quinta-feira, 13 de maio de 2010

Phelipe:


Atuou como nunca se viu... não em qualidade, mas em posicionamento. Devido ao congestionamento do setor defensivo (que já contava com Américo e Buraco nessa função, e ainda Fernandão que também estava deslocado), avançou para o meio e não decepcionou: formou uma boa dupla com Tássio, sem a bola, esforçava-se para proteger sua defesa.

Buraco:


Mostrou-se um tanto ansioso, causando equívoco na continuidade de algumas jogadas, a cada erro de passe ou jogada desperdiçada, seus companheiros faziam coro nas reclamações.

Américo:


Era a melhor opção de sua equipe para as saídas de bola e o zagueiro que melhor passava confiança aos companheiros.

Fernandão:


Assim como Phelipe, desempenhou bom papel longe da área de seu goleiro. Fernandão exibiu uma rara e boa movimentação em ambas as intermediárias e foi autor do gol que derrubou o Exército Vermelho

VHélio:


Sua sequencia de boas atuações foi interrompida, aliás interrompida em grande estilo, porque abusou do direito de jogar mal. Nem saída de bola (que é seu forte) e articulação ofensiva (onde vinha se destacando) se quer conseguia dar continuidade decentemente. Palavras de seu filho Tássio: “Os elogios (que tem recebido) do blog estão fazendo mal a ele.”. Será?

Leonardo:


Caminhava para mais uma atuação bisonha, como a da semana anterior, mas conseguiu se regenerar com duas boas participações “no apagar das luzes”. Substituiu Marcão no Escrete Vermelho, encostou em Marcelo e em Fabiano, o que deu mais mobilidade ao ataque, onde deu bons passes e fez gols.

Bruno:


Não sabia se defendia. Não sabia se atacava. Corria de um lado para o outro sem saber muito o que fazer. Branco daquele jeito parecia uma alma penada no gramado do Beer Ball Stadium.

Osvaldo:


Esforçou-se demais... desdobrou-se em busca das vitórias, mas não foi competente suficiente para alcança-las. Quem sabe na próxima semana, “Diretor”?

Hallan:


Sinceramente? Sinceramente mesmo? Até agora não tenho absoluta certeza se Hallan esteve ou não no futebol de domingo passado...

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Domingo, 02 de Maio de 2010.

... 24, 25, 26! Sim foi esse o número de personagens participantes de mais uma página da história do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade. Se quiséssemos poderíamos até atuar no “Ralacocation” da praça de Irajá que ainda teríamos 4 reservas – uma vez que aquela arena permite 10 na linha e 1 no gol em cada equipe.

Em campo duas equipes dominaram as ações, a que ostentava coletes Verde (contava com Igor, Edilson, Betão, Coceira, Peu, Rogério e Fabiano) e a que se empunha com coletes Amarelo (composta por Gabriel, Wilson, Buraco, Leon, Giliard, Ulisses e Bruno).

A formação do primeiro time citado (que por sinal, obteve a maior sequência de sucessos e também por sinal contava com e editor desse blog...rs...), era muito equalizada, com uma defesa muito sólida (era difícil os adversários chegarem ao gol do Igor), e um meio de campo criativo e brigador, deixava a desejar no comando de ataque por não ter um jogador com características de finalização em curta distância, porém tal debilidade não foi empecilho para os “greens” encontrarem o caminho das vitórias com seus atletas revezando-se na função de matadores.

O elenco amarelo, superou as limitações técnicas com muita luta e derrubou o “Império do Gabeira” baseado em dois pilares: Buraco (podem acreditar que é verdade) e Ulisses que mesmo sem estar 100%, foi fundamental para as conquistas deste esquadrão.

Seção Administrando Conflitos

O Lance:

Falta a favor da equipe Laranja, muito próxima da meta adversária. A cobrança é feita direto para o gol, o goleiro bizarramente tenta se desvencilhar da bola, porém a mesma toca sutilmente em uma de suas mãos que protegia sua cabeça e estufa a rede. O árbitro invalida o gol alegando que a cobrança é indireta (tradução para flamenguistas: dois toques), mas ao ser sinalizado que o burr... bizarro do goleiro encostou na bola antes do tento, ele volta atrás e confirma o lance. Pronto. Todos já sabem o final dessa estória, né? Uma enorme discussão.

