terça-feira, 18 de maio de 2010

Betão:


Não encontrava-se em um bom dia para futebol. Até sua aparência estava ruim. Aliás a figura aí do lado o representa muito bem pois estava com olheiras quilométricas e havia quem dizia que estava um chupa sangue...
Em campo, não encontrou o posicionamento ideal para equalizar ações ofensivas e defensivas simultaneamente, saindo-se melhor na segunda.

Leon:


Chegou atrasado e se não fosse a intervenção de Buraco quase ia ficando barrado...
Mas sua melhor participação, foi quando cismou que um chute do Fabinho que até o Ray Charles viu a bola dentro do gol, não foi gol, é mole? E ainda fez carão pro juiz...rs...

Giliard:


Parecia habitar um universo paralelo, pois quando estava com a bola, dava a impressão de não saber absolutamente o que fazer com ela.

Marcão:


O folclórico Artilheiro das Partidas Alternadas, continua brigado com a bola. Saiu reclamando que a muito tempo não encontra o caminho para as redes, mas o do chuveiro ele encontrou, e mais cedo, pois ficou discutindo (e xingando) o juiz e acabou expulso. Aliás foi o momento de sua atuação que teve maior visibilidade.

Ulisses:


Se não tivesse que subir na trave para subir no muro para chegar na cerca em que a bola ficou presa, passaria despercebido... sacanagem... Ulisses esteve muito abaixo do nível que nos acostumou, mas não se escondeu e sempre buscou levar seu time pra frente.

Edilson:


O corajoso Edílson parecia multiplicar-se em campo. Corria por todos os lados a fim de evitar a exposição de sua frágil defesa e em alguns lances servia como opção ofensiva, nessa situação, desdobrava-se para recuperar a bola quando seu time a perdia.

Reilson (alto careca):


Discreto, chegou foi para um local mais afastado do Beer Ball Stadium, fez um alongamentozinho... mas, precisa comprar uma chuteira urgente por que dá até pena ver ele jogando com um tênis asics novinho...
Mas falando sobre futebol, deu muito toques para o lado sem qualquer objetivo e pra acabar de completar tocava para o companheiro errado porque quando seu time estava em desvantagem no placar insistia em não passar a bola para Ulisses (que para quem acompanha nosso blog, mas não sabe, foi eleito por nosso Presidente Oswaldo como único craque do Reino de Nossa Belinha Amizade...).

Equipe Laranja:

Gabriel:


Agarra muito bem e atualmente desequilibra quando marca presença no Reino de Nossa Belinha Amizade. Essa semana até esteve na média, mas aquele gol que levou aos 20 segundos de jogo era completamente defensável...

Tássio:


Esteve para seu time como Carlos Alberto está para o Vasco.
Se jogasse bem, seu time com certeza teria um aproveitamento melhor. Seus companheiros dependiam de sua criatividade e nesta semana não esteve muito inspirado. Portanto, igual o camisa 19 do Vasco, como ainda não jogou, o Vasco ainda não ganhou, e o Tassinho não rendeu o que dele se espera, com isso o Laranja também não ganhou.

Fernandão:


Muita movimentação e variação de jogadas na linha de frente, por ambos os lados e pelo centro, seu comportamento o fez a referência do ataque Laranja. A lamentar que apesar do bom deslocamento, não obteve bom aproveitamento nas conclusões.

Américo:


Jogou com seriedade mas vacilou em alguns lances, sua sorte que não resultaram em gols adversários e permitiram uma atuação sem máculas.

Leonardo:


Voltou a apresentar sua vocação para artilheiro com oportunismo, porém não conseguiu bom entrosamento com Fernandão. Assim, recuou e ajudava a embolar o meio campo de sua equipe.

Phelipe:


Também congestionava o meio-campo. Mas preocupava-se mais com a marcação. Dessa vez não formou a dupla dinâmica com Tássio como na semana anterior. Faltou-lhe ousadia na participação dos lances mais incisivos.

Buraco:


Levando-se em conta que seu time teve três jogos e três empates, pode-se dizer que coletivamente saiu-se relativamente bem (?), uma vez que compunha a defesa. Porém individualmente deixou a desejar: tropeçava na bola sozinho, perdia gols diante do goleiro adversário,... foi o “ó”...

Equipe Verde Claro

Coceira:


Apesar da sua camisa fluorescente, Coceira não brilhou. Não jogou mal mas também não foi aquele atleta decisivo que costuma ser.

Rogério:


Teve lampejos de lucidez em alguns lances. Mas não estava em um bom dia. Deu vários “ataques de perereca” discutia com companheiros, adversários, dentro de campo e fora dele. Parecia estar de TPM, pois seus gritos eram quase histéricos.

