sábado, 24 de abril de 2010

(São) Gabriel:


Início inconstante, aceitando bolas defensáveis, mas depois que ele esquentou, só faltou agarrar pensamento. Seus adversários creditaram a ele a magra vitória na partida derradeira.

Magrinho:


Calouro no Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade, convidado por Gilliard, alguns acharam que seria integrante de uma dupla: Play Station & Mega Drive. Mas até que não. O moçoilo iniciou um pouco tímido, mas no decorrer das disputas, encontrou sua posição, permanecendo a frente dos zagueiros, combatendo no meio e vez ou outra surgia na frente como opção ofensiva.

Pedro:


Mais um debutante no Beer Ball Stadium. E fez uma boa estréia. Ótima noção de posicionamento, pois joga na frente e sempre “segurava” um ou dois zagueiros no seu campo defensivo abrindo espaços para a criação das jogadas. É um pouco chorão pois cava algumas faltas e reclama quando o juiz não vai na sua onda. Chorou até nos ombros do Tássio por que o Fabinho não lhe passava a bola no início do jogo.

Fabinho:


Característica de Fabinho: quando seu time não é “lá grandes coisas”, ele planta-se na defesa e espera as oportunidades para sair em contra-ataque e tentar decidir os jogos. Hoje foi um desses dias. Viu-se este rapaz brigando muito na defesa para evitar investidas adversárias e sempre que podia saía jogando organizando sua equipe. E aliás, foi muito bem sucedido.

Giliard "Play Station":


Participação pouco efetiva, mas não se omite, mesmo com suas limitações técnicas. Hoje, seu lance que mais chamou atenção foi a troca de empurrões sem bola com Tássio.

Hallan:


Houve dois Hallans na partida de hoje: um muito bom da linha do meio-campo para trás, que se mostrou muito eficiente com ótimos cortes, antecipações e roubadas de bola, e outro muito mal que errou quase tudo que tentou da linha divisória para frente: passes, chutes e lançamentos (exceção para o gol de letra que passou despercebido pelo editor, e foi muito cobrado para ser registrado aqui nesse democrático espaço).

Pheliph:


Nem de longe o zagueiro que estamos habituados. Andou se embanando com a bola em lances que não costuma vacilar. Expôs sua defesa e não esteve bem nas tentativas ofensivas.

Coceira:


Elétrico. Não parava um minuto se quer. Até no intervalo, comum entre uma partida e outra, queria que o jogo reiniciasse sem os times estarem completos. Tecnicamente: hábil e criativo.

Hélio:


Genial. Principal arma ofensiva de sua equipe. Controlava a bola com muita facilidade. Seu time sentia muito sua falta quando revezava com algum companheiro no gol. Autor de belíssimos lances e ainda do gol mais bonito do feriado em que partiu da linha de fundo em uma jogada que parecia perdida deixou dois adversários para trás (o segundo com uma bola por entre as pernas) e concluiu tranquilamente com a bola vencendo a linha fatal.

Fernandão:


Versátil. Ótima opção, quando saía de suas características, e surgia de surpresa no ataque. Na sua “praia”, a defesa, esteve seguro e não comprometeu.

Edilson:


A voz mais marante do Beer Ball Stadium. Edilson em todos os instantes berra com os companheiros na tentativa de orientar uma jogada ou um melhor posicionamento. Sem contar que é um gentleman, pois quase não o vemos em confusões. Hoje por exemplo, abriu mão de um lateral, que jurou de pé junto que seria de seu time, para evitar desentendimento e confusões.
Mas vamos falar de sua atuação, que é o objetivo deste periódico? Pois bem. Edílson, jogou com a seriedade peculiar a frente de sua área, combatendo e organizando a saída de seu time. Responsável por vários lançamentos eficientes e pelo menos um culminou no “grande momento do futebol”.

sábado, 10 de abril de 2010

Domingo, 04 de abril de 2010.