Análise:

Alguns componentes da equipe penalizada alegaram que a falta não poderia ter sido cobrada em direção ao gol. Como assim? Penalidades podem ser efetuadas com quaisquer força e direção desde que com o pé, ora bolas! E o juiz foi ao mesmo tempo firme e sereno na condução da situação, sem discussões validou o gol deu continuidade a partida.
E chega de embromação! Vamos começar as avaliações individuais que foram nada menos que 26 “cabeças” a passaram pelo crivo do Reino de Nossa Belinha Amizade. Ah! Só mais uma coisa, a disposição das avaliações se dará hierarquicamente da seguinte maneira: os 7 primeiros, os maiores triunfadores, os 7 seguintes os que também alcançaram um número significativo de vitórias, os 6 seguintes não obtiveram um número de conquistas expressivas, mas honraram o fato de estar pisando o sagrado gramado do Beer Ball Stadium, os 6 últimos, bem os 6 últimos só fizeram número...

Igor:


Lembram-se do lance descrito na Seção Administrando Conflitos, ali em cima, então o goleiro bisonho era o Igor... e apesar de ter sido o protagonista do lance que encheria de orgulho Didi, Dedé, Mussum e Zacarias ele saiu-se relativamente bem. Compensou a falha grotesca, com um lançamento de uma área a outra, demonstrando visão de jogo e habilidade, deixando Rogério em condições de apenas dar um toque sutil sobre o goleiro e concluir uma bela jogada com um golaço.

Edilson:


É o Pequeno Notável do Reino de Nossa Belinha Amizade. E como foi notado nesse domingo! Pois não deu trégua aos atacantes adversários. Pouquíssimos foram os lances em que seus concorrentes obtiveram êxito contra ele, abusou da boa técnica, e detalhe: sem ser desleal.

Betão:


Se em Edilson encontrava-se a técnica, a força da defesa Verde estava em Betão. Mesmo visivelmente sem ritmo de jogo, demonstrou o que sempre pode se esperar dele: muita luta, muita força e muita garra. Inclusive, foi visto algumas vezes apoiando seu ataque, o único problema era a volta...

Coceira:


Conduzia a bola como ninguém no escorregadio (devido ao orvalho) gramado do Beer Ball Stadium. Com isso, era o principal articulador das investidas ofensivas de sua equipe. Sem a bola, corria feito louco para recuperá-la e evitar avanços adversários. Com poucos erros de passe e chutes muito perigosos (com direito a um surpreendente gol, no ângulo do goleiro em uma posição que não o favorecia), teve uma atuação técnica e taticamente 5 estrelas.

Peu:


Mais efetivo pelo lado direito de ataque (coincidentemente o lado da sombra) com boa movimentação e passes de qualidade.

Rogério:


Suas jogadas mais eficientes se deram pelo lado direito, porém esteve mais versátil que Peu e movimentava-se pelo comando de ataque e algumas vezes pelo flanco direito.

Fabiano:


Coube a este zagueiro-de-ofício-meia-de-contensão-disfarçado-meia-ofensivo-improvisado ser o principal atacante do Esquadrão Verde. E deu, no que deu, né? Um mísero gol... Mas muita correria, boa noção de marcação e ótima cobertura quando Betão subia ao ataque (e se arrastava pra recompor a defesa).

Gabriel:


Não brilhou como em outras oportunidades diante do imponente quarteto ofensivo Verde (Coceira, Peu, Rogério e Fabiano), mas mostrou seu talento, uma vez que as derrotas era por diferenças mínimas.

Ulisses:


Outro Fênix, que renasceu das cinzas. E sua volta, como esperado, não rendeu tudo que pode, e após um começo irregular, entrou definitivamente no jogo, sendo o principal responsável pelas ações ofensivas dos Amarelos com suas habituais arrancadas, chutes e passes de longa distância.

Buraco:


Saiu-se muito bem. Liderou o setor defensivo de seu time. Superou a deficiência técnica com muita coragem, garra, vibração e catimba, mantendo sangue frio em momentos críticos como a pressão exercida pelos Verdes no jogo em que esses conheceram a derrota.

Leon:


Velocidade e habilidade confundiam seus marcadores. Precisa ser lapidado pois suas características poderiam ser melhor aproveitadas pelo seu time.

Giliard "Play Station":


Inteligente. Mostrou bom entrosamento com Ulisses (?), e sempre que detinha a posse da bola procurava o craque da sua equipe. Inclusive foi elogiado por ele.

Wilson:


Quando avança ao campo de ataque mostrou alguma lucidez, mas quando em território defensivo, parecia querer livrar-se da bola o quanto antes.

Bruno:


Mostrou-se solidário ao seu selecionado e desdobrava-se na defesa, além de servir como (fraca) opção na frente.

Osvaldo:


Suas boas atuações foram premiadas com um belo gol na partida derradeira, que interrompeu a sequência de sucessos do Exército Amarelo.