Bruno:


Roda gigante. Em algumas partidas seu futebol estava por cima, servia de referência pra o time e até gol decisivo fez, em outros por baixo, errava passes e não conseguia dar prosseguimento as jogadas.

Fábio, o síndico:


Outro que precisa comprar uma chuteirinha urgente. Pô ele hoje jogou só de meias... e viveu de lampejos também. Outro objeto que precisa é um pente...que cabelo era aquele? Tava parecendo um “emo velho”.

Osvaldo:


Mostrou um bom repertório de passses no meio, porém mais uma vez não foi suficiente para alcançar vitórias. Era um dos mais (se não, o mais) sensatos dos Verdes Claros, pois devido a sua competitividade, não entrega os pontos, qualquer seja a diferença no placar.

Cavanhaque (cavanhaque):


Dos estreantes, foi quem se saiu melhor. De início tava meio tímido, mas foi ficando a vontade no decorrer das disputas e mostrando versatilidade ao defender e sair jogando com alguma qualidade.

Sílvio Carlos (negro alto):


Tem uma porte físico bom para jogador, mas poderia ter sido melhor aproveitado na proteção da bola e no combate com adversários.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Domingo, 09 de Maio de 2010.


Todo segundo domingo do mês de Maio, em mais de 40 países, comemora-se o Dia das Mães, e no Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade, não poderia ser diferente. Portanto, gostaria de fazer uma singela homenagem a todas as nossas genitoras e genitora de nossos filhos, presentes fisicamente ou espiritualmente, que esta data seja acima de tudo de muita paz, pois somente com ela, independente do credo de cada pessoa, fará de nós humanos cada vez melhores. Ah! A foto desse “post” é da esposa do Wilson e mãe do Gabriel, D. Celi, portanto genitora e esposa de dois de nossos Heróis. A única mãe (que eu saiba) seguidora do nosso blog (aliás, tem a esposa do Edilson que ele me confessou acompanhar esse periódico, mas infelizmente não temos sua foto para postar).
E mãe é uma coisa muito boa, não é mesmo pessoal? Mas futebol também é! E como esse periódico é para registro do esporte bretão, vamos a ele!!

As ações foram dominadas pelo Sexteto Vermelho (Fábio, o síndico, Fabinho, Edilson, Fabiano, Marcelo, Marcão/Léo), mas seguidos de bem perto pela Equipe Amarela (Igor, Tássio, Phelipe, Buraco, Américo e Fernandão) e os que não participaram de um desses times, não esperem palavras de consolo.

Vamos passar às avaliações pessoais, pois nessa semana, vou economizar meu português da SEÇÃO ADMINISTRANDO CONFLITOS porque nossos Avatares nesse domingo resolveram obedecer suas mamães e tiveram um comportamento excelente, portanto sem protagonizar conflitos que meraçam registro.

Fábio, o síndico:


Acredito que o “xará” do Tim Maia (explicação para flamenguistas: xará de apelido, pois o referido cantor também era conhecido como “síndico”) seja um dos atletas mais completos do Reino de Nossa Belinha Amizade, pois joga bem como defensor, armador e atacante, não satisfeito, vai pro gol e faz defesas dignas de um goleiro de ofício. Parabéns pro “1.001 utilidades” Fábio!

Fabinho:


Qualquer equipe que tivesse Fábio escalado sairia do Beer Ball Stadium vencedora pois este atleta estava em um dia inspiradíssimo (!)... Defendia (inicialmente plantou-se na defesa) e articulava as tramas ofensivas com bastante qualidade, seu conhecido “tiro de longa distância” estava calibrado e sem a bola parecia brigar por um prato de comida... Um futebol de altíssimo nível.

Edilson:


Mais uma ótima atuação, entendeu-se bem com seus companheiros de zaga, seja Fábio, o síndico ou Fabinho, comprovando ser um beque versátil e cheio de recursos.

Fabiano:


Muita movimentação. Quando Fabinho era zagueiro, Fabiano era meio de campo. Quando Fabinho atuava no meio, Fabiano encostava em Marcelo e Marcão/Leo servindo como uma espécie de meia de ligação e mais uma opção ofensiva. Em seu scout, um revés fatal: um passe errado nos pés de Tássio, que em contra-ataque culminou no gol responsável pela única derrota de sua equipe.

Marcelo:


Apesar da forte marcação que recebia, participou dos lances mais contundentes de sua equipe com gols e assistências.