No dia da maior festa dos cristãos, nossos fiéis seguidores não renasceram para o bom futebol, ao contrário, o dia da Páscoa ficou marcado pela baixíssima qualidade de nossos atletas, onde poucos foram dignos de receber nossos elogios.

O forte selecionado formado por Fabiano, Tássio, Fabinho, Alemão, Marcelo e Américo iniciou os trabalhos dentro das expectativas, com o já habitual entrosamento entre Fabiano e Tássio, onde em jogadas da dupla, foram desferindo logo 3 a 0 sobre o até então frágil time que contava com Fernandão, Hélio, Coceira, Peu, Jaime e Fábio (o síndico). A partir desse momento (3x0), a segunda equipe resolveu sair do armário (rs...) acertaram os ponteiros, corrigiram o posicionamento, reduziram os espaços e partiram pra dentro dos adversários. Diminuíram o placar e só não empataram porque a partida teve que ser reiniciada.

No recomeço, a dupla Fabiano-Tássio já não funcionava bem, e não concluíam com eficiência, e em um lance onde os dois sozinhos poderiam ter definido o embate, perderam um gol feito e na seqüência do lance, o castigo: levaram o gol de empate, suficiente para perder o jogo na “pedra maior”.

No confronto seguinte, parecia o vídeo-tape da primeira, “os frágeis” depois de muito pressionados (com direito a pênalti para fora, e tudo), conseguiram o empate e contaram com a sorte para permanecer no gramado do Beer Ball Stadium.

Depois dessas verdadeiras batalhas, o nível que já não era bom, foi ficando mais baixo, pois nossos heróis exauridos, não encontravam forças para qualificar nosso espetáculo semanal.

Administrando conflitos:

Tivemos arbitragem fixa no Reino de Nossa Belinha Amizade no dia da Ressurreição. E quem assumiu tal responsabilidade foi o polêmico Hallan. Que para fazer jus ao seu histórico de confusões, deixava muitas jogadas corporais seguir livremente, alegando Lei da Vantagem, em jogadas nem tão vantajosas assim. Não precisa concluir como isso acabou, né? Reclamação pra todos os lados.

Análise:

Duas soluções cabíveis:

1. Aplicar a tal da “Lei” apenas em lances claros de gol; e
2. Não permitir em hipótese alguma que Hallan apite.
Gostaria de registrar que, atendendo a reivindicações de um dos nossos “caciques”, aliás “vamos dar nomes aos bois”: o Marcelo sugeriu que desvinculasse o antigo nome “Belinha”, do blog por que é muito afeminado e afinal de contas, por muito tempo tentaram mudar e quando finalmente conseguiram não seria justo ficar insistindo com a antiga denominação. Portanto, em breve passaremos por uma reformulação em nosso blog e a princípio, passará a ser acessado apenas com Nossa Amizade que é menos afeminado que Belinha. Dessa forma, estamos aceitando sugestões para o novo nome do blog. Mandem suas opiniões!

E o plantão Nossa Belinha Amizade informa:

O nome do Coceira é Paulo.
E o nome do Peu é Francisco.
A partir de hoje será mais fácil arrumar fotos para esses dois... Rs...

Fabiano:


Início fulminante combatendo e concluindo fácil. Mas com o desgaste, e uma marcação mais eficiente, foi menos pior na primeira característica.

Tássio:


Entendia-se bem com o Fabiano, porém assim como seu par caiu de produção no decorrer das partidas. E conseguiu perder dois gols que até mãe do Tadeu Schmidt, aquele do Fantástico, faria.

Fabinho:


Quase nada deu certo para Fabinho esse fim-de-semana. Seus chutes, normalmente difícieis, não encontravam a direção correta. Conseguiu perder um pênalti e refugiou-se no gol, quando se machucou.

Alemão:


Bom posicionamento e ótima saída de bola. Frio no combate e qualidade no passe. Ninguém no ‘selecionado’ foi melhor que Alemão.