Marcelo:


A marcação foi muito forte em cima de Marcelo (talvez por saberem de seu potencial), mas ele não desanimou, lutou, muito porém sem êxitos concretos.

Fernandão:


Uma versatilidade nunca dantes vista neste atleta. Era visto com freqüência como referência na linha de frente, mas sem abandonar as raízes defensivas.

Américo:


Sua conhecida qualidade não foi suficiente para impedir as conquistas Verdes e Amarelas.

Hélio:


Nosso Homem Bicentenário deu mais um show a parte. Junto com Coceira era quem melhor conduzia a bola, que insistia em não permanecer nos pés de nossos heróis, com muita intimidade. Ótimas tramas, dribles e passes açucarados estiveram em seu cartão de visitas apesar do solo completamente desfavorável.

Phelipe:


Só valeu pela seriedade e esforço.

João:


Seria a 3ª fênix, do domingo, porém ainda não renasceu das cinzas não.

Marcão:


O Artilheiro das Partidas Alternadas, não foi nem artilheiro e nem jogou partida alternada nenhuma. Só teve um registro de ter entrado em campo e sapiencialmente não mais voltou.
Ah! Tem mais uma coisa que merece registro do nosso queridíssimo Marcão. Chegou antes, porém desdenhou os Guerreiros Verdes e não jogou no time. Se ferrou, se tivesse jogado teria ganhado um monte de partidas.

Bimbinho:


A má fase continua. Não disse para que veio e resolveu ir embora mais cedo, visto que não valeria gastar seu (ótimo) condicionamento físico com futebol.

Hallan:


Só foi domingo para ganhar a camisa do Flamengo.

Jaime:


Acho que Jaime está querendo dominar o Reino de Nossa Belinha Amizade... Vejam bem... dos 26 craques presentes, 4 eram de seu clã (ele, Giliard, Edilson e agora o novato Leon), ou seja quase 20% do nosso elenco quase completo (!?!?)... É bom a diretoria ficar de olho...
Alguém quer saber sobre o futebol do Jaime? Que futebol? Nem besteira ele fez pra gente “cair de pau” em cima dele...

Leonardo:


Errou passes tolos, perdeu bolas fáceis e gols absurdos. Ao final do nosso espetáculo, reconheceu a pífia performance. Preciso escrever algo mais?

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Domingo, 25 de Abril de 2010.

Qual seria o resultado se dispuséssemos em um time de futebol as seguintes características:

“1: Um bom goleiro em dia inspiradíssimo;
2: Uma defesa consistente liderada por um zagueiro que joga firme e sério;
3: Um meio de campo versátil que cria e combate com a mesma eficiência;
4: Um atacante com excelente aproveitamento nas finalizações.” ?

Se respondeu o Santos do Dorival Junior, errou e feio, por que a resposta certa é o sexteto Verde do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade desse domingo, formado por Gabriel, Américo, Buraco, Fabinho, Coceira e Leonardo. Ganharam simplesmente todas as partidas que disputaram (um total de 4, se não me engano), em jogos muito equilibrados por sinal. Dava gosto assistir as competições e ver a brava equipe Esmeraldina despachando seus oponentes.

Seção Administrando Conflitos

O Lance:

O mais contundente desentendimento, ocorreu envolvendo Fabinho (tinha que ser, né?) e (...), e (...), e (...), e nem sei quem afinal de contas... Acho que foi com o juiz (no caso, Jaime). Só sei que ele do nada, se estressou, saiu do jogo e não quis mais jogar (saiu também porque já estava cansado de ganhar, né, vamos combinar,...)

Análise:

Nada justifica a atitude do Fabinho. Aliás uma falta de respeito, porque se não houvesse outros super-stars de nosso espetáculo “de fora” o jogo acabaria ali. Todos sabemos, que ninguém ganha nada, e que os companheiros que se disponibilizam a arbitrar, não o fazem com segundas intenções. Portanto, devemos nos conformar com os eventuais erros que ocorrem. E no caso específico do Fabinho, pedir pro pessoal do café da manhã começar a trazer um chazinho de camomila, pra deixá-lo mais light.

Gabriel:


Praticamente intransponível. Enquanto seu time não se desfez, não soube o que era tomar gols. Três de nossos heróis conseguiram essa façanha depois da mutilação do imbatível selecionado Verde: Fabiano, Hallan e o “Play”.

Américo:


Habilidade e seriedade peculiar. Saiu exaurido e cheio de vitórias nas costas.