Marcão:


Começou no comando de ataque, mas cedeu lugar a Fábio, o síndico, no gol.
O Artilheiro das Partidas Alternadas levou um lençol patético (mas sem objetivo algum) do Américo na intermediária de ataque... mas como vingança é um prato que se come frio, aplicou um drible de corpo neste mesmo oponente e prosseguiu o lance que quase pára no fundo das redes...

Igor:


Atuações com defesas importantes e arrojadas, porém não evitaram a supremacia da equipe vermelha, uma vez que não atuou uma vez se quer na equipe com vitórias majoritárias.

Tássio:


O Pequeno Príncipe do Reino de Nossa Belinha Amizade não nos decepcionou, sua saída veloz em dribles desconcertantes era o ponto alto do ataque Verde, que encontrava nele sua arma ofensiva mais letal.

Phelipe:


Atuou como nunca se viu... não em qualidade, mas em posicionamento. Devido ao congestionamento do setor defensivo (que já contava com Américo e Buraco nessa função, e ainda Fernandão que também estava deslocado), avançou para o meio e não decepcionou: formou uma boa dupla com Tássio, sem a bola, esforçava-se para proteger sua defesa.

Buraco:


Mostrou-se um tanto ansioso, causando equívoco na continuidade de algumas jogadas, a cada erro de passe ou jogada desperdiçada, seus companheiros faziam coro nas reclamações.

Américo:


Era a melhor opção de sua equipe para as saídas de bola e o zagueiro que melhor passava confiança aos companheiros.

Fernandão:


Assim como Phelipe, desempenhou bom papel longe da área de seu goleiro. Fernandão exibiu uma rara e boa movimentação em ambas as intermediárias e foi autor do gol que derrubou o Exército Vermelho

VHélio:


Sua sequencia de boas atuações foi interrompida, aliás interrompida em grande estilo, porque abusou do direito de jogar mal. Nem saída de bola (que é seu forte) e articulação ofensiva (onde vinha se destacando) se quer conseguia dar continuidade decentemente. Palavras de seu filho Tássio: “Os elogios (que tem recebido) do blog estão fazendo mal a ele.”. Será?

Leonardo:


Caminhava para mais uma atuação bisonha, como a da semana anterior, mas conseguiu se regenerar com duas boas participações “no apagar das luzes”. Substituiu Marcão no Escrete Vermelho, encostou em Marcelo e em Fabiano, o que deu mais mobilidade ao ataque, onde deu bons passes e fez gols.

Bruno:


Não sabia se defendia. Não sabia se atacava. Corria de um lado para o outro sem saber muito o que fazer. Branco daquele jeito parecia uma alma penada no gramado do Beer Ball Stadium.

Osvaldo:


Esforçou-se demais... desdobrou-se em busca das vitórias, mas não foi competente suficiente para alcança-las. Quem sabe na próxima semana, “Diretor”?

Hallan:


Sinceramente? Sinceramente mesmo? Até agora não tenho absoluta certeza se Hallan esteve ou não no futebol de domingo passado...

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Domingo, 02 de Maio de 2010.

... 24, 25, 26! Sim foi esse o número de personagens participantes de mais uma página da história do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade. Se quiséssemos poderíamos até atuar no “Ralacocation” da praça de Irajá que ainda teríamos 4 reservas – uma vez que aquela arena permite 10 na linha e 1 no gol em cada equipe.

Em campo duas equipes dominaram as ações, a que ostentava coletes Verde (contava com Igor, Edilson, Betão, Coceira, Peu, Rogério e Fabiano) e a que se empunha com coletes Amarelo (composta por Gabriel, Wilson, Buraco, Leon, Giliard, Ulisses e Bruno).

A formação do primeiro time citado (que por sinal, obteve a maior sequência de sucessos e também por sinal contava com e editor desse blog...rs...), era muito equalizada, com uma defesa muito sólida (era difícil os adversários chegarem ao gol do Igor), e um meio de campo criativo e brigador, deixava a desejar no comando de ataque por não ter um jogador com características de finalização em curta distância, porém tal debilidade não foi empecilho para os “greens” encontrarem o caminho das vitórias com seus atletas revezando-se na função de matadores.

O elenco amarelo, superou as limitações técnicas com muita luta e derrubou o “Império do Gabeira” baseado em dois pilares: Buraco (podem acreditar que é verdade) e Ulisses que mesmo sem estar 100%, foi fundamental para as conquistas deste esquadrão.