Marcelo:


Palavras do Marcelo durante um de seus confrontos: “Hoje nada está dando certo (...)”, se o próprio reconhece que está mal pra caramba, o que resta a escrever sobre ele? Nada. Ele já disse tudo.

Américo:


Uma participação pouco efetiva. Nem de longe parecia o Américo que estamos acostumados.

Fernandão:


Mágico. Tirou “um coelho da cartola” ao dar um belíssimo chapéu em Alemão e concluir com estilo para o gol que foi caprichosamente para fora. Foi o lance de uma beleza incomparável neste domingo.
E tal qual um mago, desapareceu no restante do nosso espetáculo.

Hélio:


Antes do jogo algumas estrelas de nossa constelação tiraram onda com nosso vovô-garoto, mas Hélio deu mais trabalho que muito adolescente. Fez Fabiano dar ao menos dois piques intensos. Já Tássio (sim, esse filho ingrato!) foi mais além e fez uma fortíssima falta por trás, levando seu próprio pai a se estabacar no chão. E dizem as más línguas que Fabiano morreu de inveja dessa entrada violenta...

Coceira:


Corre feito louco por todos os lados do campo. Mas ultimamente não tem chamado a responsabilidade das finalizações.

Peu:


Ofuscado pela disposição de Coceira e pela aflitante atuação de Fábio.

Jaime:


Inexplicavelmente, seu time melhorou muito quando esteve no gol.

Fábio, o síndico:


Até cansar, disputava com Alemão o título de melhor jogador da rodada. Fábio utilizava os atalhos do campo posicionando-se muito bem. Era a principal referência ofensiva de seu time, e quando participava de algum lance deixava os zagueiros adversários de cabelo em pé.

Giliard "Play Station":


Não esteve em seus piores dias. Participou dos lances contensivos com certa eficiência e ainda servia como opção em lances de contra-ataque. Falta-lhe noções de posicionamento pois enrola algumas jogadas insistindo em permanecer em espaços já ocupados por seus companheiros.

Bruno:


Chegar cedo não é seu forte, pois chegou atrasado nesse domingo e mostrou-se mais eficiente participando menos das jogadas, porém com mais competência.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Domingo, 28 de março de 2010.

Mais uma vez nos reunimos para viver a fábula do Fantástico Mundo da Nossa Belinha Amizade.

No último episódio, presenciamos um quinteto fantástico, cujos protagonistas atendiam por Fabinho, Fabiano, Américo, Pheliph e Hélio. Que permaneceram no campo do Beer Ball Stadium por muitas e muitas paridas consecutivas, sucumbindo nos dois embates finais perante os gols do sempre eficiente Marcelo e do variável Hallan, que não deram qualquer chance aos afadigados guerreiros do Magic Five (tradução para os flamenguistas: Quinteto Mágico).

Administrando conflitos:

O Lance:

Na tradicional seção do blog que discutimos as brigas e desentendimentos ocorridos durante nossos grandes eventos dominicais, temos em pauta nessa semana o chatíssimo hábito liderado pelo companheiro Marcão que participa de um jogo e simplesmente abandona a equipe da qual faz parte no confronto seguinte. Não importa se ganha, se perde... ele simplesmente sai e pronto. Pronta também fica a confusão, por que pra escolher o substituto do time dele, os componentes do próximo time, se vão ser cinco ou seis na linha, perde-se um tempo preciosíssimo!
E se não bastasse isso, sempre temos um componente que nada tem a ver com a bagunça que se forma e interfere aumentando a confusão. E o representante dessa classe (que se metem onde não são chamados) essa semana foi o Américo. Sempre que uma disputa se findava, estava lá o Américo argumentando no time dos outros.

Análise:

Fácil, fácil a solução: A partir de domingo os responsáveis por levar o café, também levarão “chá de simancol” e “chá de simetância”, pra ver se nossos personagens deixam de interferir nos problemas alheios.