Buraco:


Recuperou-se do papelão da rodada extra do meio de semana, mas ainda precisa melhorar a qualidade de seu passe. De qualquer forma ajudou sua equipe a acumular as vitórias compondo a defesa com Américo, como opção em alguns lances ofensivos e até fazendo gols, inclusive um golaço depois de uma bela troca de passes entre as estrelas de seu elenco.

Fabinho & Coceira:


Os Caçadores de Mito. Enfim acabou a lenda de que Coceira não joga bem ao lado de Fabinho. Esse, por sua vez, com a consistência de sua defesa, não precisou se desdobrar para reter avanços e organizar contra-ataques conforme sua última atuação, era visto na defesa, mas apenas fortalecendo o setor, pois nesse domingo seu foco foi a criação de jogadas junto com Coceira no meio, aliás com ótimo entendimento entre os dois.
Além do excelente entrosamento com Fabinho, Coceira em nenhum momento foi irregular, poucos foram os lances que passavam por ele e não levava perigo a meta adversária, sem contar a conhecida disposição na tentativa de recuperação da bola. Juntos, levaram seus oponentes a loucura, e de quebra exorcizaram um fantasma que vinha os atormentando a algum tempo.

Leonardo:


O novo Homem-gol do Reino de Nossa Belinha Amizade. Estreou com status de artilheiro. Foi quem assinalou a maioria dos gols do invicto time Verde, com um aproveitamento em conclusões acima da média.

Goleiro:


Muito festejado por todos os craques de nosso elenco, por se tratar de um goleiro “de ofício”. Porém esteve, pelo menos, uns 2 níveis abaixo do seu companheiro de posição. (e parecia que já sabia disso, pois usava o número 00 nas costas).
Não levou nenhum frango clássico, mas cansou de ir ao fundo da rede buscar a bola.

Wilson:


Demonstrou uma saída de bola razoável e uma boa leitura de jogo.

Osvaldo:


Há muito, muito tempo mesmo que não citamos aqui nesse espaço o Osvaldo... Pois bem, o sumido apareceu, e como as equipes que defendia, não conseguia vencer a linha fatal do vitorioso Esquadrão Verde, foi visto com alguma freqüência em investidas ofensivas. Defensivamente não houve qualquer registro que pudesse comprometer sua atuação.

Hallan:


Assim como Osvaldo, tem vocação defensiva e ora ou outra era visto próximo a meta adversária tentando transpassar a “parede humana”.

Marcelo:


Travou um duelo apoteótico com o jovem goleiro Gabriel, vencido pelo novato. Demonstrou o conhecido espírito de luta. Não esmoreceu e tentou até o fim.

Fabiano:


Apesar de uma boa partida tecnicamente (errava poucos passes, e com alguns lampejos criativos), aparentou falta de ritmo (não jogava desde o dia 04) recuando excessivamente omitindo-se dos lances ofensivos.

Jaime:


Se não fosse um lançamento milimétrico de uma área a outra (para o Osvaldo que recebeu, dominou e inexplicavelmente chutou pra fora), sua pífia atuação na arbitragem e o absurdo esquecimento de sua chuteira em casa (como assim, alguém sai pra jogar futebol e esquece a chuteira em casa? Só se for beach soccer, pô!), se quer seria notado.

Gilliard "Play":


Tinha bastante liberdade pelo lado direito de ataque de seu time, aliás foi por ali e aproveitando esses espaços que conseguiu o mérito que só mais 2 de nossos astros alcançaram: fazer um gol em Gabriel.

Leon (Magrinho)


É trata-se do mesmo Magrinho que o buraco quase dividiu ao meio no feriado de quarta-feira. Mas dessa vez não conseguiu se livrar da marcação truculenta e acabou machucando o joelho. Tá pensando que ficou nisso? Inexplicavelmente, passou a jogar melhor mancando da perna, variando muito seu lado de ataque, dando trabalho aos zagueiros e driblando mais do que quando estava bom do joelho. Dá pra entender? Essa nem Freud explica.

Fábio, o síndico:


Se nosso espetáculo fosse uma Missa, teria chegado no “Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe”... Mas ainda deu tempo de participar de 2 ou 3 embates. Como não estava no mesmo nível de aquecimento e competição dos demais atletas, não conseguiu mostrar tudo do que é capaz.

Bernard:


Tava de bobeira dentro do gramado do Beer Ball Stadium olhando pra ontem até que Américo,num lance em que estava sendo pressionado pelo adversário, se desfez da bola de qualquer maneira e acertou em cheio o cabeção do Bernard...Rs...Ele ficou com uma cara de bunda, meio triste, mas o lance não teve nenhuma gravidade.
É bom para o Bernard aprender a ficar mais esperto... principalmente quando estiver dentro da Arena.