Seção Administrando Conflitos

O Lance:

Falta a favor da equipe Laranja, muito próxima da meta adversária. A cobrança é feita direto para o gol, o goleiro bizarramente tenta se desvencilhar da bola, porém a mesma toca sutilmente em uma de suas mãos que protegia sua cabeça e estufa a rede. O árbitro invalida o gol alegando que a cobrança é indireta (tradução para flamenguistas: dois toques), mas ao ser sinalizado que o burr... bizarro do goleiro encostou na bola antes do tento, ele volta atrás e confirma o lance. Pronto. Todos já sabem o final dessa estória, né? Uma enorme discussão.

Análise:

Alguns componentes da equipe penalizada alegaram que a falta não poderia ter sido cobrada em direção ao gol. Como assim? Penalidades podem ser efetuadas com quaisquer força e direção desde que com o pé, ora bolas! E o juiz foi ao mesmo tempo firme e sereno na condução da situação, sem discussões validou o gol deu continuidade a partida.
E chega de embromação! Vamos começar as avaliações individuais que foram nada menos que 26 “cabeças” a passaram pelo crivo do Reino de Nossa Belinha Amizade. Ah! Só mais uma coisa, a disposição das avaliações se dará hierarquicamente da seguinte maneira: os 7 primeiros, os maiores triunfadores, os 7 seguintes os que também alcançaram um número significativo de vitórias, os 6 seguintes não obtiveram um número de conquistas expressivas, mas honraram o fato de estar pisando o sagrado gramado do Beer Ball Stadium, os 6 últimos, bem os 6 últimos só fizeram número...

Igor:


Lembram-se do lance descrito na Seção Administrando Conflitos, ali em cima, então o goleiro bisonho era o Igor... e apesar de ter sido o protagonista do lance que encheria de orgulho Didi, Dedé, Mussum e Zacarias ele saiu-se relativamente bem. Compensou a falha grotesca, com um lançamento de uma área a outra, demonstrando visão de jogo e habilidade, deixando Rogério em condições de apenas dar um toque sutil sobre o goleiro e concluir uma bela jogada com um golaço.

Edilson:


É o Pequeno Notável do Reino de Nossa Belinha Amizade. E como foi notado nesse domingo! Pois não deu trégua aos atacantes adversários. Pouquíssimos foram os lances em que seus concorrentes obtiveram êxito contra ele, abusou da boa técnica, e detalhe: sem ser desleal.

Betão:


Se em Edilson encontrava-se a técnica, a força da defesa Verde estava em Betão. Mesmo visivelmente sem ritmo de jogo, demonstrou o que sempre pode se esperar dele: muita luta, muita força e muita garra. Inclusive, foi visto algumas vezes apoiando seu ataque, o único problema era a volta...

Coceira:


Conduzia a bola como ninguém no escorregadio (devido ao orvalho) gramado do Beer Ball Stadium. Com isso, era o principal articulador das investidas ofensivas de sua equipe. Sem a bola, corria feito louco para recuperá-la e evitar avanços adversários. Com poucos erros de passe e chutes muito perigosos (com direito a um surpreendente gol, no ângulo do goleiro em uma posição que não o favorecia), teve uma atuação técnica e taticamente 5 estrelas.

Peu:


Mais efetivo pelo lado direito de ataque (coincidentemente o lado da sombra) com boa movimentação e passes de qualidade.

Rogério:


Suas jogadas mais eficientes se deram pelo lado direito, porém esteve mais versátil que Peu e movimentava-se pelo comando de ataque e algumas vezes pelo flanco direito.

Fabiano:


Coube a este zagueiro-de-ofício-meia-de-contensão-disfarçado-meia-ofensivo-improvisado ser o principal atacante do Esquadrão Verde. E deu, no que deu, né? Um mísero gol... Mas muita correria, boa noção de marcação e ótima cobertura quando Betão subia ao ataque (e se arrastava pra recompor a defesa).

Gabriel:


Não brilhou como em outras oportunidades diante do imponente quarteto ofensivo Verde (Coceira, Peu, Rogério e Fabiano), mas mostrou seu talento, uma vez que as derrotas era por diferenças mínimas.

Ulisses:


Outro Fênix, que renasceu das cinzas. E sua volta, como esperado, não rendeu tudo que pode, e após um começo irregular, entrou definitivamente no jogo, sendo o principal responsável pelas ações ofensivas dos Amarelos com suas habituais arrancadas, chutes e passes de longa distância.

Buraco:


Saiu-se muito bem. Liderou o setor defensivo de seu time. Superou a deficiência técnica com muita coragem, garra, vibração e catimba, mantendo sangue frio em momentos críticos como a pressão exercida pelos Verdes no jogo em que esses conheceram a derrota.