezes cruzava a linha divisória, Fernandão constantemente era visto ajudando na articulação e concluindo as tramas de sua equipe

Ulisses:


O Papai do Ano do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade reestreiou muito bem levando-se em consideração que ainda encontra-se “enferrujado” devido longo período sem atuar. Errou em alguns lances onde em condições normais acertaria, mas ainda assim, demonstrou habilidade em jogadas de efeito ( Migão por exemplo, levou uma “caneta”...rs...)

Fabiano:


Com dois pitbulls na defesa, Ulisses controlando as ações no meio, ficou livre, leve e solto para correr feito uma gazela entre meio campo e ataque, assim, marcou uma enxurrada de gols além disso, deu várias assistências aos companheiros.

Leonardo:


Mais um filho pródigo do Fabuloso Mundo de Nossa Belinha Amizade. E o regressor, ao contrário de Ulisses, não esteve muito diferente de suas principais características, começou muito bem, fazendo vários gols, mas conforme o tempo vai passando e o cansaço chegando, vai deixando a desejar ( e seus companheiros “pês” da vida). Mas ainda assim junto com Marcelo e Fabiano foi um dos principais artilheiros do domingo.

Philipe:


Chegou com um hematoma gigantesco na canela, fominha, foi pro jogo mesmo assim. Até que se saía bem e parecia aquele Philipe de outrora, mas no primeiro resvalo na sua pereba, deve ter doído horrores, porque ele foi logo para o gol e de lá não mais saiu, para alegria do escrete Amarelo. Diz que fez o primeiro gol de sua equipe, só que não há testemunhas, além dele mesmo. A edição do blog manda um recadinho pra ele: “Estamos de olho no senhor.”.

Betão:


Não encontrando o posicionamento ideal entre defesa e meio de campo, além de não conseguir bom aproveitamento em chutes de média e longa distância, O Canhão esteve abaixo das expectativas e seus tiros longe de seu aproveitamento pessoal.

Paulo Henrique Coceira:


Não entendia-se com seus companheiros a ponto de buscar uma reação (uma vez que sempre estiveram atrás no placar), desta forma, não conseguia elaborar uma sequência de tramas que contivesse, intimidasse ou desestruturasse a boa formação Amarela.

Migão:


Pouco efetivo no seu time, uma coisa ele fazia bem: reclamar. Quando não tinha mais o que cobrar dos companheiros, passou a falar dos adversários, questionando-os porque quando atuam no mesmo time, não jogam da mesma forma... Chorão!

Hélio:


Atuou bastante abaixo do que é capaz. Na verdade parecia perdido, uma vez que, não conseguia colocar em prática suas principais qualidades: não sabia se articulava ações de ataque ou fixava-se na defesa a fim de conter avanços. Conclusão: nem uma coisa, nem outra

Marcelo:


Parecia o único de sua equipe disposto a tentar uma reação, pois exigia a todo instante empenho dos atletas de seu time (não reclamava a esmo), brigava o tempo inteiro pelos “tijolos” que chegavam a seus pés e quando a bola chegava com alguma qualidade dificilmente não cruzava a linha fatal.

E o Plantão Nossa Belinha Amizade informa:

Devido ao grande número de atletas superando a marca de três gols, excepcionalmente, hoje não haverá pedido de músicas.