E chega de embromação! Vamos passar a parte que interessa que são as avaliações individuais:

Américo:


Jogador diferenciado, está anos-luz a frente de qualquer dos titãs de nosso olimpo, pois joga muito bem sem reter a bola por muito tempo, toca rápido e erra pouco.

Fabiano:


Fez uma boa partida, tanto na parte ofensiva quanto na contensão. Participou dos lances sempre com lucidez e quando não tinha opção chutava com algum perigo. Excetuando-se a forte entrada em Bimbinho, não machucou ninguém.

Pheliph:


O melhor zagueiro do Reino de Nossa Belinha Amizade, não esteve muito inspirado no último domingo. Andou meio brigado com a bola (e até pisando a pobre coitada), o que não é comum, diga-se de passagem. A seu favor, conta o fato de nenhum vacilo ter comprometido diretamente nos resultados.

Fabinho:


Não precisou mostrar todo seu potencial para desenvolver o competitivo futebol a que estamos acostumados. È uma pena que cansou e foi mostrar seus (poucos) dotes de goleiro.

Marcão:


Um começo impressionante com dois gols logo na primeira partida. Mas o Artilheiro das Partidas Alternadas, foi pro banco e a carruagem virou abóbora: voltou a dura realidade da pobreza de seu futebol

Hélio:


Ao contrário das semanas anteriores, não foi feliz nos lances individuais, e por muitas vezes cadenciava demais o jogo com dribles e toques desnecessários facilitando a recomposição da defesa adversária.

Coceira:


Era o “pulmão” de qualquer equipe que compunha. Se marcação eficiente tivesse um nome, ela se chamaria COCEIRA... Decisivo não foi, mas também se esforçou para tal.

Tássio:


O jovem mancebo que ostenta a camisa da Fúria Espanhola teve uma atuação boa, porém bom é ruim para quem sempre é excelente. Entendeu?

Marcelo:


Principal artilheiro do Fantástico Mundo de Nossa Belinha Amizade, mesmo nas derrotas consegue deixar seus gols.

Buraco:


Começou fazendo um “ * doce”, dizendo que não ia jogar, que tava menstruado, que isso, que aquilo... mas mudou de idéia e foi pro jogo! E foi uma pena que Bernard não estava lá para ver o belo gol da intermediária que o Buraco fez!! Mas também foi a única coisa que merece registro... Aliás, tem mais uma coisa: na última partida poderia ter ficado de fora por que entrou, e simplesmente se arrastou no gramado sagrado do Beer Ball Stadium.

Jaime:


Jogou como se fosse um líbero a frente da defesa, ajudando a congestioná-la. E nesse quesito (Congestionamento de Defesa), parecia a Unidos da Tijuca: 10! Nota 10!

Hallan:


Pareceu uma montanha russa. Ora fazia jogadas completamente sem noção como sair sozinho com a bola pela linha lateral, chutes completamente sem direção. E ora belos gols e arrancadas fulminantes por ambos os lados.

Peu:


O criativo. Mais uma bela apresentação com uma variação de jogadas sem igual. Não se omite, qualquer que seja o nível dos adversários.

Giliard:


Precisa treinar mais durante a semana. Aqui vão algumas dicas:

FINTA NO GOLEIRO: aperte quadrado e logo na sequência X.

ELÁSTICO NO ADVERSÁRIO: aperte três vezes L1 ou R2.

CHUTAR A BOLA DE PRIMEIRA: espere a bola ficar próximo, carregue o chute e quando se aproximar de você, solte.

Semana que vem mais dicas!

Edilson:


Se não fosse sua discreta camisa do Tabajara, ninguém o teria visto no gramado do Beer Ball Stadium.

Fernandão:


Apesar do bom posicionamento e da boa saída de bola, seu futebol não apareceu. A não ser quando fez um gol...só que contra.

Bimbinho:


Sensato. O próprio reconhecem ainda em campo que sua atuação era ruim e não estava num bom dia.
O que vocês querem que eu escreva? Só me resta concordar!

Marcelinho:


Assim como o pai, o filho do Marcelo tem faro de gol. Só precisa aprimorar os passes e canalizar melhor sua jovialidade em prol da equipe.

sábado, 27 de março de 2010

Domingo, 21 de março de 2010.

Mais uma vez a corte do Reino de Nossa Belinha Amizade se reúne. E em dia completamente atípico, pois não foram registrados nenhuma briga, confusão ou desentendimento que seja, para discutirmos na seção Administrando Conflitos nessa semana. Nossos súditos estão todos de parabéns. Aliás, um dos motivos pelos quais passamos por esse momento ímpar, deve-se a grande atuação do árbitro, que dirigiu com maestria as partidas de nosso espetáculo dominical. E trata-se de ninguém mais, ninguém menos que nosso companheiro.... Migão!!!!!! Atuação muito segura e briosa. Aplausos! Muitos aplausos, para ele!!!!! E o blog, inclusive, sugere que mesmo após a recuperação de sua lesão, Migão possa dar continuidade a essa carreira promissora, pois percebemos seu grande dom e talento para essa função.

Outro ponto a ser abordado, é a questão levantada pelo nosso dirigente Buraco, que finalmente parece concretizar a aquisição de nossos coletes pessoais, mais higiênicos e bonitos do que os oferecidos pela administração do Beer Ball Stadium. Houve contestações no sentido de que o preço está elevado. Mas nossos componentes, devem levar em consideração que será um gasto único e que por muito tempo estaremos livres da “inhaca” alheia, e mais, com a aquisição do calção, manterá a uniformidade, a identidade e a tradição do nosso grupo. E afinal de contas, R$ 30,00 em 3 módicas parcelas não é tanta coisa assim, concordam? Então, o recado está dado e esperamos que todos os nossos protagonistas, possam estar aderindo a essa causa.

Aproveitando o ensejo, gostaria de anunciar a primeira mudança do nosso informativo semanal, pois nos próximos dias, estaremos editando o formato do blog, personalizando o site nas cores amarelo e azul, as mesmas que ostentam nosso pavilhão.

Vamos falar de futebol, que é realmente o que nos interessa? As equipes se mostraram bem equalizadas neste fim-de-semana. O sexteto formado por Américo, Jaime, Rogério, Fabiano, Bruno e Tássio começou apático, mas confirmou posteriormente a força dessa formação, permanecendo por 3 ou 4 vezes seguidas na quadra sem que seus adversários o superassem. Alemão e Peu impressionaram pela afinidade (hum...), mesmo sem nunca jogarem juntos, bastavam os dois para deixar defensores adversários em polvorosa. Marcelo (antes de se machucar), Tassinho, Rogério e Hélio “brilharam muito no Corinthians”... rs... no último domingo.

Bruno:


Alterna bons e maus momentos durante os jogos. No geral esteve na média.

Tássio:


Outra boa atuação, facilitando a vida de Rogério sempre como ótima opção na linha de frente e cobrindo, com a mesma eficiência, o próprio Rogério, quando este comandava ações ofensivas.

Fabiano:


Deixou a desejar na criação, mas exibiu a força que lhe é peculiar. Aliás quase que tira Fábio de combate. Precisa entrar mais devagar.

Rogério:


Fundamental na equipe em que defendia, Rogério era quem destruía ofensivas adversárias e organizava as jogadas de ataque de seu time. Isso até cansar, pois no fim não manteve o ritmo e quando saía para o campo adversário não recompunha prontamente.

Jaime:


Foi mais malandro essa semana. Não ficava com a bola nos pés esperando a marcação e os adversários combaterem. Ainda fez um (belo) gol que decidiu uma das partidas.

Américo:


Disperso no início como todos os zagueiros do seu elenco. Mais voltou ao seu (alto) nível habitual, passando muita segurança e orientando seus companheiros do setor defensivo.

Marcelo:


Um começo arrasador, porém quem acabou arrasado foi seu nariz no lance em que fez falta em Tássio (obstruiu-o) e ainda levou a pior.